La Concejala Antropófaga (2009)
*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!
50 anos de Mr. Laurie
Jeeves and Wooster
Blackadder The Third
A Bit of Fry and Laurie
Blackadder Goes Forth
Nota 1: Emma Thompson está escrevendo o roteiro do remake de My Fair Lady e sugeriu que o antigo namorado dos tempos de faculdade seja escalado no papel de Higgins. Não poderia concordar mais.
Nota 2: Stephen Fry é o Gato de Cheshire do Tim Burton. Absolutamente perfeito.
*Da série: Este post foi programado, eu não estou aqui!
O Coração Delator (The Tell-Tale Heart, 1953)
Ninguém estremece ao som da voz de Mr Mason.
Steve McQueen: A Essência do Formidável (The Essence of Cool, 2005)
PARTE 2 – PARTE 3 – PARTE 4 – PARTE 5 – PARTE 6 – PARTE 7 – PARTE 8
A pistola do Yul Brynner é maior que a minha, buá! O James Garner é mais bonito que eu, buá! O Paul Newman tem mais falas que o meu personagem, buá! E eu que pensava que historinhas como estas eram apenas lendas e coisas de mulheres invejosas, prova de que é necessário ser um bebê chorão para se tornar um mito. Steve McQueen é diva!
Plus Carmen Miranda: Bananas Is My Business (1995)
Nota: Como tudo que acontece no youtube, este longa está com um trecho faltando, mas especificamente o seu início, mas ainda sobra bastante informação a ser degustada neste interessante documentário, embora o item realmente indispensável sobre a saga nem-tão colorida de Carmen seja o estupendo livro de Ruy Castro (outro, pois ele só escreve biografias estupendas e indispensáveis).
Exils: de Hitler à Holywood / Exiles in Hollywood (2006)
Ótimo documentário sobre o pessoal de cinema que teve de sair corrido da Europa em tempos de Hitler, seja por serem judeus, homossexuais ou simplesmente por não tolerarem viverem no mesmo continente que o tipinho de bigode caricatural. Não é segredo para ninguém que esses fugitivos foram os responsáveis por boa parte do que há de melhor no cinema americano dos anos 30 e 40, o gênero noir, por exemplo, foi moldado predominantemente por artistas exilados. Hitler praticamente destruiu o cinema alemão, tudo que havia de melhor na UFA era de ascendência judaica ou meramente de antipatizantes do nazismo, de que adianta se para cada Leni Riefenstahl ele impediu centenas de trabalharem e sabe-se deus quantos de nascerem.
Claro que muitos alemães e austro-hungaros já estavam em Hollywood antes da ascensão de Hitler, como Erich Von Stroheim e Ernst Lubitsch, mas nem por isso deixaram de lado seu passado na Alemanha, como é o caso do judeu Lubitsch que talvez tenha construído a maior das sátiras sócio-políticas com o seu Ser ou Não Ser exatamente sobre a atmosfera insana em que se transformara parte da Europa, embora nenhum filme do período tenha abrigado mais artistas anti-nazismo do que Casablanca de Michael Curtiz, este é outro que já curtia Hollywood há algum tempo.
Tanto Lubitsch quanto Marlene Dietrich foram abertamente contrários ao regime hitleriano desde o início e ativamente participantes na ajuda de refugiados migrados para os EUA, incluindo a fundação de uma organização secreta de ajuda onde conseguiam dinheiro para que os judeus fugissem através da Suiça, Lubitsch lotava seus filmes com técnicos e artistas expatriados de guerra, já que não era fácil para todo mundo conseguir emprego durante essa diáspora hollywoodiana. A própria Dietrich estava na lista negra pessoal de Hitler, não que fosse judia, mas porque ela era simplesmente foda mesmo.

Marlene Dietrich e Ernst Lubitsch durante as filmagens de Angel (1937) quando há muito já se preocupavam com a ascensão do nazismo
O que muito me espanta é a ausência de Max Ophuls neste documentário que, como muitos de seus compatriotas, fez a habitual escala cinematográfica na França antes de ir para os EUA quando Paris já não mais apresentava a segurança de outrora. Outro que não foi citado foi Otto Preminger, um protegido de Lubitsch desde o início.
Mas claro, nem tudo são rosas na terra do sol, os americanos não gostavam muito dessa invasão germânica e todos os empregos que eles supostamente tirariam e embora ninguém estivesse nem aí para o fato de ser judeu, católico ou protestante, o fato de ser alemão não era visto com bons olhos, mesmo antes de Pearl Harbor e a entrada dos EUA na guerra. Enfim, hoje nada mudou muito em qualquer lugar do mundo.
Nota: Sempre me causa alegria ver como Billy Wilder se refere a Lubitsch, é de um sentimento de adoração tão imenso que parece não haver nada mais grande e elevado na face da terra do que o tio Ernst. E é sempre assim, Wilder nunca perdeu a oportunidade em todas as suas entrevistas de dizer que Lubitsch era o maior de todos. Wilder, pode ser mais famoso e respeitado pelo público de hoje, mas pessoalmente ainda prefiro o cinema de Lubitsch, mesmo porque sem ele Wilder não seria Wilder.
Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1982
1- ET: O Extraterrestre (E.T. the Extra-Terrestrial, Steven Spielberg)
A homenagem a Depois do Vendaval foi a coisa mais bela que o Spielberg já fez. Da época que o politicamente correto não o tinha atacado e ainda podíamos ver crianças bêbadas e alienígenas encachaçados.
2- Cliente Morto Não Paga (Dead Men Don’t Wear Plaid, Carl Reiner)
Por causa desse filme não posso mais assistir diversos dos meus filmes preferidos sem cair na gargalhada, a cena de Babs Stanwyck e Fred MacMurray no mercado em Pacto de Sangue é a pior. Edição sensacional.
3- Cão Branco (White Dog, Samuel Fuller)
Fuller chuta a sua bunda, palhação. Tá lá o homem mostrando novamente toda a sordidez humana.
4- Vitor ou Vitória (Victor/Victoria, Blake Edwards)
Esse foi o último grande filme de Blake Edwards e pode-se dizer que de Julie Andrews também.
5- Vincent (Tim Burton)Poema filmado de Tim Burton em homenagem a Vincent Price? Que amor!
Real Melhor Filme do Ano: O Caçador de Andróides (Blade Runner, Ridley Scott)

