Quixotando

Centenário de Michael Rennie

Publicado em ANOS 50, FICÇÃO CIENTÍFICA, MUSOS por Georgina Spiggott em Agosto 25, 2009

The Day the Earth Stood Still (1951) Lock Martin, Michael RennieMichael Rennie was ill
The Day the Earth Stood Still
But he told us where we stand

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Semana John Hughes: #5 Mulher Nota 1000 (Weird Science, 1985)

Publicado em ANOS 80, COMÉDIA, DOWNLOAD, FICÇÃO CIENTÍFICA, IMPRESSÕES, SCREENSHOT, SOUNDTRACK, VIDEOS por Adriana Scarpin em Agosto 12, 2009

É possível que este seja até o pior filme de John Hughes, mas putz, como eu amo essa coisa toda. Além de aprendermos que Hughes também não gosta de militares (ao lado de palhaços e professores), há Oingo Boingo, fantasias juvenis, ficção científica, Mad Max, Quadrilha de Sádicos, Mary Poppins, Frankenstein, Bob, Kelly, Bill e, especialmente, há o crème de la crème atendendo pelo nome de Anthony Michael Hall. Hall é o equivalente a deus no universo hugheano e é possível que esteja no topo icônico juvenil da década de 80, deixando para trás gente como Molly Ringwald, Michael Fox, Ralph Macchio e Matthew Broderick. Portanto, a salva de palmas aqui vai sobretudo ao senhor Hall, ator favorito e usual alter ego de John Hughes.Weird Science - Anthony Michael HallWeird Science - Kelly LeBrockWeird Science - Kelly LeBrock, Anthony Michael Hall & Ilan Mitchell-SmithWeird Science - Robert Downey Jr & Robert RuslerWeird Science (1985) - Anthony Michael HallWeird Science - Vernon Wells - Mad MaxWeird Science - Bill PaxtonWeird Science - Kelly LeBrock & Anthony Michael HallWeird Science - Ann Coyle & Ivor BarryWeird Science - Kelly LeBrockWeird Science - Robert Downey JrWeird Science - Anthony Michael Hall & Ilan Mitchell-SmithWeird Science - Jennifer Balgobin & Vernon WellsWeird Science - Judie Aronson & Suzanne SnyderWeird Science - Robert Downey Jr, Anthony Michael Hall, Ilan Mitchell-Smith & Robert RuslerWeird Science - Kelly LeBrockWeird Science - Bill Paxton, Anthony Michael Hall, Ilan Mitchell-SmithWeird Science - Anthony Michael Hall, Ilan Mitchell-SmithWeird Science (1985) - Bill Paxton & Ilan Mitchell-SmithWeird Science (1985) - Kelly LeBrock, Anthony Michael Hall & Ilan Mitchell-SmithWeird Science - Vernon WellsWeird Science - Kelly LeBrock, Anthony Michael HallWeird Science - Suzanne Snyder & Anthony Michael HallWeird Science (1985) - Anthony Michael Hall & Ilan Mitchell-SmithWeird Science - Anthony Michael HallWeird Science - Bill PaxtonWeird Science - Kelly LeBrock, Anthony Michael Hall & Ilan Mitchell-SmithWeird Science - Kelly LeBrockGo ahead… make your day?

Weird Science - Kelly LeBrock, Anthony Michael Hall & Chino 'Fats' WilliamsFats, man, let me tell you my story, man. Last year, I was insane for this crazy little 8th-grade bitch. I was nuts for the woman, man. I’m tellin’ the truth here.

Weird Science - Michael BerrymanCan we keep this between us? I’d hate to lose my teaching job.

Weird Science - Anthony Michael HallWhy don’t you shut up, bitch? And as for your ugly ass, you don’t come into my friend’s house with your faggot friends, driving your motorbikes all over his floors, stinking up the place – and you do stink. You’re going to let go of the girls and apologize to all these people. Get on your bikes. Pedal your ugly asses out of here.

Weird Science (1985) - Kelly LeBrockI can be a real serious bitch if I don’t get what I want.

Weird Science - Anthony Michael Hall & Ilan Mitchell-Smith- This is an excellent chance for you to prove your bravery and courage. - Those are outdated concepts. – Don’t let John Wayne hear you say that. - The man is dead!

Soundtrack

Nota: Para quem nunca viu Weird Science com o áudio original, recomendo dar uma revisada, só para ver o Hall na cena do bar de blues, é um gênio de 17 anos que se apresenta alí. E vale também para não perder o irresistível sotaque britânico da dona Kelly LeBrock.

