Plus: Errol Flynn’s Pianist (2008)
Micro-curta de Rupert Owen, fã confesso de Flynn e igualmente tasmaniano.
Did I ever tell you about the time I saw Errol Flynn whip out his prick and play the piano with it? Oh well, it was a hundred years ago, I’d just got into modeling, and I went to this half-ass party, and Errol Flynn, so pleased with himself, he was there and he took out his prick and played the piano with it. Thumped the keys. He played You Are My Sunshine. Christ!
- Conversações de Marilyn Monroe com Truman Capote (Music for Chameleons)
*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!
O Coração Delator (The Tell-Tale Heart, 1953)
Ninguém estremece ao som da voz de Mr Mason.
The Real Oliver Reed (2005)
Lembro de uma história sobre Ollie substituir Sean Connery como Bond em tempos de George Lazenby e talvez a tal da cicatriz tenha contado nessa questão mais do que o ser humano selvagem por baixo da elegância, pois, convenhamos, nenhum ator conseguia ser tão animalesco e ao mesmo tempo um lorde inglês como Ollie o foi.
Michael Winner me deu pão, mas Ken Russell me deu arte. – Oliver Reed
Garfield and Friends: The Cartoon Cat Conspiracy (1992)
Sempre achei estranho esse lance de gatos nos desenhos, no cinema também, eles sempre são bobalhões ou vilões, mas há sempre Garfield para honrar a classe e colocar às claras toda a conspiração por trás disso.
Nota: A Turma do Manda Chuva também honrava a classe ao contrário daquela outra desgraça da Hanna-Barbera.
Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1980
1- Os Irmãos Cara de Pau (The Blues Brothers, John Landis)Tá no meu Top 20 de favoritos de sempre. Com personagens saídos diretamente de um quadro do Saturday Night Live, é inadmissível não amar cada segundo do filme, é inadmissível não amar cada som produzido, é inadmissível não amar cada cameo e, principalmente, é inadmissível não amar Dan Aykroyd e John Belushi.
2- O Império Contra Ataca (The Empire Strikes Back, Irvin Kershner)
Nuuuuuussa a Princesa Leia ama o Han Solo e ele sabe disso. Nuuuuussa O Darth Vader é pai do Luke.
3- O Anel dos Nibelungos (Der Ring Des Nibelungen, Brian Large/Patrice Chéreau/Pierre Boulez)Tetralogia megalomaníaca de Wagner montada por Patrice Chéreau e Pierre Boulez, é a mais intensa e visualmente elaborada montagem de ópera já filmada. Aprendi a gostar de ópera com Wagner (com uma ajudinha do Puccini e do Verdi), mas foi com essa filmagem que aprendi que não deve ser apenas ouvida, mas sobretudo vista.
4- Vestida para Matar (Dressed to Kill, Brian De Palma)
Fazer o público imaginar Michael Caine vestido de enfermeira psicopata é uma das glórias do De Palma.
5- Werner Herzog Eats His Shoe (Les Blank)Ele come, oras.
Real Melhor Filme do Ano: O Iluminado (The Shining, Stanley Kubrick)
Existem dois motivos para ter escolhido esse filme, o primeiro é porque é mesmo o melhor filme daquele ano (ó céus, Berlin Alexanderplatz? Touro Indomável? Agonia e Glória?), o segundo e mais convincente é porque se não colocasse este o Lucas cortaria meus peitos com um machado.
Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1982
1- ET: O Extraterrestre (E.T. the Extra-Terrestrial, Steven Spielberg)
A homenagem a Depois do Vendaval foi a coisa mais bela que o Spielberg já fez. Da época que o politicamente correto não o tinha atacado e ainda podíamos ver crianças bêbadas e alienígenas encachaçados.
2- Cliente Morto Não Paga (Dead Men Don’t Wear Plaid, Carl Reiner)
Por causa desse filme não posso mais assistir diversos dos meus filmes preferidos sem cair na gargalhada, a cena de Babs Stanwyck e Fred MacMurray no mercado em Pacto de Sangue é a pior. Edição sensacional.
3- Cão Branco (White Dog, Samuel Fuller)
Fuller chuta a sua bunda, palhação. Tá lá o homem mostrando novamente toda a sordidez humana.
4- Vitor ou Vitória (Victor/Victoria, Blake Edwards)
Esse foi o último grande filme de Blake Edwards e pode-se dizer que de Julie Andrews também.
5- Vincent (Tim Burton)Poema filmado de Tim Burton em homenagem a Vincent Price? Que amor!
Real Melhor Filme do Ano: O Caçador de Andróides (Blade Runner, Ridley Scott)
Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1983
1- Trocando as Bolas (Trading Places, John Landis)
Uma das melhores coisas da carreira de John Landis foi ter colocado Ralph Bellamy e Don Ameche (lindo!), dois ícones do screwball dos anos 30 e 40, como antagonistas aqui. Ameche foi um dos mais fofos que passaram pela época de ouro de Hollywood e tanto ele quanto Bellamy acabaram voltando às mesmas personagens naquela ponta engraçadíssima de Um Príncipe em Nova York. Certamente uma das mais deliciosas comédias dos anos 80.
2- O Retorno de Jedi (Return of the Jedi, Richard Marquand)
Darth Vader morreu! Peraí, jedis não morrem, jedis viram purpurina! Nós, os budistas, também. L-U-X-O.
3- Monty Python e o Sentido da Vida (The Meaning of Life, Terry Jones/Gilliam)
Fish, oras.
4- Negócio Arriscado (Risky Business, Paul Brickman)
Um dos primeiros clássicos adolescentes da década, fantasia de Tom Cruise com meia e cueca virou quase uma obrigação. O que aconteceu a Paul Brickman? Ele era bom.
5- O Casal Osterman (The Osterman Weekend, Sam Peckinpah)
E daí que quase ninguém gosta do último Bloody Sam? Eu gosto, ué.
Ultra Plus: Thriller de Michael Jackson (John Landis)
Picaretagem do videoclipe no meu post, mas só não é a obra prima de Landis porque os Blues Brothers vêm aí.
Real Melhor Filme do Ano: Zelig (Woody Allen)
Forrest Gump nada, fodão mesmo é o Zelig.









