Knights On Bikes (1956)
Primeiro filme de Ken Russell, deus abençoe o youtube. O curioso é que já estão bem evidentes algumas das obsessões que Russell cultivaria ao longo da carreira, tal como a ênfase no crucifixo e no herói burlesco. Mais curioso ainda é semelhança com o que se tornaria o humor inglês a partir de Lester e dos Goons.
The Cat Piano (2009)
The Cat Piano by Eddie White
Long ago my city’s luminous heart, beat with the song of four thousand cats.
Crooners who shone in the moonlight mimicry of the spotlight.
Jazz singers. Hip cats that went ‘Scat!’
Buskers with open-mouthed hats hungry for a feed.
Parlours paraded purring glamorous songstresses.
Smoky hookahs and smoking hookers.
Strays strummed string and sung a cocktail of cat’s tails.
A decadent party of meowing sound.
A bohemian behemoth, post-midnight soiree.
Amongst the chorale ‘o tuneful ones was one fair queen who drew me from o’er the way.
Her fur, an amorous white and a voice that made all the angels of eternity sound tone deaf.
Blind with love at first sight, touched by the taste of her sound,
I longed to be the microphone she cradled near her breast.
‘Twas our Shang-ri-la of sound,
A paradise found where nothin’ could stop us.
Or so it seemed.
Singers began to vanish like sailors lost at sea.
Snatched from stage alley way
Shanghai’d from behind scarlet curtain.
Into thin air they disappeared without a single cry.
Police study the clues.
Foot-prints from human shoes.
So you’ve heard of every instrument but?
Torn from your history books is this pianola,
This harpsichord of harm.
The cruellest instrument to spawn from man’s grey cerebral soup.
The Cat Piano.
Confined were the cats in a row of cages.
With each note struck upon it’s ivory tusks,
A sharpened nail would pierce each cat’s tail,
Forcing a note from each pitch on the scale.
I ran my cursed writer’s run to tell her beware.
She wasn’t there.
My soul capsized.
Like a fish, paralysed.
On a chopping board, its spinal cord ripped forth from its body,
Her vocals the last the thief had needed,
A rare celestial pitch that would complete his collection.
The city in unrest.
Fights broke out in its sleep.
I couldn’t dream anymore.
There was a hole in my heart and everything fell out of it.
All music forbidden.
Keep your lullabies hidden.
And your A and E minors off the street after dark.
My town grew cold and bitter.
In icy hibernation was the once thumping heart.
Now seizing up.
Freezing up.
Katzenklavier.
The torturous worm of sound burrowed deep into my ears.
Le Piano du chat
I thought of Van Gogh.
Neko Piano.
I’d put an end to this incessant, inescapable drone.
Mao Gang Qin
I enlisted an army of the brave and I their general declared war.
Poised with tooth and fire in paw.
We would finally settle this musical score.
Eyes with fierce intent that glowed.
Through tempestuous waters we rowed.
Storming the shores,
Swarming in scores,
Scaling its walls with well-sharpened claws,
We invaded the tower through all its doors.
Up the winding stairs,
To meet him with blinding stares.
There he sat.
The organ grinder.
He turned, we pounced, we scratched and bit.
He stumbled.
Fell through the window.
Screaming into the indigo waters below.
We freed the chain gang from their jail.
Cremated the piano.
And for home we set sail.
The city had reclaimed its vestal muse.
It would live again.
Beat again.
Cats would sing in the street again.
And I in anonymity as I had been long before this soliloquy,
Could sit and listen from afar.
The Cat Piano, now a healed over wound.
And this ode its fading scar.
Herbert Richers (1923 – 2009)
Snoopy na versão brasileira Herbert Richers!
Há mais de onde veio este.
Quando passamos boa parte de nossas vidas ouvindo certas dublagens como a de Goonies, Duro de Matar, Máquina Mortífera, A Gata e o Rato, Caverna do Dragão, He-Man, Thundercats, Snoopy, entre outros, chega a ser desconfortável assistí-los com o som original. Por isso, mesmo indiretamente, Herbert Richers teve um papel importantíssimo na vida de milhares de pessoas que cresceram e aprenderam a gostar de cinema e cultura pop em geral através dessas boas e certeiras dublagens clássicas. Que puxa!
