Quixotando

Jogando com a Vida (Jinxed! 1982)

Publicado em ANOS 80, COMÉDIA, GATOS, IMPRESSÕES, SCREENSHOT por Adriana Scarpin em Novembro 26, 2009

Working with star-actresses is demanding in terms of time and attention, and, yes, coddling, sometimes. People like Streisand and Goldie Hawn require reassurance, and they need to know their imput is valuable and possible. That’s why I don’t think male chauvinists can successfully direct strong females, as Don Siegel found out with Bette Midler in Jinxed! - Howard Zieff

Jinxed! (1982) POSTER

É apenas coincidência, mas aparentemente estou numa fase “grandes diretores parceirinhos às voltas com estrelas de grande ego”, o mote da vez é Don Siegel encontra Sam Peckinpah. Tudo começou por conta de uns problemas cardíacos sofridos por Siegel durante as filmagens de Jinxed! e, apesar de uma comédia de humor negro ter pouco a ver com as escolhas profissionais de Peckinpah, estava lá Bloody Sam para dar uma mão ao amigo e mentor, assumindo teoricamente como diretor de segunda unidade, mas indo um pouco além de tal responsabilidade. Na verdade a parceria dos dois começou lá nos anos 50, quando Peckinpah começou a aprender tudo que deveria com Siegel, mas dividindo a direção, esta é a primeira, última e única vez, se bem me lembro eles não se juntavam profissionalmente desde quando o Peckinpah resolveu ser ator em Vampiros de Almas.
A trama começa basicamente como algo saído de um filme noir: loira fatal, cantora em Las Vegas, é maltratada por marido jogador e abusivo (Rip Torn), mas em dado momento conhece um dos desafetos do marido, o crupiê vivido por Ken Wahl (O Homem da Máfia! céus, que homem lindo) a quem Rip Torn está tentando destruir por meio de “má-sorte” (jinx), uma espécie de “maldição” que certos crupiês sofrem quando de alguma forma não conseguem ganhar do jogador oponente no blackjack, ou seja, o tal do jinx é uma dominação dos diabos que certos jogadores tem o poder de exercer, mais ou menos o mesmo que meu Parmera sofreu no final desse brasileirão.
O tal crupiê gostosão e a maltratada cantora acabam se conhecendo e todo mundo já sabe onde isso vai parar… mas ao contrário do tom mais sério do início do filme, a segunda parte se transforma completamente numa comédia, com direito a cameo do próprio Siegel como o dono de uma livraria pornográfica e porteiro de um peep show. É aí que está o problema, o tom de comédia não foi adequadamente colocado, a coisa parece não pegar no tranco, especialmente porque Ken Wahl e Bette Midler como um casal é de uma implausibilidade extrema, a falta de química é tão evidente que nem é necessário saber que Wahl chegou a dizer que preferia beijar um cachorro do que os lábios de Miss Midler, talvez alguém como a Dolly Parton fosse mais plausível como cantora com ares de loira de cinema noir (e com isso quero dizer apelo sexual!) e pouco tempo antes ela já provara que tinha dom certeiro para comédia com o Nine to Five, se Parton estivesse no lugar de Midler poderia haver mais afinidade entre a equipe e talvez o filme se desenrolasse melhor.
Tudo deu errado não só por conta do resultado capenga que vemos na tela, mas também no set de filmagens, provando que com esse lance de gato preto e má sorte é melhor não arriscar: os protagonistas se odiavam e o diretor sofreu um ataque cardíaco. É impossível imaginar Bette Midler num mesmo set de filmagens que o Sam Peckinpah, é o mesmo que tentar conceber a Barbra Streisand num filme do Russ Meyer, mas num filme do Siegel a coisa não parecia tão despropositada, muito embora o desafeto aconteceu mesmo quanto ao relacionamento de Midler com Siegel, com a diva chegando a tornar público que o diretor era tão hostil quanto Wahl. Anos depois Siegel rebateu dizendo que a experiência de trabalhar com Midler foi “extremamente desagradável”, o que prontamente acredito, afinal, o homem teve problemas cardíacos e se aposentou em definitivo do cinema, marcando o amaldiçoado Jinxed! como seu testamento final, mesmo que o lendário cineasta ainda levasse uma década para perecer.
No mais, sempre há coisas a serem aproveitadas, como a exuberância de Ken Wahl, as intervenções musicais de Bette Midler e o nosso rouba-show favorito que atende pelo nome de Rip Torn, um peculiar espancador de gatinhos e mulheres. A participação de Jack Elam também seria grande se não fosse a presença histérica de Miss Midler, mas como mulheres histéricas era um vício horroroso de boa parte do cinema dos anos 80, acho que pelo menos este lapso há de ser perdoado, especialmente se por outro lado Midler pôde proporcionar o que seria o ponto alto do filme, no melhor estilo “Um Morto Muito Louco” com a devida ajuda do insuperável Rip Torn.
O que realmente aprendemos com Jinxed? Jamais maltrate o gato de seu cônjuge, você pode acabar com veneno no seu whisky e, mais importante, essa mesma regra vale também para cineastas e suas divas num set de filmagens.

