Quixotando

50 anos de Mr. Laurie

Publicado em ANOS 80, ANOS 90, BLACKADDER, COMÉDIA, JEEVES AND WOOSTER, LEGENDADO, SERIADOS, VIDEOS por Georgina Spiggott em Junho 11, 2009

Jeeves and Wooster

Blackadder The Third

A Bit of Fry and Laurie

Blackadder Goes Forth

Nota 1: Emma Thompson está escrevendo o roteiro do remake de My Fair Lady e sugeriu que o antigo namorado dos tempos de faculdade seja escalado no papel de Higgins. Não poderia concordar mais.

Nota 2: Stephen Fry é o Gato de Cheshire do Tim Burton. Absolutamente perfeito.

*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!

Don Draper’s guide to picking up women

Publicado em ANOS 00, COMÉDIA, MAD MEN, SERIADOS, SNL, SÁTIRA, VIDEOS por Georgina Spiggott em Maio 9, 2009

Infalível. Ah, saudades do século XX…

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Dom DeLuise (1933 – 2009)

Publicado em ANOS 70, COMÉDIA, MORTES por Georgina Spiggott em Maio 5, 2009

Dom DeLuise, Burt Reynolds, Marty Feldman e Mel BrooksDeLuise fazendo a alegria de Burt Reynolds no chuveiro de Silent Movie (1976).
Bem acompanhados por Marty Feldman e Mel Brooks, é claro.

Centenário de Joseph L. Mankiewicz

Publicado em ANOS 50, ANOS 70, COMÉDIA, DRAMA, IMPRESSÕES, MUSICAL por Georgina Spiggott em Fevereiro 11, 2009
Joseph L. Mankiewicz, Ava Gardner - The Barefoot Contessa (1954)

Mankiewicz a ensinar Ava Gardner como é que se faz em A Condessa Descalça (The Barefoot Contessa, 1954), filme este veladamente inspirado na vida de Rita Hayworth.

Top 5 do homem:

1- Trama Diabólica/Jogo Mortal (Sleuth, 1972)Laurence Olivier, Michael Caine - SLEUTH (1972)Laurence Olivier e Michael Caine num duelo até a morte? Aqui Mankiewicz levou ao topo sua obsessão com o tema de duelo de egos que perpassou toda a sua carreira, nada mais adequado do que transitar a vida real para o cinema quando Sir Olivier era o grande astro da atuação inglesa e Sir Caine era a ameaça para roubar-lhe o trono.

2- A Malvada (All About Eve, 1950)ANNE BAXTER & BETTE DAVIS - All About Eve (1950)Outrora seu irmão Herman ajudara a debicar o casal Hearst/Davies em Cidadão Kane, agora era vez de Joseph mexer com certos egos Hollywoodianos, mas especificamente o casal Tallulah Bankhead e Lizabeth Scott. A inspiração é tão descarada que até o figurino de Miss Davis chega a ser cópia exata de roupas que Bankhead outrora usara, sem mencionar o cabelo, a maquiagem, o modo de falar e até o jeito de segurar o cigarro, enquanto Anne Baxter se esbalda no jeito aparentemente doce de Miss Scott. Mas estamos em 1950 e o código ainda era vigente em Hollywood, portanto os resquícios de homossexualismo só ficam à mercê dos mais atentos.

3- Eles e Elas (Guys and Dolls, 1955)MARLON BRANDO, JEAN SIMMONS, FRANK SINATRA & VIVIAN BLANE (Guys and Dolls)Alguém que não canta nem dança tem que ter muito culhão para aceitar fazer um musical ao lado de Frank Sinatra. Marlon Brando teve. É quase como se Mankiewicz quisesse nos mostrar se Brando estava mesmo apto a ser o astro do momento, dois anos antes já o obrigara a encarar Shakespeare ao lado de James Mason e Sir John Gielgud em Julio Cesar, agora o colocara a cantar ao lado de Sinatra. Ao contrário do que possa aparentar, Mankiewicz não queriar derrubar Brando com tais desafios, mesmo porque feio não fez em nenhum deles e só ajudou a firmá-lo como o maior astro de todos os tempos.