Falling Cat (1890)
Agora, ISSO é cinema. O mais sensacional movimento de um ser vivo.
Centenário de Elias Kazanjoglou – Parte 2
13- O Compromisso (The Arrangement, 1969)
Everyone become a salesman here. If you don’t sell anything else, you sell yourself. Ours is a society dominated by business, and the economic pressure even at the upper-middle-class level is fantastic. The epitome of this business civilization is the advertising industry. Everyone feels some degradation, some violation of self, when they spend their lives selling. (Kazan: The Master Director Discusses his Films). Não vou dizer que se você é romancista e cineasta jamais adapte o seu próprio livro, pois Kazan já o fizera muitíssimo bem com America, America, o problema em The Arrangement é adaptação às mudanças do próprio cinema. Kazan quis se adaptar a um estilo que não lhe caiu bem, chega a ser mesmo irritante o estilo de montagem, o uso da trilha sonora e a inserção de devaneios constantes, essa certamente não era a praia do Kazan, como admirador confesso da Nouvelle Vague parece que ele quis fazer algo como Pierrot Le Fou, mas as coisas ficam bem bizarras quando se força a encarar um estilo que não é o seu.
O livro tinha grande potencial para adaptação, tendo o mesmo tom de coisas que voltariam à moda nos anos 80 e 90 como Beleza Americana, Clube da Luta e Como Fazer Carreira na Publicidade. Notoriamente a semelhança fica mesmo por conta de Mad Men, quando comecei a assistir o seriado, o livro de Kazan vinha à mente constantemente, digamos que Mad Men é tudo que Kazan poderia ter feito com seu filme mas dolorosamente desperdiçou.
Vale lembrar que o livro do homem é basicamente uma autobiografia “camuflada” de seu relacionamento com a excelente atriz Barbara Loden, com quem trabalhou no cinema em Wild River e Splendor in the Grass.
14- Laços Humanos (A Tree Grows in Brooklyn, 1945)
The one thing I really liked about that film was the little girl. By far the most authentic thing about the film is Peggy Ann Garner’s face. Nothing compares with it except maybe Jimmy Dunn’s face. He was terrific. (Kazan: The Master Director Discusses his Films)
Kazan e seu assistente de direção conhecido como Nicholas Ray se encontram neste filme que delinearia muito do cinema futuro de ambos, em específico o traço da desestrutura familiar, um tema que foi muito caro em suas respectivas carreiras. É mais um desses “filmes de ator” que Kazan fez e reitero o fato de que James Dunn era absolutamente apaixonante.
15- A Luz é para Todos (Gentleman’s Agreement, 1947)
No matter what I think of it today, what I remember most about Gentleman’s Agreement is that at time no one said ‘jew’. When it was being made, all the rich jews in California were against it. And the Catholic Church was against it because they don’t want the heroine to be a divorcee. There were hell of lot people who said to Zanuck, ‘We’re getting along all right. Why bring this up?’ (Elia Kazan Interview – Stuart Byron & Martin Rubin, 1971)
Esse é um dos filmes de que Kazan não gostava, porque é um produto de estúdio, com muita relevância história e nulidade autoral. Zanuck possuía um tino danado para jogar com esses filmes polêmicos e gostava de colocar a bomba na mão do Kazan porque o cineasta sempre fora um homem de coragem ao assumir seus pontos de vista e atitudes, não importando a merda que daria. Sob o ponto de vista atual Gentleman’s Agreement é bem truncado, mas se localizado no pós-guerra dá para imaginar a bomba que caiu nas casas das famílias cristãs de toda a América.