The Cat Piano (2009)

Publicado em ANIMAÇÃO, ANOS 00, CURTAS, GATOS, NOIR, POESIA, VIDEOS por Baronesa de Charlus em Novembro 25, 2009

The Cat Piano by Eddie White

Long ago my city’s luminous heart, beat with the song of four thousand cats.
Crooners who shone in the moonlight mimicry of the spotlight.
Jazz singers. Hip cats that went ‘Scat!’
Buskers with open-mouthed hats hungry for a feed.
Parlours paraded purring glamorous songstresses.
Smoky hookahs and smoking hookers.
Strays strummed string and sung a cocktail of cat’s tails.
A decadent party of meowing sound.
A bohemian behemoth, post-midnight soiree.

Amongst the chorale ‘o tuneful ones was one fair queen who drew me from o’er the way.
Her fur, an amorous white and a voice that made all the angels of eternity sound tone deaf.
Blind with love at first sight, touched by the taste of her sound,
I longed to be the microphone she cradled near her breast.

‘Twas our Shang-ri-la of sound,
A paradise found where nothin’ could stop us.
Or so it seemed.

Singers began to vanish like sailors lost at sea.
Snatched from stage alley way
Shanghai’d from behind scarlet curtain.
Into thin air they disappeared without a single cry.
Police study the clues.
Foot-prints from human shoes.

So you’ve heard of every instrument but?
Torn from your history books is this pianola,
This harpsichord of harm.
The cruellest instrument to spawn from man’s grey cerebral soup.
The Cat Piano.

Confined were the cats in a row of cages.
With each note struck upon it’s ivory tusks,
A sharpened nail would pierce each cat’s tail,
Forcing a note from each pitch on the scale.

I ran my cursed writer’s run to tell her beware.
She wasn’t there.
My soul capsized.
Like a fish, paralysed.
On a chopping board, its spinal cord ripped forth from its body,
Her vocals the last the thief had needed,
A rare celestial pitch that would complete his collection.

The city in unrest.
Fights broke out in its sleep.
I couldn’t dream anymore.
There was a hole in my heart and everything fell out of it.
All music forbidden.
Keep your lullabies hidden.
And your A and E minors off the street after dark.

My town grew cold and bitter.
In icy hibernation was the once thumping heart.
Now seizing up.
Freezing up.

Katzenklavier.
The torturous worm of sound burrowed deep into my ears.
Le Piano du chat
I thought of Van Gogh.
Neko Piano.
I’d put an end to this incessant, inescapable drone.
Mao Gang Qin

I enlisted an army of the brave and I their general declared war.
Poised with tooth and fire in paw.
We would finally settle this musical score.
Eyes with fierce intent that glowed.
Through tempestuous waters we rowed.
Storming the shores,
Swarming in scores,
Scaling its walls with well-sharpened claws,
We invaded the tower through all its doors.