*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!

Plus 1968: Hors Concurs de todos os tempos

Publicado em ANOS 60, FICÇÃO CIENTÍFICA, MELHORES FILMES, SCREENSHOT, WESTERN por Georgina Spiggott em Abril 29, 2009

C'era una volta il West2001Era Uma Vez No OesteUma Odisséia no EspaçoOnce Upon a Time in the WestA Space Odissey1968 era um impasse que muito me preocupava, pois datam dalí os dois filmes que há muitos anos se alternam no primeiro lugar e segundo lugar de maiores filmes já feitos os quais nem sequer podem dividir um post com os outros reles mortais. Gosto mais de Era Uma Vez no Oeste por alguns motivos e gosto mais de 2001 por outros, a confluência de temas entre eles é gritante, temas estes que me são muito caros, mas nunca pude ter por muito tempo a certeza em absoluto de qual seria mesmo o meu favorito de todos os tempos, tal impasse vem ocorrendo há muitos anos, muitas revisões e outros filmes depois. Aí o Lucas, mais uma vez salvando minha vida, veio com essa idéia que muito me apeteceu de colocá-los à parte dos reles mortais e foi isso que fiz. É por isso que penso em fundar uma igreja, só para poder financiar os filmes do Lucas, só para ele poder salvar a vida de muito mais gente além da minha.

Morreu Forrest J Ackerman (1916 – 2008)

Publicado em FANTASIA, FICÇÃO CIENTÍFICA, FOTOGRAFIA, HORROR por Georgina Spiggott em Dezembro 4, 2008

Forrest Ackerman

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Arquivo X: Eu Quero Acreditar (The X-Files: I Want to Believe, 2008)

Publicado em ANOS 00, ANOS 90, ARQUIVO X, FICÇÃO CIENTÍFICA, IMPRESSÕES, SERIADOS por Adriana Scarpin em Agosto 14, 2008

X FILES 2 - POSTER

Faço gozo de algumas coisas que têm  sido ressuscitadas este ano como Sex and the City e Indiana Jones, pois voltaram à vida sem perdas realmente consideráveis, mas me pergunto se foi para o bem ou o mal mais um regurgitar ectoplásmico de Arquivo X. Digo mais um porque o fim da sétima temporada marcou uma reviravolta que desencadeou praticamente um novo seriado e com a saída definitiva de Duchovny ao final da oitava fez-se com que a nona e última se tornasse verdadeiramente estéril, mesmo com clima de Exterminador do Futuro dando direito a Robert Patrick e tudo.
É tudo muito sure-fine-whatever neste filme. Só para se ter uma idéia, o último Indiana Jones era cem vezes mais Arquivo X do que este I Want to Believe e quando algo que o influenciou se torna mais próximo do que o próprio influenciado é porque alguma coisa não deu certo. Foi dito que este segundo longa veio a público para conquistar as novas gerações – Foda-se as novas gerações! – o que eles tinham que fazer era agradar aos velhos fãs e não parecer que o filme está com crise de meia idade e largou a esposa para sair com garotas de 20 anos, mesmo porque essas tais novas gerações estão encharcadas em Lost e não vai ser um filme convencional equivalente aos mais medíocres episódios que os farão descobrir o seriado propriamente dito. Para os antigos fãs o que sobra são as escassas piadinhas infames de Foxy, os lápis grudados no teto, as sementes de girassol, a beleza interminável de Scully e a careca do Skinner.
Manja aquelas oscilações espaciais e temporais que existem no universo das HQs? Pois é, deu-se a entender que este filme se passa numa realidade alternativa onde fatos de extrema importância foram completamento ignorados. Como assim o Mulder perdoado? Os alienígenas não estavam todos no alto escalão dos orgãos públicos, cadê os ets que mandavam no FBI? Cadê os super-soldados? Cadê a Reyes e o Doggett? Foxy ficou quietinho durante 6 anos? O que aconteceu com tudo e todos? E o William que seria o John Connor dos alienígenas, perdeu mesmo os poderes? Era isso que os antigos fãs estavam procurando e não padres pedófilos com uma “reciclagem Eli Roth” de The Post-Modern Prometheus.
Foi aí que aconteceu a tal tentativa de reaproximação da aura do cinema B dos anos 50/60 que tanto deu certo no seriado, com uma versão gay de O Cérebro que não Queria Morrer (The Brain That Wouldn’t Die), a premissa seria boa se a climatização não estivesse toda errada e enfadonha de se acompanhar. Até a sempre excelente Gillian Anderson acabou me assustando com sua nova Scully um tanto quanto descontrolada, logo ela que sempre manteve a fleuma, só para uma visualização mais precisa, Dana aqui estava mais tensa do que quando estava grávida e o Foxy foi abduzido e morto. Nem mesmo o relacionamento de Foxy e Dana nos cativa mais, agora eles tem um relacionamento desgastado pelo tempo e pela falta de objetivo comum, mas ao menos Foxy apareceu barbudo e desgrenhado condizendo mais com sua personalidade do que aquele visual mauricinho-FBI-tão-anos-90 das antigas. É tudo muito deprimente e indica que tudo está velho e cansado, inclusive o público. Quero sim um outro longa, mas quero a invasão do planeta terra de 22 de dezembro de 2012, onde muita coisa tem que ser explicada já que ainda há muita vida para o Foxy se redimir, mesmo porque um homem que chegou a ficar 3 meses enterrado vivo (!!!) pode tudo e segundo a antológica participação de Peter Boyle na terceira temporada, Foxy vai acabar morrendo mesmo é de asfixiofilia, a popular asfixia erótica do sadomasoquismo. Ou será que ele errou de seriado e isso acontecerá mesmo é com o Hank Moody?

