Quixotando

Centenário de Henry Levin

Publicado em ANOS 60, FANTASIA por Georgina Spiggott em Junho 5, 2009

grimm Buddy Hackettgrimm Laurence HarveyRuss Tamblyn, Clinton Sundberg, Yvette Mimieux, Jim BackusThe Wonderful World of the Brothers Grimm (1962)  - Buddy HackettThe Wonderful World of the Brothers Grimm (1962)O Mundo Maravilhoso dos Irmãos Grimm (The Wonderful World of the Brothers Grimm, Henry Levin/George Pal, 1962)

*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!

Morreu Forrest J Ackerman (1916 – 2008)

Publicado em FANTASIA, FICÇÃO CIENTÍFICA, FOTOGRAFIA, HORROR, MORTES por Georgina Spiggott em Dezembro 4, 2008

Forrest Ackerman

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Tim Burton completa 50 anos

Publicado em ANOS 00, AVENTURA, COMÉDIA, FANTASIA, ROMANCE, SCREENSHOT por Georgina Spiggott em Agosto 25, 2008

Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas (Big Fish, 2003)

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Submarino Amarelo (The Beatles’ Yellow Submarine, 1968)

Publicado em ANIMAÇÃO, ANOS 60, COMÉDIA, FANTASIA, LONGAS, MUSICAL, ROCK, VIDEOS por Georgina Spiggott em Junho 28, 2008

Lucifer Rising (1972)

Publicado em CURTAS, EXPERIMENTAL, FANTASIA, VIDEOS por Georgina Spiggott em Junho 17, 2008

A animação intangível de Wladyslaw Starewicz (a.k.a. Ladislas Starevitch)

Publicado em ANIMAÇÃO, ANOS 10, ANOS 20, ANOS 30, ANOS 40, CONTOS, FANTASIA, IMPRESSÕES, INFANTO-JUVENIL por Adriana Scarpin em Junho 10, 2008

O animador franco-russo-polonês Wladyslaw Starewicz é quase um desconhecido até para os aficionados pela sétima arte quando deveria estar no top 5 dos maiores e mais importantes cineastas das primeiras décadas do cinema. Pessoas conceituadas como Terry Gilliam clamam por seu nome ao citar os maiores animadores de todos os tempos, mas clamá-lo-ei não como um dos melhores, mas como o melhor num puro estado singular.
Eis que se apresenta o gênio primordial da animação em stop motion, o russo Wladyslaw Starewicz. Nascido no mesmo ano de gênios literários como Virginia Woolf e James Joyce em uma parte da Polônia na época pertencente à Russia, Starewicz estava também destinado a ser um artista revolucionário da linguagem, mas de uma distinta arte, a do cinema. Tão importante para a história da sétima arte como George Mélies, D.W. Griffith, Chaplin ou Eisenstein, Starewicz é quase desconhecido do grande público e até mesmo entre os estudiosos e profissionais de cinema.
Filho de pais poloneses e vindo ao mundo no ano de 1882, Starewicz passou a infância mudando da Lituânia para a Estônia, estudou artes em São Petersburgo, voltou para a Lituânia e assumiu a direção do Museu de História Natural de Kaunas onde deu início à sua mistura de arte com entomologia em pequenos curtas documentais sobre o assunto produzidos para o museu.
A primeira década do século XX foi um tempo de grande experimentação no stop motion com pequenos e decisivos curtas, derivados do trabalho de gente como Émile Cohl e Segundo de Chomón, em uma época que o cinema ainda era a 16 quadros por segundo nem por isso tornava a animação de objetos manualmente frame-by-frame menos trabalhosa ou restrita a poucos experimentalistas. Reconhecendo a grande arte que havia no trabalho de Émile Cohl, Starewicz voltou para a Rússia e juntou-se a Aleksandr Khanzhonkov na primeira companhia de cinema russa resolvido a fazer parte deste seleto grupo de artesões de grande paciência, exercendo sua criatividade narrativa em pequenas histórias populares de grande verniz literário.
Pioneiro do uso de motion blur aliado à animação stop motion, que é a técnica fotográfica que capta não apenas o espaço, mas também o tempo da imagem, por essa técnica Starewicz pôde manusear os insetos com arames escondidos tornando mais eficaz a ilusão do movimento de cada frame sem que os fios aparecessem e apaixonado por entomologia desde a infância, seu estudo sobre insetos ajudou-o a modelar alguns de seus bonecos depois que deixou de usar reais animais mortos em seus filmes, além de outros modelos de animais feitos em couro e feltro.
Desse período em Moscou trabalhou em dezenas de filmes para diversas companhias e chegou a ser condecorado pelo Czar Nicolai II pelo seu desempenho nas artes russas, mas quando eclodiu a Revolução de 1917 na Rússia deu-se o posterior embate entre o Exército Vermelho e o Exército Branco, tendo este último o apoio dos cineastas russos, Starewicz precisou fugir da Rússia com sua família depois da supremacia conquistada pelos Vermelhos na luta pelo poder.
Refugiado na França, Starewicz se tornou um cineasta ainda mais artesanal e familiar, mesmo recebendo convites de grandes estúdios americanos, estabeleceu-se numa comuna nos subúrbios de Paris, onde a ajuda de sua esposa Anna e sua filha Irina foram amplamente essenciais para o seu amadurecimento e sofisticação como cineasta, além da fácil assimilação da cultura francesa transposta visivelmente para a atmosfera de seus filmes, cultura esta que o acolheu até o fim da vida no ano de 1965.