4- De Repente, no Último Verão (Suddenly, Last Summer, 1959)Suddenly, Last Summer (1959) - ELIZABETH TAYLORNos anos 50 Hollywood estava obcecada por Tennessee Williams, o que lhes fez muito bem como transição para a saída completa do agonizante Código Hays. Gore Vidal ficou com o roteiro, este que sempre fora perito em destrinchar roteiros sobre homossexualismo velado, aqui se esbaldou por ser muito mais às claras do que todos estavam acostumados. Ó meu deus, comeram o Sebastian! Tolinhos.

5- Ninho de Cobras (There Was a Crooked Man… 1970) There Was a Crooked Man... (1970) KIRK DOUGLAS & HENRY FONDAHenry Fonda! Warren Oates! Kirk Douglas! Burgess Meredith! Hume Cronyn! Michael Blodgett pelado! É Mankiewicz juntando todo esse povo bom num western/men in prison para falar sobre onde começa e termina a moralidade do ser humano, quanto a aplicabilidade de circunstâncias e a área limítrofe onde se coloca em xeque toda a sua forma de pensar até então. Ah, é deveras divertido também.

Cem anos de Carmen Miranda

Publicado em ANOS 40, COMÉDIA, IMPRESSÕES, MUSAS, MUSICAL por Georgina Spiggott em Fevereiro 9, 2009

Carmen MirandaÉ claro que ela era aquariana, só um aquariano colocaria uma salada de frutas na cabeça e ainda seria feliz com isso. Por que gosto tanto da Carmen? Porque a Carmen é precursora das mulheres-drag, pode não parecer, mas existem poucas drags que sejam efetivamente queens. Não confunda mulher-drag com pirua, piruas são frescas, existem aos borbotões, seguem tendências e são um saco, mulheres-drag são um L-U-X-O, originais, são poucas e para poucos.

Top da portuguesa:

1- Entre a Loura e a Morena (The Gang’s All Here, Busby Berkeley, 1943)The Gang’s All HereImpressionante como Carmen é a cara de Busby Berkeley. Para quem não liga o nome à pessoa, Busby foi o mais extravagante coreógrafo da era de ouro de Hollywwod, era psicodélico antes da psicodelia e se já fazia miséria com os musicais preto/branco dos anos 30 imagine com todo esse technicolor, só não recomendo assistir tais coreografias coloridas sob o efeito de drogas, pois as chances de que ocorra uma bad trip são gigantescas. Além da presença visivelmente ímpar de Carmen, ela ainda divide o palco com Benny Goodman e sua gangue, Alice Fay e dois dos mais engraçados caras que o cinema já viu: Eugene Pallette e Edward Everett Horton. O único porém que tenho contra este filme é o fato dele ser veículo para venda de bonus de guerra e isso é altamente broxante.

2- Minha Secretária Brasileira (Springtime in the Rockies, Irving Cummings, 1942)Edward Everett Horton & Carmen Miranda (Springtime in the Rockies)Aqui Carmen realmente mostra seu grande talento para comédia, as cenas em que divide com Edward Everett Horton (por acaso um dos meus atores cômicos favoritos) são absolutamente hilariantes. Carmen além de voltar a contracenar com Betty Grable e ser dirigida por Irving Cummings, também volta a estar ao lado de Cesar Romero que viria a ser um dos seus melhores amigos nos EUA. Como nem só de Bando da Lua vive o ser humano, Carmen também dá o ar da graça ao lado de Harry James e sua orquestra (Harry que acabou por casar com Grable no ano seguinte). No StinkyLulu há algumas considerações bacanas sobre a participação de Carmen neste filme.

3- Uma Noite no Rio (That Night in Rio, Irving Cummings, 1941)That Night in Rio - CARMEN MIRANDA & DON AMECHEPáaara tudo, é Don Ameche! Quem liga para Carmen Miranda quando Mr Ameche está presente? Nem todos os cachos de banana do mundo vão eclipsar o homem mais fofo do universo. E em dose dupla! E cantando Chica Chica Boom Chic! E apanhando de Carmen o filme inteiro! Aposto que fizeram That Night in Rio para uma concorrência com a obra-prima Lubitschiana Ser ou Não Ser, onde dividem situaçãos parecidas, embora muito mais leve do que a duplicação de nazistas. Bom para Ameche que caiu nas graças de Lubitsch e acabou por protagonizar o filme seguinte do diretor com uma aparência envelhecida deveras similar.