Nota: Tem uma coisa que gostei deveras, o momento em que Fox e Dana adentram a sede do FBI e se deparam com a foto do Bush Jr ainda no corredor enquanto são tocados alguns acordes da música tema do seriado e aquele ar de cumplicidade sorrateira é visulaizado em suas faces. Além de deixar claro a posição política dos envolvidos, isso também é uma “sutil” alusão à tomada do poder por alienígenas, indicando que Bush Jr é um deles e tem ajudado na colonização. Repassando a cronologia do seriado é possível ver que ascenção dos super-soldados em cargos de alto escalão coincidiu com a entrada de Bush Jr na presidência, assim como os primeiros dos mesmos foram “testados” na Guerra do Golfo durante o mandato do Bush Sr. É, gosto mesmo de conspirações, hehehe

Arquivo X: Jose Chung’s From Outer Space (The X-Files, 1993-2002)

Depois da decepcionante volta aos cinemas do meu, do seu, do nosso “Spooky” Mulder, nada mais prazeroso do que lembrar os melhores momentos do mais sensacional episódio do seriado, o totalmente alucinado e cômico Jose Chung’s From Outer Space. O que mais me deixa frustada quanto ao seriado, foi o fato do roteirista deste entre outros dos melhores episódios, Darin Morgan, ter escrito tão pouco. O meu segundo episódio em preferência é o não menos infame e também escrito por Morgan, War of the Coprophages, no melhor estilo “O ataque das baratas assassinas do espaço sideral”. Há outros do Morgan de que gosto bastante como aquele com a participação impagável de Peter Boyle, Clyde Bruckman’s Final Repose, uma outra grande homenagem ao cinema só que agora pendendo mais para o cinema mudo, ou ainda aquela declaração de amor a Tod Browning no episódio Humbug com direito àquele maldito anão de Twin Peaks e Carnivale.GILLIAN ANDERSON - THE X FILES - ROLLING STONE
Ok, Dana é ótima, mas não preciso pensar duas vezes para entender que sempre fora meu companheirinho arquetípico a chamar minha atenção e que Fox Mulder é o segundo melhor agente do FBI da cultura pop, só perdendo para o eternamente inatingível Dale Cooper de você-sabe-qual-série. O complemento de Scully e Mulder não é só necessário para arrematar a narrativa, como foi essencial para que a série fizesse sucesso com a perfeita união do manter os pés no chão de Dana para com Fox e o abrir de mentes de Fox para com Dana, algo que deveria ser mais comum no nosso dia-a-dia, mas que infelizmente pouco acontece por mero preconceito, superficialismo e crença em verdades absolutas.
Arquivo X foi uma das pouquíssimas séries que conseguiu prender a atenção do meu irrequieto espírito juvenil, não a ponto de acompanhá-la religiosamente, mas ao menos de lembrar de ligar a tv para assistí-la nas noites em que era exibida na Rede Record. É também o segundo melhor seriado americano dos anos 90, só perdendo para aquele você-sabe-qual e com lugar cativo naquela galeria seleta de culto de ficção científica ao lado de Jornada nas Estrelas no passado ou atualmente Lost. Seriados de grande sucesso hoje como Heroes, Lost, 4400, Supernatural muito devem a Arquivo X, este seria quase como o objeto de transição entre tais seriados e coisas passadas como Twilight Zone, Invaders, Kolchak (o original) e Alfred Hitchcock Presents.