Então que fique aqui uma singela seleção de alguns dos melhores e mais conhecidos curtas do gênio Ladislas para aqueles que desejam conhecer seu essencial trabalho:

Mest Kinematograficheskogo Operatora (1912): Um conto picaresco de ciúme e traição, onde Starewicz chega ao ápice de sua animação utilizando insetos demonstrando características humanas num estudo sobre sexo e infidelidade na hipócrita sociedade russa da época. Não é o melhor, mas é certamente o mais impressionante curta de Starewicz, pela enorme expressividade nos movimentos corporais dos insetos mortos e pelo exímio estudo das relações humanas apresentada na narrativa.

Rozhdestvo Obitateley Lesa (1913): Um belo conto de Natal em que insetos celebram a festa com a ajuda do pequeno papai Noel da árvore de natal de um recato familiar. A narrativa tem um refrescante humor pré-revolução russa e a utilização de insetos mortos ainda está lá.

Strekoza i muravey (1913): Versão russa da fábula de Esopo, também recontada por La Fontaine e Krylov “A Cigarra e a Formiga”, segue a mesma técnica dos insetos com comportamento humano e grande expressividade nos movimentos belamente orquestrados.

Liliya Belgii (1915): Em uma alegoria política, Starewicz toma as dores da recém invadida Bélgica durante a Primeira Guerra Mundial, mostrando um embate entre os intolerantes insetos invasores e os pacíficos moradores de uma bela floresta, onde o lírio como símbolo universal é a representação máxima da paz, beleza e tolerância. É um dos seus primeiros filmes a mesclar pessoas em filmagem live action com as figuras animadas do stop motion, mesmo que sejam em distintas locações.

Les Grenouilles qui Demandent un Roi (1923): No mais político dos curtas de Starewicz, vemos a transposição da fábula As Rãs em Busca de um Rei de Esopo, por mais que se possa encontrar a sombra de um recém expatriado da Revolução Russa na posição de um povo sempre insatisfeito com seu governante ou até com a falta do mesmo, a intenção alude à insatisfação permanente do ser humano e consiste em uma fábula política para qualquer geração.

La Voix du Rossignol (1923): Com a participação de sua filha Irina apenas como atriz assinando o nome Nina Star, é um conto libertário, ecológico e de grande melancolia. Utiliza pássaros moldados que parecem empalhados tamanho o primor artesanal e foi belamente colorido a mão.

La Petite Chanteuse des Rues (1924): Um belo conto de pura poesia onde uma família pobre é ajudada por um macaquinho, curiosamente é um dos curtas que menos se aprofundam em fantasia e com pouco uso de stop motion, pois o boneco-macaco divide os méritos com um animal vivo a interagir com um elenco predominantemente de carne e osso.

Le Rat de Ville et le Rat des Champs (1927): Os mesmos bonecos perfeitamente moldados como ratos misturados a gatos vivos e movimentos de grande expressividade são suas críveis personagens, esta é outra rendição à La Fontaine com a fábula O rato da cidade e o do campo. Aqui Starewicz se rende a comédia pastelão, satirizando a excessiva e mesquinha vida que levam os que moram nas metrópoles em relação aos que vivem no campo.

L’Horloge Magique ou La Petite Fille qui Voulait être Princesse (1928): Já se aventurando em projetos de uma duração maior, este média-metragem é um sofisticado projeto que une brilhantemente o live-action ao stop-motion, fazendo uso da técnica de Model Animation recém vista no filme The Lost World de 1925. É quase como um laboratório para o que viria a ser Le Roman de Renard e funciona como dois curtas amarrados pela presença de Nina Star, na primeira metade a ação se desenrola a partir da visão de Nina sobre o relógio mágico construído pelo avô que dá vida a uma fábula medieval, na segunda metade o onírico toma seu lugar, durante seu sono tem pesadelos de que está sendo atacada por árvores e seres da floresta.

La Petite Parade (1928): Baseado no conto O Soldado de Chumbo de Hans Christian Andersen, fazendo alusão a outros contos do mesmo como A Pequena Sereia e uso de pequenos detalhes tétricos que tanto aprazia ao cineasta.