4- Morrendo de Medo (Scared Stiff, George Marshall, 1953)Scared StiffEsse é do tempo em que Martin & Lewis ainda formavam uma das maiores duplas cômicas do mundo, é o último filme feito por Carmen e também um dos melhores que participou, muito me incita a dizer que vários pontos deste filme serviram de inspiração para Mr Wilder e seu Some Like It Hot. Uma das cenas mais famosas da carreira de Jerry Lewis é a sua imitação de Carmen Miranda neste filme, embora Mickey Rooney já tivesse feito algo semelhante dez anos antes.

5- Aconteceu em Havana (Week-End in Havana, Walter Lang, 1941)Week-End in Havana - Carmen Miranda, Cesar RomeroÉ o máximo ver esses filmes pré-revolução mostrando americanos indo passar o fim de semana em Cuba como se esta fosse o sítio da tia. Carmen está tentando colocar seu homem na linha, mas quando este é o grudado ao bigode indecente de Cesar Romero, então as coisas são mais difíceis. Menção indispensável ao lendário Hermes Pan a coreografar as cenas de dança, assim como o fez em That Night in the Rio.

6- O Príncipe Encantado (A Date with Judy, Richard Thorpe, 1948)Selena Doyle, Wallace Beery, Carmen Miranda (A Date With Judy)Filme deveras engraçado e prova de que Jane Powell definitivamente tinha talento para tudo. Powell e Liz Taylor, ainda adolescentes, confrontando Carmen por supostamente ser amante do pai de uma delas, estranhamente ela não coloca as pirralhas para correr e ainda se comporta como uma lady, algo bastante unusual às suas personagens que curtiam rodar literalmente a baiana. Mas falemos do que importa: como Robert Stack era gato, não?

7- Romance Carioca (Nancy Goes to Rio, Robert Z. Leonard,1950)Nancy Goes to RioDivertidíssimo musical da MGM, Jane Powell (que bem era a cara de Hayden Panettiere) arrasa nos números musicais seguida de uma eternamente deslumbrante Ann Sothern, enquanto Carmen dá o ar da graça em dois números e no flerte com Louis Calhern. O achado aqui são as adaptações para o inglês de clássicos nacionais tal como Carinhoso transmutada na bela Love Is Like This e que pode ser conferida no Loronix.

8- Serenata Tropical (Down Argentine Way, Irving Cummings, 1940)Down Argentine Way (1940) CARMEN MIRANDA & BANDO DA LUAAh! Don Ameche de novo! E argentino! E lindo como sempre! O primeiro filme hollywoodiano de Carmen é um samba do crioulo doido estilístico, um tipo de coisa usual aos musicais do período, em especial aos da Fox,  empresa sempre meio destoante comparada ao desbunde da MGM que tinha em mãos roteiros claramente mais elaborados com Gene Kelly e Judy Garland. Conta com um deslumbrante número dos Nicholas Brothers, enquanto Carmen canta ao lado do Bando da Lua como em praticamente todos seus filmes futuros. O que me agoniza é a falta do tango, Ameche e Betty Grable a praticar o ato seria mais do que interessante e Carmen adorava o tango.

9- Sonhos de Estrela (Doll Face, Lewis Seiler, 1946)Doll Face (1946)Baseado numa peça de Gypsy Rose Lee, como sempre com seus devidos traços autobiográficos, é um dos raros filmes pé-no-chão de que Carmen participou, mesmo sendo o nome de sua personagem um dos mais bizarros que já ouvi: Chita Chula. Você não estranharia alguém com tal nome, meu deus? Apesar da presença sempre deslumbrante de Vivian Blaine, é um filme bastante esquecível, especialmente para os fãs de Carmen, pois há bem pouco de sua presença.

10- Copacabana (Alfred E. Green, 1947)Copacabana - Groucho Marx, Carmen MirandaEste promete mais do que cumpre, único filme de Miss Carmen como protagonista, dividindo o crédito com ninguém menos que Marx, o Groucho. Depois que acabou-se a política da boa vizinhança de Roosevelt, era natural que Carmen fosse jogada para escanteio em Hollywood e esta foi sua última chance de se firmar como protagonista, por n razões este filme não emplacou e com isso praticamente esvaiu-se suas chances em Hollywood num período em que sua deterioração física já era ascendente.