16- O que a Carne Herda (Pinky, Elia Kazan/John Ford, 1949)
Some years later I said to Zanuck, “Jack Ford never had shingles, did he?” And he said, “Oh hell, no. He just wanted to get out of it; he hated Ethel Waters and she sure as hell hated him”. I also think maybe he didn’t like the whole project. (Kazan: The Master Director Discusses his Films)
Mesmo possuindo um tema pelo qual Kazan tinha fascínio e passaria o resto de sua carreira reiterando-o, ele ainda não estava tão ciente da linguagem cinematográfica, deixando o peso do filme nas mãos das duas (grandes) atrizes Ethel Waters & Barrymore. Ford começou o filme, mas saiu por falta de afinidade com o assunto tão espinhoso, Kazan era um tipo mais moldado para mexer num vespeiro com direito a romance interracial e propaganda para que se trate o negro como um igual em fins dos anos 40. Está longe de ser um dos melhores filmes do homem, mas a sua importância histórica é inegável.
17- O Último Magnata (The Last Tycoon, 1976)
Não gosto desse filme. Não interessa quantas estrelas dão as caras e nem o quanto o Irving Thalberg era interessante, muito menos com quantos scottfitzgeraldeharoldpinters se escreve um roteiro, o filme é muito chato e não tenho nada a dizer, mas justamente por isso talvez seja hora de revê-lo.
18- Os Saltimbancos (Man On a Tightrope, 1953)
I hated McCarthy. It was embarrassing to be on the same side as him. But I didn’t terrorize people. He did. I didn’t lie. He lied. I never said there were so many and so many, holding up a blank piece of paper, claiming it was a list of subersives in the State Department. He did. He lied. I never told a lie in my life about that stuff. It was terrible to be aligned with McCarthy. But as far as doing it for money, it’s fantastic, really, because in the first place they didn’t threaten me and in the second place they couldn’t have and in the third place I didn’t need a job in Hollywood. The blacklist did not extend to Broadway and I was at the top of my theater career. All my testifying did was lose me certain things. I knew that I’d lose Arthur Miller’s plays. I knew a lot of guys would turn against me, which they did. I’ve lived through that. In some ways the whole experience made a man out of me because it changed me from being a guy, who was everybody’s darling and always living therefore for people’s approval, to a fellow who could stand on his own. It thoughened me a lot. I’m not afraid of anybody. People say that too – that I was afraid. I never was in my life. They avoided my eye. I didn’t avoid theirs. I have some regrets about the human cost of it. One of the guys that I told on I really liked a lot… well, pretty much. I really thought it was killing him. (Kazan: The Master Director Discusses his Films)
É bem deprimente carinha fazer filme para provar alguma coisa que não é. Além de Man On a Tightrope ser ruim, parecendo desesperado e feito às pressas, o contexto em que foi feito atrapalha ainda mais, se Kazan estivesse defendo uma idéia e não a si mesmo quando o fez, meu olhar sobre o filme talvez não fosse tão decepcionado.
19- Mar Verde (The Sea of Grass, 1947)
The only miserable experience I had was The Sea of Grass. I should never have made that film, or I should have quit. (Kazan: The Master Director Discusses his Films)
Geralmente não concordo quando cineastas renegam suas obras, pelo contrário, sempre defendo que os caras são demasiado auto-críticos, mas dessa vez tenho que concordar com o desprezo: ô filminho sem eira nem beira. Há um elenco sensacional, há um roteiro promissor, mas Kazan nunca foi talhado para trabalhar no Star System, tanto que o cinema dele só pegou mesmo no tranco durante os anos 50 quando aquele sistema morreu definitivamente, muito por culpa do próprio Kazan que ajudou a instaurar a revolução.
Gadget Kazan – o ator
Uma Canção para Você (Blues in the Night, Anatole Litvak, 1941)
Blues in the Night é o berço de muita gente, além de Kazan como ator, há Don Siegel trabalhando na montagem e Robert Rossen lidando com o roteiro. Um daqueles filmes mais lembrados por sua trilha sonora do que por qualquer outra coisa, é um noir-musical-melodramático, se é que tal definição possa existir. Aqui o senhor Kazan tem a honra de representar um membro da banda protagonista da história, ao som de muita música do duo Harold Arlen/Johnny Mercer, a surpresa fica por conta de ser um papel importante e não apenas um cameo, além de provar que se seguisse a carreira de ator teria um bom futuro, possuía desenvoltura nata e se adequou perfeitamente ao ritmo do filme, com seus diálogos rápidos e edição acelerada para acompanhar o ritmo da música.
