50 anos de Mr. Laurie
Jeeves and Wooster
Blackadder The Third
A Bit of Fry and Laurie
Blackadder Goes Forth
Nota 1: Emma Thompson está escrevendo o roteiro do remake de My Fair Lady e sugeriu que o antigo namorado dos tempos de faculdade seja escalado no papel de Higgins. Não poderia concordar mais.
Nota 2: Stephen Fry é o Gato de Cheshire do Tim Burton. Absolutamente perfeito.
*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!
The films of Stanley Kubrick
Todos os arrepios não serão suficientes. Trabalho de edição desse cara AQUI
Torta de Cereja do Dale Cooper
8 inch Crust: 1-1/2 c. flour, 1/2 c. Crisco, 1/4 c. ice water
Mix flour and Crisco with fork. Add ice water. Mix with your hands. When blended, roll into ball and refrigerate overnight. To roll out: flour both rolling pin and flat surface, split ball in two, roll out 1/2 to fit pan and 1/2 for lattice.
Filling: 3 c. cherries (pitted, sour frozen); 1 c. water; 1c. Baker’s sugar; 4 T. cornstarch; 1/8 t. salt
Thaw cherries at room temp and strain (yields 2 c. juice). Taste for sweetness, more/less sugar may be needed. Add 1 c. water to make 3 c. juice (reserve 1 c. juice for cornstarch mix). Dissolve cornstarch in 1 c. juice, stir with whip. Combine 2 c. juice, 2/3 c. sugar, salt, and bring to a boil. Add cornstarch mix, cook until clear, about 5 min. (if cooked to long, syrup gets gummy). Remove from heat, stir in 1/3 c. sugar (blend thoroughly). Pour mixture over cherries, fold with wooden spoon, cool (stir mix while cooling to prevent scum from forming on top). Pour mix in pie shell. Top completed pie with lattice crust.
Bake @ 425 degrees for 35-40 min.
Post em homenagem a Patricia, que nos honra com o melhor blog culinário do universo.
Aquele Tagliatelle de Verão me dá comichão de ir para a cozinha agora.
Dia Mundial do Livro
Outras Obras Russell-Lawrenceanas
Mulheres Apaixonadas (Women in Love, 1969)
Sequência literária imediata aos acontecimentos narrados em O Arco-Íris. Com a diferença de 20 anos separando tal filmagem de sua prequel, Russell escolhe Mulheres Apaixonadas para incursionar em seu segundo longa para cinema e sua primeira adaptação de Lawrence para as telas. É uma ótima adaptação, mas a presença masculina é muito mais forte e desenvolvida do que a feminina nesta versão, mesmo Glenda Jackson sendo de absoluto magnetismo e furor ao encarnar Gudrun, enquanto a visão de Ursula dissipou-se na tela por conta de Jennie Linden. Portanto, Jackson teve que alinhavar todo o universo feminino com as próprias mãos, contrapondo-se à maquinaria comandada por Oliver Reed e Alan Bates, dois dos mais intensos, ferozes e enérgicos atores ingleses dos anos 60. Ollie e Bates são os mais profundos exemplares da virilidade lawrenceana, inclusive em seu homoerotismo, elemento este sempre presente na obra do escritor, também sempre envolto com seu panssexualismo, onde o vento e a chuva se entranham ao chamado sexual, não podendo haver dois melhores espécimes masculinos a representar essa totalidade.
O Amante de Lady Chatterley (Lady Chatterley, 1993)
Agora sim a dosagem do masculino-feminino está devidamente balanceada. Outrora muso de Derek Jarman, Sean Bean legou o mesmo tipo de virilidade e rudeza necessária, enquanto Joely Richardson deixou transparecer a feminilidade intensa de sua personagem. Pela primeira vez Russell conseguiu um equilíbrio completo, tanto da perspectiva fêmea-macho quanto da própria obra de Lawrence, diria que é a peça mais coesa da relação do cineasta com o escritor e os anos 90 foram bem propícios a isso, não haviam mais barreiras a serem quebradas e o tratamento natural que Lawrence dava à sexualidade pôde finalmente ser transposto para as telas, o que muito me alegra, por ter ocorrido essa falta de afetação justamente com Lady Chatterley, o mais honesto de seus livros.
Nota: Se nos anos 60 Russell precisava quebrar a hipocrisia da sociedade inglesa, o livro era Mulheres Apaixonadas. Se nos anos 80 era preciso quebrar a onda yuppie e materialista que assolava o mundo, o livro era O Arco-Íris. Se nos anos 90 era necessário tratar a emoção e o sexo de forma translúcida e natural, o livro era O Amante de Lady Chatterley. Então, por que Russell pulou os anos 70, se le poderia adaptar livremente A Serpente Emplumada para o seu estilo de cinema naquela década? Estava tudo lá: vasta simbologia religiosa, militares megalômanos, revolução mexicana e grandiosa sexualidade, ou seja, tudo que era exagerado e intenso como fora todo o seu cinema dos anos 70. Falha de todos, Lawrence foi equivocadamente pouco adaptado para as telas, através de perspectivas e digressões se converteria facilmente em alguma imagem insana do Russell setentista.
Sir Michael Caine: A Career in Pictures
Just remember this: in this country they drive on the wrong side of the road. - Charlie Croker
You’re useless in the kitchen, why don’t you go back to bed? – Harry Palmer
Not gods – Englishmen. The next best thing. – Peachy Carnehan
I’m going to sit in the car and whistle “Rule Britannia”. – Jack Carter
My understanding of women only goes as far as the pleasure. When it comes to the pain I’m like any other bloke – I don’t want to know. – Alfie
5 bons motivos para se render ao sexo pago
1- Paul Newman em Doce Pássaro da Juventude (Sweet Bird of Youth, Richard Brooks, 1962) 
2- Jon Voight em Perdidos na Noite (Midnight Cowboy, John Schlesinger, 1969)
3- William Holden em Crepúsculo dos Deuses (Sunset Blvd, Billy Wilder, 1950)
4- Richard Gere em Gigolô Americano (American Gigolo, Paul Schrader, 1980)
5- River Phoenix em Garotos de Programa (My Own Private Idaho, Gus Van Sant, 1991)