Up the winding stairs,
To meet him with blinding stares.
There he sat.
The organ grinder.

He turned, we pounced, we scratched and bit.
He stumbled.
Fell through the window.
Screaming into the indigo waters below.

We freed the chain gang from their jail.
Cremated the piano.
And for home we set sail.

The city had reclaimed its vestal muse.
It would live again.
Beat again.
Cats would sing in the street again.
And I in anonymity as I had been long before this soliloquy,
Could sit and listen from afar.
The Cat Piano, now a healed over wound.
And this ode its fading scar.

The Cat Piano

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Whose little cat are you, blue eyes?

Publicado em ANOS 80, GATOS, SCREENSHOT por Baronesa de Charlus em Novembro 18, 2009

Morning After (1986) Jeff BridgesMorning After (1986) GATOMorning After (1986) Jane FondaMorning After (1986) CATSomebody’s cat. A goddamn blue-eyed cat.

*A Manhã Seguinte (The Morning After, Sidney Lumet, 1986)

Nota: Não há prova maior do know-how de um cineasta do que um gato, a qualidade de um diretor é proporcional à maneira que ele mostra um gato em cena, este é um filme que pouco me agrada, mas a forma que Lumet filma aquele gato é algo que facilmente o levaria para o topo da cadeia cinematográfica, esse momento em direção da porta é deveras uma coisa linda.

Cem anos de Sadao Yamanaka

Publicado em ANOS 30, COMÉDIA, DRAMA, GATOS, IMPRESSÕES, SCREENSHOT por Adriana Scarpin em Novembro 7, 2009
Yamanaka & Ozu. Sadao é o mais gato, é claro.

Yamanaka & Ozu. Sadao é o que não se parece com um pescador.

É quase impossível localizar a importância do cinema de Yamanaka de forma precisa, justamente porque apenas três dos seus dezenas de filmes podem ser vistos hoje, mas é consensual de que foi um dos mestres construtores do jidaigeki em seu princípio – coisa que pode ser facilmente notado apenas assistindo Ninjo Kami Fusen (1937), Kōchiyama Sōshun (1936) e Tange Sazen Yowa (1935), mas em que pé está a influência de quem para quem nessa história é impossível dizer, pois o número de filmes perdidos é demasiado grande para ser ignorado, embora Kurosawa nunca deixasse de mencionar Yamanaka como uma de suas maiores influências, enquanto o jovem roteirista-convertido-diretor Sadao andasse de braços dados com Ozu, Inagaki e Mizoguchi naqueles anos 30.
Ao final da mesma década, um dos mais promissores e brilhantes cineastas de uma geração foi para a guerra e não retornou, morrendo de disenteria aos 28 anos – isso que é tragédia ou tão tragicômico quanto o próprio cinema de Yamanaka, ou do que restou dele.

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Tange Sazen Yowa: Hyakuman Ryo no Tsubo / The Pot Worth a Million Ryo (1935)Tange Sazen yowa Hyakuman ryo no tsubo (1935) meninoTange Sazen yowa Hyakuman ryo no tsubo (1935) roupaTange Sazen Denjirô ÔkôchiTange Sazen yowa Hyakuman ryo no tsubo (1935) manekinekoEste foi o primeiro filme que vi de Yamanaka e imediatamente me proporcionou um tipo de adoração cinéfila comparável ao que sinto vendo o trabalho de Chaplin ou Lubitsch, é deliciosamente poético e engraçado, até icônico, construindo e evidenciando pequenos detalhes que fazem a alegria de qualquer cinéfilo: um samurai caolho e sem braço (Sazen Tange), uma peça de roupa como transição, um leitmotif verbal que serve como descontrução da própria cultura nipônica, o manekineko essencial… É tudo um encanto, puro e simples.