11- Quatro Moças num Jeep (Four Jills In A Jeep, William A. Seiter, 1944)Four Jills and a JeepUm daqueles filmes estranhos que os estúdios americanos gostavam de fazer durante a Segunda Guerra, com um monte de astros “interpretando a si próprios” divertindo soldados no front. A verdade é que esse tipo de filme me irrita deveras, mas ainda se salva a participação de Carmen e a de Jimmy Dorsey e sua orquestra que bem estavam usando penicos no trompete que eu sei!

Nota: É claro que não vi vários dos filmes com Carmen, especialmente os que fez em solo brasileiro que bem sabemos não é um país que preserva com muito esmero o seu passado fílmico e os americanos que tantas coisas preservam dela não fazem a mínima idéia do quão importante e revolucionária foi esta grande mulher aqui no Brasil. Esses que citei não têm ordem clara de preferência, pois alguns deles assisti há muitos anos e mal me lembro. Ah, também faltou um outro filme que ela fez com o Don Ameche, até saiu no Box dela nos EUA, mas esse não perdôo.

Não Toque na Mulher Branca (Touche pas à la Femme Blanche, 1974)

Publicado em ANOS 70, COMÉDIA, IMPRESSÕES, MUSAS, SÁTIRA por Georgina Spiggott em Fevereiro 3, 2009

Touche pas à la Femme BlancheMastroianni para Deneuve: Você me lembra a Maureen O’Hara em E o Vento Levou (!?!).

Não tem Paul Newman, nem Joel McCrea ou Keith Carradine, o melhor Buffalo Bill do cinema é Michel Piccoli!!!
Ugo Tognazzi é um índio, Marcello Mastroianni é o General Custer, Serge Reggiani é o índio careca e maluco, Alain Cuny é o Touro Sentado e o pai do Piccoli é pai do Touro Sentado, enquanto um antropólogo comilão parece ter saído diretamente de La Grande Bouffe saracotenado no velho oeste em plena Paris e isso tudo sob a batuta do presidencialíssimo Richard Nixon. Mais um desses divertidíssimos tratados de Ferreri sobre a política internacional, academicismo e cultura de massa, não servindo apenas para os anos 70.

Osbourne Cox?

Publicado em ANOS 00, COMÉDIA, MUSOS, SÁTIRA por Georgina Spiggott em Dezembro 18, 2008

Burn After Reading (2008)Brad está completando 45 anos hoje, enquanto Chad reina absoluto e espero pelo Benjamin.

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O Heróico Covarde (Royal Flash, 1975)

Publicado em ANOS 70, AVENTURA, COMÉDIA, SÁTIRA por Georgina Spiggott em Dezembro 8, 2008

Royal Flash (1975)Esse acabei de ver pela primeira vez, já que é tempo de repassar a nata setentista, notei que já era hora de me enveredar por este Richard Lester que vergonhosamente havia deixado passar batido. A vergonha não vem só do fato de Lester ser um dos meus diretores britânicos favoritos, mas do elenco, oh, o elenco! Malcolm McDowell, Oliver Reed, Alan Bates, Florinda Bolkan, Alastair Sim, Lionel Jeffries e Britt Ekland, o crème de la crème do cinema inglês setentista, à exceção de uma cearense perdida alí no meio.
Saído imediatamente dos seus dois primeiros filmes sobre os Mosqueteiros, Lester continuou no mesmo clima aproveitando para usar da obra de seu roteirista de seus filmes anteriores, George MacDonald Fraser, convenientemente o autor da série literária britânica protagonizada pelo personagem Flashman e que roteirizou aqui seu próprio livro. Flashman é um típico herói picaresco britânico aos moldes de Tom Jones de Henry Fielding, inspirado numa personagem da série de livros de Thomas Hughes, George MacDonald Fraser construiu uma saga distribuída por cerca de doze livros, dos quais apenas o segundo foi adaptado para o cinema.
O plot de Royal Flash concentra-se em mais uma homenagem literária, a de O Prisioneiro de Zenda escrito por Sir Anthony Hope, mas ao contrário de mostrar a fictícia Ruritânia como alvo da intriga política na substituição do monarca por um sózia, as traquinagens de Sir Harry Paget Flashman tem como set a Alemanha em estado de reunificação pelas mãos de Otto Von Bismarck. Está todo mundo lá, Bismarck, Lola Montez, Ludwig I e até a presença constante da música de Wagner por todo o filme que ajuda a tornar um tanto quanto assustadora a encarnação de Oliver Reed como Otto Von Bismarck. Mas a qualidade mais impressionante deste filme é a duplicação de Malcolm McDowell, cuja bipartição de personagens me fez cogitar a presença de um sósia do ator quando encarnando o príncipe encarcerado, tamanho o abismo entre suas personalidades.
Por que apenas um dos livros de Flashy foi adaptado para o cinema? Simplesmente porque não foi o sucesso esperado, ao contrário do que acontecera aos Mosqueteiros que guardam o mesmo clima, humor e ação, alguma coisa deu errado e Royal Flash afundou. O porquê ainda não me é muito claro, pois é realmente um filme de imensa diversão tanto quanto foram os Mosqueteiros e de forma alguma tornou-se datado, aliás, pudera eu ir ao cinema hoje e encontrar aventuras como essa num shopping qualquer.ROYAL FLASH (RICHARD LESTER, 1975)