Dois Contra uma Cidade Inteira (City for Conquest, Anatole Litvak/Jean Negulesco, 1940)
Apesar de ser um dos melhores amigos do protagonista, o papel de Kazan aqui não é tão grande quanto em Blues in the Night, mas é de razoável importância, especialmente se ele faz as vezes do gangster-mor e isso num filme com Cagney é uma grande honra. Tenho o mesmo tipo de relação com o cinema do Anatole Litvak para com o do próprio Kazan, em geral gosto bastante de alguns do trabalhos de ambos, mas nada que faça com que eu professe um WOW e é interessante o fato de Litvak ter sido esse grande introdutor de Kazan em Hollywood.
E não interessa se o filme é bom ou ruim, se o Cagney está presente o prazer é garantido. Sempre.
Pie in the Sky (Ralph Steiner, 1935)Esse é da época que o Kazan era comunista. hehehe (Parte 2)
Nota 1: No livro O Século do Cinema de Glauber Rocha tem um capítulo interessante, onde Glauber, como sempre, desce a lenha no cinema do Kazan, mas que, ao mesmo tempo, conta sobre um encontro entre os dois narrado de forma bastante admirável.
Nota 2: Pelos próximos anos Scorsese estará ocupado envolvido com projetos sobre ícones que ele muito aprecia, alternando documentários e cineobios sobre gente como Sinatra, George Harrison e Roosevelt, tio Marty também está com um documentário sobre Kazan na gaveta, a intenção é dirigí-lo, mas veremos se o projeto vai para frente.
Nota 3: Enquanto fazia este post, acho que mudei de opinião, creio que o meu favorito é Um Rosto na Multidão, talvez seja o único filme de Kazan com o qual tenho grande afinidade, seguido de Splendor in the Grass.
Jammin’ the Blues (1944)
Hoje comemora-se o centenário de Lester Young e nada mais propício que assistir esta pérola dos anos 40, um curta musical comandado pelo lendário fotógrafo Gjon Mili em que aparecem além de Young, George ‘Red’ Callender, Harry Edison, Marlowe Morris, Sidney Catlett, Barney Kessel, Jo Jones, John Simmons, Illinois Jacquet, Marie Bryant, Archie Savage e Garland Finney numa jam session histórica.
Este curta saiu num dos boxes de Humphrey Bogart nos EUA, reza a lenda que, durante a jam, Bogie e Bette Davis visitaram o set de filmagens, fazendo com que Bogie rapidamente disparasse: “Are you getting paid good money for this? If you aren’t, you should strike!”
La Concejala Antropófaga (2009)
*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!
Filmes bacanas de cada ano que o cinema viveu: 1964
1- Com a Maldade na Alma (Hush… Hush, Sweet Charlotte, Robert Aldrich)
Não há a mínima chance de se excluir o Aldrich de uma lista de maiores auteurs do cinema americano. E esse, minha gente, é um desbunde e favorito pessoal.
2- À Meia-Noite Levarei Sua Alma (José Mojica Marins)
Tudo que disse acima a respeito do Aldrich vale para o Mojica, só troque a palavra americano por brasileiro.
3- Os Reis do Iê Iê Iê (A Hard Day’s Night, Richard Lester)
Ah, a minha boa e velha obsessão por Richard Lester… Tolinho de quem acha que este é “um filme dos Beatles” e não do mais influente diretor de comédia dos últimos 50 anos.
4- O Homem do Rio (L’homme de Rio, Philippe de Broca)
Até agora a versão não-oficial de Tintin que mais gosto, se não contarmos Indiana Jones, é claro! No final das contas tanto o Sr Dufourquet e o Dr Jones são mesmo filhos legítimos daquele belga lá.