Le Roman de Renard (1930): Baseado na versão de Goethe para a fábula medieval de Renard, a velha raposa, é o mais ambicioso dos filmes de Starewicz. Pela primeira vez co-dirigindo com sua filha Irene e usando a sua habitual técnica de movimentos, ele nos traz seu primeiro e único longa, que levou 10 longíquos anos para estar pronto e cujos bonecos foram feitos em estatura humana tornando-os mais fáceis de manuseá-los, mas nem por isso mais práticos de serem animados. Comédia picaresca por excelência, nossa cínica Raposa é retratada com o habitual humor ferino de Starewicz, golpeada com uma atemporal sátira política e seguindo os mesmos motes narrativos do romance pícaro onde acompanhamos a evolução imoral do anti-herói nas suas traquinagens de mentir, dissimular e roubar.

Le Lion Devenu Vieux (1932): Mais uma vez Starewicz se rende a La Fontaine na terra natal do mesmo, aqui a versão mistura o stop motion de animais de pano com seus ainda amados insetos para contar uma das melhores fábulas do francês: O Leão Decrépito.

Fétiche (1934): Considerado por muitos a obra prima de Starawicz, é o mais original e bem narrado de seus curtas, mistura bonecos de couro e feltro com figuras humanas em live action. Conta a saga de um cãozinho de brinquedo perdido nas ruas de uma metrópole querendo voltar para sua antiga e pobre dona para entregar-lhe uma laranja. Uma bela alegoria para a depressão que também atingiu a Europa e com grande sentido de caridade. Tecnicamente é um dos mais perfeitos trabalhos da animação em stop motion já produzidos, a famosa sequência de Baile do Diabo peca pelo primor e torna ainda mais visível a grande influência em gente como Jiří Trnka, Norman McLaren, Jan Svankmajer, Brothers Quay e Henry Selick.

Fétiche en Voyage de Noces (1936): Em parte um musical cômico, parte aventura, feito em parceria de sua filha Irene durante a fase francesa, o uso do stop motion se faz com bichinhos de pano ferozmente detalhistas aludindo às suas personalidades e seus comportamentos durante uma viagem de navio.

Fleur de Fougère (1949): Baseado num conto do novelista russo Józef Ignacy Kraszewski que trata do mito eslavo de que na noite de São João um tipo de samambaia floresce e quem conseguir colher tal flor antes do cantar do galo terá tudo que mais lhe aprouver. É mais um conto moral de que nada adianta viver num mundo de fantasia cheio de luxos materiais se o amor verdadeiro não está presente. A paciência e técnica de Ladislas ainda fazem corar aqueles que em tempos de computador podem ter qualquer Stop Motion Pro para disfarçar a mediocridade artística da contemporaneidade.

Carrousel Boréal (1958): É o canto do cisne de Ladislas, com ele vem mais um belo conto infantil sobre amizade, trabalho e fugacidade do tempo. É também o que mais se aproxima do stop motion contemporâneo em técnica e estilo, tais como James e o Pêssego Gigante e O Estranho Mundo de Jack.

Les Contes de l’Horloge Magique (2003): Recompilação de La petite fille qui voulait être princesse, Petite Chanteuse des Rues e Petite Parade, editados e restaurados pelo contemporâneo animador francês Jean Rubak, adicionando a narração do cultuado ator Rufus.

Wladyslaw Starewicz

Publicado em ANIMAÇÃO, ANOS 10, ANOS 20, ANOS 30, ANOS 40, CURTAS, DOWNLOAD, DRAMA, FANTASIA, MUDOS, SÁTIRA, VIDEOS por Georgina Spiggott em Junho 9, 2008

Está para estreiar minha coluna na sessão de cinema do OPS (é, já estou cansando de blog e de tudo que resta na vida blá blá blá), convido todos a dar uma passada por lá de vez em quando, pois alí estarei a escrever umas coisas menos ruins do que escrevo por aqui e menos pessoais (querendo ou não essa purrinha é um blog pessoal). Meu primeiro assunto é o quase-desconhecido animador franco-russo-polonês Wladyslaw Starewicz (Ladislas Starevitch, Starewicz, Ladislaw Starewitch, Starewitsch etc tetc…) quando ele deveria estar no top 5 dos maiores e mais importantes cineastas das primeiras décadas da sétima arte.
Pessoas conceituadas como Terry Gilliam clamam por seu nome ao citar os maiores animadores de todos os tempos, mas clamá-lo-ei não como um dos melhores, mas como o melhor num puro estado singular.

