Ewan & George
Vendo o trailer dos bodes lembrei de algo bem peculiar: George Clooney e Ewan Mcgregor já trabalharam juntos. No Plantão Médico. Ewan estava com o corte de cabelo de Por Uma Vida Menos Ordinária e temos o prazer de ver George dizendo que vai entubá-lo. Glorioso.
50 anos de Mr. Laurie
Jeeves and Wooster
Blackadder The Third
A Bit of Fry and Laurie
Blackadder Goes Forth
Nota 1: Emma Thompson está escrevendo o roteiro do remake de My Fair Lady e sugeriu que o antigo namorado dos tempos de faculdade seja escalado no papel de Higgins. Não poderia concordar mais.
Nota 2: Stephen Fry é o Gato de Cheshire do Tim Burton. Absolutamente perfeito.
*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!
Torta de Cereja do Dale Cooper
8 inch Crust: 1-1/2 c. flour, 1/2 c. Crisco, 1/4 c. ice water
Mix flour and Crisco with fork. Add ice water. Mix with your hands. When blended, roll into ball and refrigerate overnight. To roll out: flour both rolling pin and flat surface, split ball in two, roll out 1/2 to fit pan and 1/2 for lattice.
Filling: 3 c. cherries (pitted, sour frozen); 1 c. water; 1c. Baker’s sugar; 4 T. cornstarch; 1/8 t. salt
Thaw cherries at room temp and strain (yields 2 c. juice). Taste for sweetness, more/less sugar may be needed. Add 1 c. water to make 3 c. juice (reserve 1 c. juice for cornstarch mix). Dissolve cornstarch in 1 c. juice, stir with whip. Combine 2 c. juice, 2/3 c. sugar, salt, and bring to a boil. Add cornstarch mix, cook until clear, about 5 min. (if cooked to long, syrup gets gummy). Remove from heat, stir in 1/3 c. sugar (blend thoroughly). Pour mixture over cherries, fold with wooden spoon, cool (stir mix while cooling to prevent scum from forming on top). Pour mix in pie shell. Top completed pie with lattice crust.
Bake @ 425 degrees for 35-40 min.
Post em homenagem a Patricia, que nos honra com o melhor blog culinário do universo.
Aquele Tagliatelle de Verão me dá comichão de ir para a cozinha agora.
Top 5 espécimes masculinos dos seriados americanos atuais
1- Hugh Laurie (Gregory – House M.D.)
Profissão: Médico e pentelho
Combustível: Tudo que você possa imaginar (ainda estou esperando ele chamar o Ledger de amador por ter morrido de overdose de Vicodin)
2- Henry Ian Cusick (Desmond – Lost)
Profissão: Ex-Padre, ex-militar, ex-apertador de botão, ex-esportista, etc etc etc
Combustível: Álcool
3- John Slattery & Jon Hamm (Roger & Don – Mad Men)
Profissão: Publicitários e pegadores
Combustível: Álcool e cigarro
4- John Terry & Josh Holloway (Christian & James – Lost)
Profissão: ex-médico e puxa-saco do Jacob (Christian)/ ex-pilantra e xerife do Dharma (James)
Combustível: Álcool
5- David Duchovny (Hank – Californication)
Profissão: Escritor e autodestrutivo
Combustível: Tudo que você possa imaginar
Mr. Hamm
Típico homem que acho horrendo e sem sal. Humpf! Fui assistir 30 Rock pela primeira vez só porque soube que ele estaria nesses últimos episódios, lá estava Mr Hamm de óculos e cabelo sem a “brilhantina” a qual estamos acostumados, mas ainda me fazendo lembrar de Jason Isaacs. Mr Hamm estreou em seus afazeres fílmicos com Space Cowboys, portanto, agradecimentos eternos ao Clint por apresentar tal criatura ao mundo.
Confissões…
Tenho uma confissão bem estranha a fazer, daquelas que me dão certa vergonha e não assumo para ninguém: Eu parei de acompanhar Lost no episódio 9 da quarta temporada. Pronto, falei. Quem me acompanha nesses anos de vida blogueira de merda sabe que eu era “ligeiramente” obcecada pelo seriado, mas cheguei naquele ponto e dei uma de biba frustrada: Cansei! Depois que passei dois apertos de gente comentando Lost ao meu redor (um no ônibus, outro na fila de cinema), me deixando com o cu na mão de medo de ouvir algo realmente indesejável, resolvi parar com essa porqueira e eis que chega o carnaval, a servir única e exclusivamente para se assistir filmes e seriados por 16 horas diárias. Lá fui eu. Não é a mesma coisa, assistir tudo de uma vez não te dá a apreensão que tanto faz bem ao seriado, tudo bem que tem a vantagem de ficar quase chapada de tanto assistir uma coisa só, mas é mesmo necessária aquela semaninha de intervalo para degustar melhor a iguaria, é provável que se comesse sushi todo dia não seria um dos meus pratos favoritos, não? Da mesma forma que não como arroz e feijão, nunca gostei de trivialidades e sim de variações constantes. Há ainda um outro aspecto do seriado que de alguma forma tomou praticamente todos os rumos previstos, o que acontecia na ilha quanto ao espaço-tempo, quem estava no caixão e até a “ressureição” do Shepard pai (gato! gato!) que eu tanto clamei desde a primeira temporada. Tudo isso tomou rumos bastante previsíveis e até a season finale da quarta temporada foi meio decepcionante, não que no todo o seriado tenha decaído, ele só mudou de estilo, o mistério não é mais o prato principal, agora há muito mais cenas de ação (ótimas, por sinal), a narrativa está muito mais enxuta e o que está sendo encaixado vai se fechando lindamente. Portanto quem deixou de ver Lost porque o mistério era insuportável, corra, agora é que o círculo passou dos 180° e começa a se fechar.
Ah, também tinha me esquecido como amo o Desmond, o Sawyer, o Locke, o Hurley e o Ben. Mas voltemos a nossa programação normal.
Os 25 anos de Blackadder
Olha que coisa bunita, que coisa meiga, que coisa amada. Em outubro, aquela porcaria de tv inglesa (cuspite BBC) comemorou os 25 anos de Blackadder com várias declarações de amor, dentre elas esses documentários onde podemos relembrar dessa gente chata, sem graça e sem talento como Stephen Fry, Peter Cook, Hugh Laurie, Rowan Atkinson, Miranda Richardson, Richard Curtis, Tony Robinson, Ben Elton, Tim McInnerny, Jim Broadbent, Rik Mayall (woof! woof!), Simon Jones e mais uma porrada de gente insuportável. Se bem que é bem pouco em se tratando da melhor sitcom já produzida.

















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