Miss Braga
Mary Ellen Mark: Seen Behind the Scene #2

Edward Furlong e as Irmãs da Perpétua Indulgência no set de Nada a Perder (American Heart) - Seattle, EUA, 1991

Catherine Deneuve no set de A Sereia do Mississippi (La Sirène du Mississipi) - Grenoble, França, 1969
Patrick Swayze (1952 – 2009)
Dirty Dancing, porra! Só deus sabe quantas vezes tive que assistir isso porque uma amiga com quem morei era viciada neste filme, não que eu reclamasse, é claro. O homem foi um dos maiores pedaçudos dos anos 80.
Jim Carroll (1949 – 2009)
The Jim Carroll Band participando de O Rebelde (Tuff Turf, Fritz Kiersch, 1985)
Coming Around Again – Carly Simon
Porque tia Carly é rainha e não tem pra ninguém. Além de tudo estou saudosista lembrando de uma madrugada com um monte de mulher louca correndo para cozinha fazer macarrão alho & óleo só porque as mesmas estavam assistindo A Difícil Arte de Amar e a Meryl Streep comia feito uma alucinada naquele filme.
Mary Ellen Mark: Seen Behind the Scene #1

Diane Lane e Francis Ford Coppola no set de O Selvagem da Motocicleta (Rumble Fish) - Tulsa, Oklahoma, 1983

Dustin Hoffman e Lawrence Olivier no set de Maratona da Morte (Marathon Man) - Central Park, New York, 1976

Donald Sutherland no set de O Dia do Gafanhoto (The Day of the Locust) - Los Angeles, California, 1974

Jack Nicholson, Candice Bergen e Art Garfunkel no set de Ânsia de Amar (Carnal Knowledge) - Vancouver, Canadá, 1971

John Schlesinger e seu elefante de Uma Estrada Muito Doida (Honky Tonk Freeway) - Sarasota, Florida, 1980
Nota: Só lembrando que a foto do Sutherland foi alvo de releitura por parte de Annie Leibovitz e Angelina Jolie.
Semana John Hughes: #1 Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off, 1986)




























Not that I condone fascism, or any -ism for that matter. -Ism’s in my opinion are not good. A person should not believe in an -ism, he should believe in himself. I quote John Lennon, “I don’t believe in Beatles, I just believe in me.” Good point there. After all, he was the walrus.
You wear too much eye make-up. My sister wears too much. People think she’s a whore.
Oh, he’s very popular Ed. The sportos, the motorheads, geeks, sluts, bloods, waistoids, dweebies, dickheads – they all adore him. They think he’s a righteous dude.
I heard that you were feeling ill. Headache, fever, and a chill. I came to help restore your pluck, cause I’m the nurse who likes to…
My best friend’s sister’s boyfriend’s brother’s girlfriend heard from this guy who knows this kid who’s going with the girl who saw Ferris pass out at 31 Flavors last night.
Oh, Ed. You just sounded like Dirty Harry just then.
I do have a test today, that wasn’t bullshit. It’s on European socialism. I mean, really, what’s the point? I’m not European. I don’t plan on being European. So who gives a crap if they’re socialists? They could be fascist anarchists, it still doesn’t change the fact that I don’t own a car.
You hit me. Look don’t make me participate in your stupid crap if you don’t like the way I do it. You make me get out of bed, you make me come over here. You make me make a phony phone call to Edward Rooney? The man could squash my nuts into oblivion. And-and-and then, and then, you deliberately hurt my feelings.
Roteiro
Soundtrack
*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!
Semana John Hughes: #2 Clube dos Cinco (The Breakfast Club, 1985)
Com a morte de Hughes alguma coisa boa virá a acontecer. Eu pressinto. Clube dos Cinco tinha originalmente duas horas e meia de duração, coisa que foi para o beleléu na hora da distribuição, a única cópia completa que existia era a pertencente ao próprio Hughes, com sua morte o mínimo que se pode fazer é uma bela restauração e um tremendo lançamento em disco, quiçá, até nas telonas no melhor estilo The Breakfast Club Redux.
Porque, minha gente, este é um baita filme sobre e para adolescentes, fazendo com que me incline a dizer que The Breakfast Club é obra prima absoluta e ninguém usava melhor estereótipos para trazer a verdade das pessoas do que o Hughes, além de ter sido de grande importância pessoal quanto a formação do meu caráter. O cinema de Hughes teve mais influência sobre mim do que o meu próprio pai, ao menos no sentido benéfico da coisa, Hughes possuía um sentido de empatia tão único e abismal para com os adolescentes e suas dores, fazendo com que eu sinta até vergonha de estar hoje no hall dos balzaquianos cuzões, onde nem sequer lembro qual a diferença de sentimentos de quando estive no colegial para quando estive na universidade. Enfim, o que quero mesmo dizer é que o homem era mestre no que se propunha a fazer.































Sweets. You couldn’t ignore me if you tried.
I’m not a nymphomaniac. I’m a compulsive liar.
Do you know how popular I am? I am so popular. Everybody loves me so much at this school.
We’re all pretty bizarre. Some of us are just better at hiding it, that’s all.
When you grow up, your heart dies.
Naked blonde walks into a bar with a poodle under one arm, and a two-foot salami under the other. The bartender says, I guess you won’t be needing a drink. Naked lady says…
Saturday, March 24,1984. Shermer High School, Shermer, Illinois, 60062.
Dear Mr. Vernon, We accept the fact that we had to sacrifice a whole Saturday in detention for whatever it was we did wrong. What we did *was* wrong. But we think you’re crazy to make us write an essay telling you who we think we are. What do you care? You see us as you want to see us – in the simplest terms, in the most convenient definitions. You see us as a brain, an athlete, a basket case, a princess and a criminal. Correct? Does that answer your question? Sincerely yours… The Breakfast Club.
Roteiro
Soundtrack
Nota: Isso me fez lembrar algo que havia esquecido – o quanto o Judd Nelson era gato – e com gato quero dizer gostosopacaraleo. Já que a expressão Eat my Shorts foi devidamente roubada pelo Bart Simpson, também dou um dedinho que o Nelson possui esse nome em homenagem ao Judd Nelson. Ícone total.
*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!




