Kochiyama Soshun / Priest of Darkness (1936)Kochiyama Soshun - gatoKochiyama Soshun - casalKochiyama Soshun - sakeKochiyama Soshun - meninoO gênero jidaigeki se apóia nas tradições acima de tudo, mas cada cineasta é facilmente singularizado pelas suas preferências em mostrá-las, Yamanaka gostava mesmo de bebedores de saquê, a embriaguez é um ponto constante no seu cinema mais do que qualquer outra reiteração da cultura tradicional japonesa, é sempre a partir do kampai que as coisas começam a se desenrolar em seus filmes, se é que se poder analisar tal coisa conhecendo apenas três deles. Kochiyama Soshun é o que menos gosto, o que não é nenhuma tragédia, se aproxima dos dilemas morais e composição de Ninjo Kami Fusen, mas sem a mesma intensidade.

Ninjo kami fusen / Humanity and Paper Balloons (1937)Ninjo Kami Fusen - balõesNinjo Kami Fusen - pésNinjo Kami Fusen - bonecaNinjo Kami Fusen - dueloO mais melancólico e conhecido rebento sobrevivente de Yamanaka San. Particularmente considero Tange Sazen Yowa sua maior obra prima, mas o lirismo que aqui está envolto em harakiris recorrentes, ronins desacreditados, amantes em fuga, esposas decepcionadas e balões de papel não pode passar desapercebido.

Links sobre o cinema de Yamanaka pela internet:

Ninjo kami fusen (1937)
Retroprojecção
Nihon Cine Art
Midnight Eye – The Latest and Best in Japanese Cinema
The Taste of Cinema
Wildgrounds
The Masters of Cinema Series
Cacophone
Arsenevich
Strictly Film School
Lard Biscuit Guide to Samurai Cinema
Someday I’ll Think of A Title – Exactly what the title just said
Some Words Some Places
Narrative In Japanese Film 3: Yamanaka
DVD Outsider
YouTube (filme completo com legendas em inglês)

Kochiyama soshun (1936)
Cinema Talk – Film-related blabbering…
The three-film universe of Sadao Yamanaka

Tange Sazen (1935)
Cinema Talk
Lard Biscuit
Hkmania – Le Blog – La Passion du Cinéma Asiatique
Wildgrounds – Treasures of Asian Cinema
Cineblog
Some Words Some Places – Japanese and Chinese Film Reviews
Rare Classics of Japanese Cinema
Roslindale Monogatari – Rambling observations of a Roslindale fan of Asian films
Freak Movie Team – Cine Oriental y Asiático
Film Preservation Society

Filmes bacanas de cada ano que o cinema viveu: 1963

Publicado em ANOS 60, GATOS, MELHORES FILMES, VIDEOS por Adriana Scarpin em Novembro 2, 2009

Um Dia, Um Gato (Az Prijde Kocour, Vojtech Jasný)

Boca de Ouro (1963) Odete lara & Jece Valadão

Vidas Secas / Boca de Ouro (Nelson Pereira dos Santos)

The Great Escape (1963)

Fugindo do Inferno (The Great Escape, John Sturges)

Le Mépris - Jack Palance, Fritz Lang, Michel Piccoli

O Desprezo / Viver a Vida / O Pequeno Soldado (Le Mépris / Vivre Sa Vie / Le Petit Soldat, Jean-Luc Godard)

Charade - Cary Grant, Audrey Hepburn

Charada (Charade, Stanley Donen)

The Damned (1963) Oliver Reed

Os Malditos / O Criado (The Damned / The Servant, Joseph Losey)

Shock Corridor (1963)

Paixões que Alucinam (Shock Corridor, Samuel Fuller)

La frusta e il corpo (1963) - Daliah Lavi

O Chicote e o Corpo / As Três Máscaras do Terror / Olhos Diabólicos (La Frusta e il Corpo / I Tre Volti della Paura / La Ragazza che Sapeva Troppo, Mario Bava)

8½ (1963) - Eddra Gale & Barbara Steele

8½ (Federico Fellini)

A Casa é Escura (Khaneh Siah Ast, Forugh Farrokhzad)

Nota: Para manter viva esta série, agora não há mais anotações bobas, nem numeração, nem grau de importância pessoal, são só filmes que muito me apetecem por um motivo ou outro. Só não vale passar de 10.