5- A Velha a Fiar (Humberto Mauro)No mínimo Humberto Mauro é o pai do videoclipe moderno.
Real Melhor filme do ano: O Beijo Amargo (The Naked Kiss, Samuel Fuller)
Opération Lune (2002)
Apesar dessa porra ter eclipsado literalmente o nascimento de minha irmã há quarenta anos, não podia deixar de postar o vídeo do mockumentário francês de William Karel, que a bem da verdade é uma puta declaração de amor ao Kubrick e um intrincado jogo semiótico. Afinal, todo mundo sabe que George Kaplan é o melhor agente da CIA e foi ele quem assassinou o tio Stan.
Nota: Como esse video está com os hilários 10 minutos finais faltando (quem em nome de deus faria uma merda dessas???), rola essa versão dublada em italiano que ao menos está completa: Operazione Luna.
Filmes bacanas de cada ano que o cinema viveu: 1965
1- Faster, Pussycat! Kill! Kill!/Mudhoney/Motor Psycho (Russ Meyer)
Ôpa ôpa ôpa! Russ Meyer em dose tripla naquele ano.
2- Monitor: The Debussy Film (Ken Russell)
Debussy, Ollie, Russell e um maluquete adorador de Wagner que gosta de atirar em gatos. Basta.
3- Ipcress – Arquivo Confidencial (The Ipcress File, Sidney Furie)
A pergunta é: como o Sidney Furie conseguiu fazer essa pequena obra prima da espionagem e depois se tornaria um cineasta de merda nos anos subsequentes?
4- Darling – A que Amou Demais (John Schlesinger)
Dirk Bogarde não leva puta em taxi. Simples assim. Não sei qual é do preconceito, mas essa sentença me marcou. Mas coloquemos os pingos nos is, este é um filme importantíssimo da british new wave, em 1965 o homossexualismo ainda era considerado crime na Inglaterra, então John Schlesinger e seus asceclas fazem o quê? Pegam a historinha de um rapaz conhecido no bas-fond londrino, dão uma lapidada, transformam-no numa mulher com pele de Julie Christie, juntam mais um punhado de atores do babado (Dirk Bogarde, Roland Curram, Laurence Harvey) e finalmente se dá um dos melhores trabalhos de Schlesinger, que sempre se preocupou em retirar o gay do armário cinematográfico e passaria a próxima década quebrando barreira atrás de barreira neste quesito. Antes um esclarecimento: Laurence Harvey não era propriamente homo ou bissexual, só quando lhe convinha.
5- The Dot and the Line: A Romance in Lower Mathematics (Chuck Jones/Maurice Noble)Chuck Jones versão experimental.
Real Melhor Filme do Ano: Não sei e não quero saber, estou de saco cheio dessas listas e ainda tenho 70 anos delas pela frente. Portanto a partir de agora os filmes voltarão a ser restritos a top 5, embora tenha a leve impressão de que quando chegar os anos 30/40 voltarei a ficar empolgada em demasia.
[blá: Bunny Lake Is Missing (Preminger), Chimes at Midnight (Welles), For A Few Dollars More (Leone), The Hill (Lumet), Pierrot le fou (Godard), Repulsion (Polanski), Red Beard (Kurosawa), São Paulo - S/A (Person)]
Plus: Errol Flynn’s Pianist (2008)
Micro-curta de Rupert Owen, fã confesso de Flynn e igualmente tasmaniano.
Did I ever tell you about the time I saw Errol Flynn whip out his prick and play the piano with it? Oh well, it was a hundred years ago, I’d just got into modeling, and I went to this half-ass party, and Errol Flynn, so pleased with himself, he was there and he took out his prick and played the piano with it. Thumped the keys. He played You Are My Sunshine. Christ!
- Conversações de Marilyn Monroe com Truman Capote (Music for Chameleons)
*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!
O Coração Delator (The Tell-Tale Heart, 1953)
Ninguém estremece ao som da voz de Mr Mason.

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