Arquixo X estruturou-se de forma peculiar, alternando episódios que seguiam uma lineariedade factual sobre alienígenas e outros episódios isolados sobre outros mitos como pé grande, vampiros, lobisomens, zumbis, bruxas etc, mas o grande mistério essencial da série girava mesmo em torno dos alienígenas e a invasão dos mesmos no Planeta Terra. O seriado é uma grande homenagem ao cinema B de ficção científica e horror, o clima de constante paranóia que assolou o gênero nos anos 50, de Don Siegel a Jack Arnold até o mais puro e delicioso trash a lá Gerardo de Leon, Bert Gordon, Roger Corman e Kurt Neumann, não deixando de avançar em homenagens claras à John Carpenter, Steven Spielberg, Tod Browning, James Whale (no também sensacional The Post-Modern Prometheus), Alfred Hitchcock, Nicolas Roeg, e Ridley Scott dos bons tempos, entre outros, especialmente em torno de Silêncio dos Inocentes, cujo personagem de Jodie Foster serviu como molde para o de Gillian Anderson, com sobras até para o melhor cinema conspiratório como Todos os Homens do Presidente, JFK, Sob o Somínio do Mal, A Conversação, Blow Out e Up. Até A Última Tentação de Cristo e Rashomon acabam por ter o seu pedaço desso bolo gigante, no caso do último através do vampiresco e ótimo Bad Blood.
O que me faz gostar tanto do Mulder é sua mente aberta sem nunca deixar de ser desconfiado e lógico, muito de qualquer tipo de iconoclastia é vulgar e irracional, pelo simples fato de tentar “debunkar” algo, de que é necessário uma prova irrefutável, mas tal prova não é encontrada também do contrário, muitas vezes esses mesmos que se proclamam tão racionais são os de atitude mais ilógicas e beirando ao fanatismo, particularmente não vejo distinção alguma entre um fanático religioso e um fanático cético, ambos estão tão imersos em suas próprias verdades que não conseguem ver nada além de seus umbigos, cá entre nós não dá para chamar de racional e lógico alguém que defente ferrenhamente a inexistencia de qualquer coisa sem as mesmas provas que este tipo de mentalidade tanto proclama. O Mulder é lógico, mas para os padrões gerais ele é um “spooky” porque não ousa fechar sua mente para possiblidade alguma, acredita em tudo até que lhe provem o contrário, porque apesar da verdade estar lá fora, é bem difícil conseguir enxergá-la.

Nota 1: Sabe o que é mais estranho ao ver aquele longa praticamente uma década depois? É que justamente agora quando finalmente David Duchovny havia sublimado a aura de Fox para o público e se convertido no inesquecível Hanky Moody, o desgraçado volta ao Spooky. Por falar em Hank Moody, cadê a segunda temporada de Californication, jesuis?

Nota 2: O número do apartamento em que Mulder morava era 42. Claro.

Nota 3: Também nunca é tarde para relembrar a união dos dois melhores agentes do FBI dos anos 90 em Twin Peaks: Dale Cooper e Fox Mulder, no caso do último, ele ainda era da Narcóticos, travesti e dava uns apertos na Laura Palmer, o que não deixa de ser ainda mais memorável.

Nota 4: Eu juro que vi o John Locke e o Benjamin Linus em Arquivo-X. Eu Juro. Terry O’Quinn teve a petulância de interpretar 3 personagens diferentes durante a série, todos devidamente abigodados, incluso no longa de 1998 quando descobrimos onde arranjou aquela mania estranha de explodir tudo para um “bem maior”. E, céus, Michael Emerson foi um telecinético. O bacana é que o Locke é uma espécie de Fox Mulder de Lost, enquanto o Ben é tão memorável quanto o até então melhor vilão dos seriados de sempre: o Canceroso. Vai ver por isso são os meus preferidos.

Nota 5: Darin Morgan, o roteirista dos melhores episódios do seriado não foi apenas o mais inesquecível na escrita, ele também encarnou o tipinho mais repugnante e impressionante das nove temporadas: o Homem-Platelminto Mutante. Depois Morgan acabou voltando como ator no ótimo Small Potatoes, onde passava a perna no Fox e chegou mais perto da Scully do que ele em todos aqueles anos.