Os 25 anos de Blackadder

Publicado em ANOS 80, BLACKADDER, COMÉDIA, LONGAS, SERIADOS, VIDEOS por Georgina Spiggott em Dezembro 6, 2008

BLACKADDER THE THIRD - HUGH LAURIE, ROWAN ATKINSON & TONY ROBINSONOlha que coisa bunita, que coisa meiga, que coisa amada. Em outubro, aquela porcaria de tv inglesa (cuspite BBC) comemorou os 25 anos de Blackadder com várias declarações de amor, dentre elas esses documentários onde podemos relembrar dessa gente chata, sem graça e sem talento como Stephen Fry, Peter Cook, Hugh Laurie, Rowan Atkinson, Miranda Richardson, Richard Curtis, Tony Robinson, Ben Elton, Tim McInnerny, Jim Broadbent, Rik Mayall (woof! woof!), Simon Jones e mais uma porrada de gente insuportável. Se bem que é bem pouco em se tratando da melhor sitcom já produzida.

Blackadder: The Whole Rotten Saga

Blackadder’s Most Cunning Moments

Blackadder II

Rain of Madness (2008)

Publicado em COMÉDIA, CURTAS, IMPRESSÕES, LEGENDADO, MOCKUMENTÁRIO, SÁTIRA, VIDEOS por Adriana Scarpin em Outubro 27, 2008

É por isso que o Justin Theroux é foda, ao mesmo tempo em que é o queridinho do David Lynch é também um membro do Frat Pack. Gente sem frescura é o máximo. E só com o co-roteiro de Tropic Thunder nas costas ele ganhou os méritos para escrever o próximo Iron Man. Ah, claro, é ele que faz as vezes de Werner Herzog nesse curta (é o curta de 30 minutos mesmo, não a porra do trailer que andaram anunciando como curta), enquanto o Coppola fica por conta do Steve Coogan, claro.
A verdade é que gosto muito mais desse curta do que o Trovão Tropical propriamente dito (que é um filme bastante corrosivo como todo filme dirigido pelo Ben Stiller o é, achando graça ou não), lá as referências são infinitas e acabam transformando o filme num samba do crioulo doido (desculpa aí, “you people”!), aqui o foco é muito mais objetivo e uma única, constante e grande piada girando em torno do Herzog, com uma pitada de Apocalipse de um Cineasta, o deixa imensamente engraçado. Mas no caso sou meio suspeita para opinar, já que mockumentary é um dos meus gêneros cômicos preferidos.

Nota: Hoje já disse que amo o Bob? Necas do filme Satan’s Alley, só o trailer mesmo, auto-referência para relembrar os bons tempos do Downey com o Maguire em Garotos Incríveis…. Jimmy Jimmy Jimmy Jimmy, brincar um pouco com o fato de Tobey se parecer com Jake, Bob interpretar um australiano e ambos terem se tornado garotos Marvel. Trailers falsos deveriam mesmo se tornar um segmento no marketing de certos filmes.