A Vingança do Cameraman (Mest Kinematograficheskogo Operatora, 1912)

E alguns de seus outros filmes que podem ser encontrados online:

O Natal dos Insetos (Rozhdestvo Obitatelei Lesa, 1913)

A Cigarra e a Formiga (Strekoza i muravey, 1913)

A Voz do Rouxinol (La Voix du Rossignol, 1923)

As Rãs à Procura de um Rei (Les Grenouilles qui Demandent un Roi, 1923)

O Rato da Cidade e o Rato do Campo (Le Rat de Ville et le Rat des Champs, 1927)

O Leão Decrépito (Le Lion Devenu Vieux, 1932)

O Mascote (Fétiche, 1934)

O Navegador (Fétiche en Noyage de Noces, 1936)

Flor de Samambaia (Fleur de fougère, 1949)

E os que são encontrados no Emule:

Lírio da Bélgica (Liliya Belgii, 1915)

O Conto da Raposa (Le Roman de Renard,1930)

Carrossel Boreal (Carrousel Boréal, 1958)

Contos do Relógio Mágico (Les Contes De L’horloge Magique, 2003)

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Danse macabre (1922)

Publicado em ANOS 20, CLÁSSICO, CURTAS, FANTASIA, HORROR, MUDOS, MÚSICA, POESIA, VIDEOS por Georgina Spiggott em Junho 1, 2008

DANÇA MACABRA (Charles Baudelaire)

A Ernest Christophe

Emproada como viva, orgulhosa a estatura,
Com seu grande buquê, mais as luvas e o lenço,
Possui a languidez como a desenvoltura
De uma coquete magra e de ar de sonho imenso.

Viu-se um dia num baile um porte assim delgado?
O vestido abundante e de real esplendor
Tão excessivo rui sobre um pé apertado
Por escarpim galante e lindo como flor.

Estes fofos que tem aos bordos das clavículas,
Como um lascivo arroio a ir de encontro ao rochedo,
Vedam pudicamente, e das vistas ridículas,
O fúnebre fulgor que ela guarda em segredo.

Tem o vazio e a treva a morar na pupila,
E seu crânio, de flor sabiamente toucado,
Sobre as vértebras tão molemente vacila,
- Ó fascínio do nada em loucura ataviado!

Alguns te fitarão como a caricatura.
Nunca há de compreender amante material,
O garbo singular desta humana armadura.
Tu, meu grande esqueleto, és meu único ideal.

Vens agora turbar, com feição zombeteira,
A festa desta Vida? Algo em ti deve arder
Para esporear assim tua viva caveira,
Levando-a ingenuamente ao sabá do Prazer?

Ao canto do violino, às candeias tão frias,
Esperas expulsar teu pesadelo então?
Para após suplicar à torrente de orgias
Que este inferno refresque a arder no coração?

Inesgotável poço e de culpa e defeito!
Da sempiterna dor eternal alambique!
As costelas, que são as grades de teu peito,
O insaciável réptil deixam que eu verifique.

Vivo sempre a temer que os teus airados ares
Não encontrem jamais um preço ao seu valor;
Que coração mortal te entende se zombares?
Só embriagam quem é forte os encantos do horror!

- Do fundo deste olhar, cheio de horríveis vôos,
Nasce a vertigem: e os dançarinos prudentes
Nunca irão contemplar, sem amargos enjôos,
O sorriso eternal dos seus trinta e dois dentes.

Mas quem nunca abraçou um esqueleto, em suma,
E quem não se nutriu de ares de campo santo?
O que importa o que veste, orna, pinta ou perfuma?
Como posso pensar que te olhem com espanto?

Cortesã sem nariz, baiadeira patética,
Dizes a estes que a dançar te miram ofuscados:
- “Casquilhos, apesar de toda a arte cosmética
Cheirais a Morte, ó Esqueletos perfumados!

Mirrados Antinoés, dândis de face glabra,
Defuntos de verniz, D. Joãos encanecidos,
O abalo universal desta dança macabra
Vos atrai a outros sóis sempre desconhecidos!

Do cais frio do Sena ao do Ganges inquieto,
Salta e desmaia agora o rebanho mortal
Ignorando a trombeta do anjo que, do teto,
Soa, sinistra e aberta, um trabuco fatal.

E sob todos os céus sempre a Morte te admira
Em tuas contorções, atroz humanidade,
E às vezes como tu, perfumada de mirra,
Sua ironia junta à tua insanidade”.

A Morte Cansada / Destiny / Between Two Worlds (Der Müde Tod, 1921)

Publicado em ANOS 20, EXPRESSIONISMO, FANTASIA, LONGAS, MUDOS, VIDEOS por Georgina Spiggott em Março 2, 2008

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A Felicidade não se Compra (It’s a Wonderful Life, 1946)

Publicado em ANOS 40, DRAMA, FANTASIA, LONGAS, VIDEOS por Georgina Spiggott em Fevereiro 18, 2008