Todos os gatos do mundo de Vivien Leigh

Publicado em ANOS 40, FOTOGRAFIA, GATOS, MUSAS, MUSOS por Georgina Spiggott em Outubro 21, 2009

Vivien Leigh AND CATLaurence Olivier Vivien Leigh catActor Laurence Olivier relaxing w. his actress wife Vivien Leigh & their Siamese cat in living room at homeVivien Leigh gatoActor Laurence Olivier relaxing w. his actress wife Vivien Leigh & their Siamese cat in living room at home.gato Vivien LeighVivien Leigh catLaurence Olivier Vivien Leigh gatoIncluindo Larry, é claro.

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Falling Cat (1890)

Publicado em ANOS 1890, CURTAS, EXPERIMENTAL, FOTOGRAFIA, GATOS, MUDOS, VIDEOS por Georgina Spiggott em Outubro 21, 2009

Agora, ISSO é cinema. O mais sensacional movimento de um ser vivo.

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O Gato Preto

Publicado em ANOS 70, GATOS, HORROR por Georgina Spiggott em Setembro 22, 2009

Il tuo vizio è una stanza chiusa e solo io ne ho la chiaveYour Vice Is a Locked Room and Only I Have the Key - CATI wish I could write as mysterious as a cat. – Edgar Allan Poe

*Your Vice is a Closed Room and Only I Have the Key (Il tuo Vizio è una Stanza Chiusa e Solo io ne ho la Chiave, Sergio Martino, 1972)

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Camp Freddie & Charlie Croker

Publicado em ANOS 60, GATOS por Georgina Spiggott em Setembro 9, 2009

Tony Beckley & Michael Caine - Italian JobI shouldn’t let her do that, dear. That gives them ideas.

*Um Golpe À Italiana (The Italian Job, Peter Collinson, 1969)

Get that drunken cat off the bar

Publicado em ANOS 40, GATOS, SCREENSHOT, WESTERN por Georgina Spiggott em Agosto 28, 2009

*Cidade Sem Lei (San Antonio, David Butler/Robert Florey/Raoul Walsh, 1945)

Nota: Já que o assunto são gatos e bares, atente para os “perigos” da prostituição felina no Japão.

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Chats de Colette

Publicado em GATOS, LIVROS, MUSAS por Georgina Spiggott em Agosto 17, 2009

ColetteLe temps passé avec un chat n’est jamais perdu.colette mainIl n’y a pas de chat ordinaire.Sidonie Gabrielle Colette with CatChats de Colette

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Ao Ronnie

Publicado em ANOS 70, CHEESECAKE, CONFIDÊNCIAS, GATOS, MUSAS por Georgina Spiggott em Agosto 4, 2009

Edwige Fenech e gatoJá que Ronnie é fã do cinema italiano dos anos 60 & 70, eis que Miss Fenech se apresenta em sua homenagem. Afinal, é por conta de gente como Ronnie que mantenho este blog, ora bolas. E quem gosta deste blog, acho bom que agradeça ao senhor Ronnie também, pois sem ele o blog não estaria mais aqui, ou estaria em seu lugar um blog sobre o Palmeiras, possivelmente cheio de fotos do Leão nos anos 70/80 usando shortinho.

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Peter Lorre

Publicado em ANOS 40, GATOS por Georgina Spiggott em Julho 30, 2009

The Mask of Dimitrios (1944)The Mask of Dimitrios (1944) Peter Lorre*Em tempos de A Máscara de Dimitrios (The Mask of Dimitrios, Jean Negulesco, 1944)

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O gato…

Publicado em ANOS 50, GATOS, MUSOS, SCREENSHOT por Georgina Spiggott em Julho 14, 2009

To Catch a Thief - GATOTo Catch a Thief - CAT… de o Gato…To Catch a Thief - CARY GRANTTo Catch a Thief - GRACE KELY & CARY GRANT

*Ladrão de Casaca (To Catch a Thief, Alfred Hitchcock, 1955)