Nota 6: E um dos melhores episódios dos Simpsons, The Springfield Files, contém além das literais participações de Fox e Dana, foi apresentado por ninguém menos que Leonard Nimoy e com direito a participação velada do Canceroso. Ambos os seriados iam ao ar nas noites de sexta na Fox e a homenagem foi retribuída em Arquivo X na forma de um empregado de uma Usina Nuclear que ficava dormindo no serviço e atendia pelo distintíssimo nome de Homer.

John Carpenter: Fear Is Just the Beginning… The Man and His Movies (2004)

Publicado em ANOS 00, ANOS 70, ANOS 80, ANOS 90, DOCUMENTÁRIO, FICÇÃO CIENTÍFICA, FILMES B, HORROR, LONGAS, VIDEOS por Georgina Spiggott em Agosto 11, 2008

Encontro com Rama (Rendezvous with Rama, 2003)

Publicado em ANOS 00, CURTAS, DOWNLOAD, FICÇÃO CIENTÍFICA, LIVROS, VIDEOS por Georgina Spiggott em Agosto 7, 2008


Curta quase sinóptico com cara de trailer feito quando Aaron M. Ross ainda era estudante e hoje trabalha com efeitos especiais e animação na Blue Sky Studios, subsidiária da Fox.
Este curta me dá boas esperanças, pois David Fincher está prestes a adaptar o mesmo livro de Arthur Clarke, Encontro com Rama, o primeiro da tetrologia cujos livros seguintes são O Enigma de Rama, O Jardim de Rama e A Revelação de Rama. Mal posso esperar.

2001 – Uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Odyssey, 1968)

Publicado em ANOS 60, FICÇÃO CIENTÍFICA, SCREENSHOT por Georgina Spiggott em Julho 26, 2008

Tio Stan faria 80 anos hoje

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Spock manda

Publicado em ANOS 00, CONFIDÊNCIAS, FICÇÃO CIENTÍFICA, SERIADOS por Georgina Spiggott em Julho 23, 2008

STAR TREK - ZACHARY QUINTO - SPOCK

Não há nada mais filho da puta que o nosso próprio ID. Pouco antes de dormir vi o pôster do Zachary Quinto como Spock, o que obviamente me impressionou, sabe como é Sylar com a cara do Nimoy comandado por um dos cabeças de Lost e outros fulgores nerdísticos… Durante meu habitual sono sempre dei um jeito de sublimar a maioria dos meus sonhos, lembrando raramente de algum justamente por ter uma inofensiva face de cultura pop o mascarando, foi o que aconteceu neste dia onde meu id mandou o Sylar se vestir de mulher e dizer todas as verdades possíveis para mim, isso durante uma festa cheia de gente que conheço particularmente. Azar do Id, o que ele disse foi desconfortável e acabei sublimando tudo ao acordar e só me lembro do novo Spock vestido de mulher – Tolinho. Malditos vulcanos manipuladores de mente.

Nota: Cá entre nós, se algum dia eu conseguir confrontar meus espiões lucidamente como o House faz, juro que me aposento de tudo e vou viver dentro da minha própria mente.

Mortos que Matam / O Último Homem da Terra (The Last Man on Earth, 1964)

Publicado em ANOS 60, FICÇÃO CIENTÍFICA, FILMES B, HORROR, LONGAS, SUSPENSE, VIDEOS por Georgina Spiggott em Julho 20, 2008

O Incrível Homem Que Encolheu (The Incredible Shrinking Man, 1957)

Publicado em ANOS 50, AVENTURA, FICÇÃO CIENTÍFICA, FILMES B, GATOS, SCREENSHOT por Georgina Spiggott em Julho 20, 2008

Jack Arnold - The Incredible Shrinking Man

Aquele momento de todo casamento em que a esposa se dá conta que o gato comeu seu marido.

Grindhouse TV: O Ataque vem do Polo ( The Giant Claw, 1957 ) / Riki-Oh:A História de Rick (Lik Wong, 1991)

Publicado em ANOS 50, ANOS 90, FICÇÃO CIENTÍFICA, FILMES B, HORROR, VIDEOS por Georgina Spiggott em Julho 18, 2008

1984 (Nineteen Eighty-Four, 1984)

Publicado em ANOS 80, DRAMA, FICÇÃO CIENTÍFICA, LONGAS, SUSPENSE, VIDEOS por Georgina Spiggott em Julho 18, 2008

1984 (BBC Sunday Night Theatre: Nineteen Eighty-Four, 1954)

Publicado em DRAMA, FICÇÃO CIENTÍFICA, LONGAS, SERIADOS, SUSPENSE, VIDEOS por Georgina Spiggott em Julho 17, 2008