Quixotando

O gato do Blofeld

Publicado em ANOS 60, GATOS, SCREENSHOT por Georgina Spiggott em Maio 7, 2009

You Only Live Twice - CATYou Only Live Twice - DONALD PLEASENCEYou Only Live Twice - BLOFELDPutz, só agora me dei conta que faltava um dos gatos mais famosos. O gato blofeldiano do Pleasence, é claro.

Com 007 Só se Vive Duas Vezes (You Only Live Twice, Lewis Gilbert, 1967)

Etiquetado como:, ,

Especial verão: Britt Ekland, Hervé Villechaize & Maud Adams

Publicado em ANOS 70, CHEESECAKE, FOTOGRAFIA, MUSAS por Georgina Spiggott em Fevereiro 16, 2009

The Man with the Golden Gun (1974) - Britt Ekland, Hervé Villechaize & Maud Adams007 contra o Homem da Pistola de Ouro (The Man with the Golden Gun, Guy Hamilton, 1974)

Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1977

Publicado em ANOS 70, MELHORES FILMES, SCREENSHOT, VIDEOS por Georgina Spiggott em Dezembro 2, 2008

1- Cruz de Ferro (Cross of Iron, Sam Peckinpah)Cross of Iron (1977) Bloody Sam causando arrepios. Quantos filmes americanos sobre a Segunda Guerra você conseguiu assistir sem que os Alemães dessem a impressão de terem parte com o demo? Se Cruz de Ferro não prova a genialidade do meu sanguinário favorito, nada mais o faz, Bloody Sam não é culhônico porque faz filme de macho, Bloody Sam é culhônico porque tem coragem de parar com a palhaçada e mostrar o que é, sem frescura, sem auto-promoção, sem hipocrisia, sem essa afetação corriqueira que dá no saco. A arte de Bloody Sam me remoi as entranhas tanto quanto as que vemos remoídas na tela, mas não por enjôo e sim por mera paixão mesmo.

2- Martin (George Romero)Talvez o segundo melhor filme de vampiro já feito, perdendo obviamente para o Nosferatu de 22. A perspectiva psicológica adotada é uma das mais interessantes e emblemáticas.

3- Esposamante (Mogliamante, Mario Vicario)Um dos filmes mais eróticos que já vi, a tensão sexual alcançada aqui é quase inigualável. Vicário, um notório exemplar da pornochanchada italiana, fez deste o seu filme mais classudo, talvez as presenças de Marcello Mastroianni e Laura Antonelli tenham ajudado neste quesito, não que eu não adore uma pornochanchada, é claro.

4- Love Letters of a Portuguese Nun (Die Liebesbriefe Einer Portugiesischen Nonne, Jesus Franco)Love Letters of a Portuguese NunNão é apenas a obra prima do tio Jess, como é a obra prima do gênero nunsploitation (a não ser que The Devils do Ken Russell – que muito influenciou este – conte como nunsploitation, mas aí já é covardia), além de paraíso inato a sadomasoquistas em geral. E não, ao contrário do que diz o título e os créditos, tal filme nada tem a ver com o clássico literário Cartas Portuguesas de Mariana Alcoforado, é só outra picaretagem do Franco mesmo.

5- Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, Woody Allen)Meu primeiro Woody Allen. Sim, a madrastra é bem mais interessante que a Branca de Neve. Sim, foi alí que teve início toda uma era de “eu tenho medo do Christopher Walken”.

6- 007 O Espião que me Amava (The Spy Who Loved Me, Lewis Gilbert) Melhor James Bond com Roger Moore e não, Moore não é o meu segundo Bond em preferência, meu segundo preferido é o Pierce Brosnan. Ah, melhor canção tema de toda a franquia também, graças a Carly Simon.

7- Valentino: O Ídolo, O Homem (Ken Russell)União de duas de minhas paixões: Rodolfo Valentino e Ken Russell. Em que outro lugar você poderia ver Rudy dançando tango com Nijinsky? A grande sacada aqui é a recriação visual e exagerada de muitos dos filmes com Valentino, além de coroar outros atores como Fat Arbuckle ou a exuberante entrada em cena de Leslie Caron encarnando Alla Nazimova e suas camélias.

Real Melhor Filme do Ano: Suspiria (Dario Argento)Impressionante como tem uns cineastas bem sem graça no mundo.

Nota: O primeiro Guerra nas Estrelas foi bastante importante na minha infância (o holograma da Princesa Leia pairou muito na minha memória), mas enfim, chega de Guerra nas Estrelas. Se bem que seria um bom pretexto para outra foto do Harrison Ford.Han shot firstNuuuuuuuuuuusssssa o Han Solo atira primeiro.

Daniel Craig me cansa…

Publicado em ANOS 60, FOTOGRAFIA, MUSOS, PETISCO ESCOCÊS por Georgina Spiggott em Novembro 23, 2008

SEAN CONNERY - DR NOSean nos bons tempos de Dr No em que a humanidade ainda não tinha ficado biruta

Etiquetado como:,

Centenário de Ian Fleming

Publicado em ANOS 60, POSTERS por Georgina Spiggott em Maio 28, 2008

Etiquetado como:,

Morre Lois Maxwell (1927 – 2007)

Publicado em ANOS 60, AVENTURA, MUSOS, PETISCO ESCOCÊS, SCREENSHOT por Georgina Spiggott em Setembro 29, 2007

Morre Barry Nelson (1917 – 2007)

Publicado em ANOS 50, POSTERS por Georgina Spiggott em Abril 7, 2007

O primeiro e felizmente não-único James Bond das telas.

Etiquetado como:,

Casino Royale (1954)

Publicado em ANOS 00, ANOS 50, AVENTURA, FOTOGRAFIA, IMPRESSÕES por Adriana Scarpin em Fevereiro 10, 2007

Casino Royale 1954Sabe como é… curiosidade é foda. Desde que vi o Casino Royale com o novo James Blond fiquei me coçando para ver o primeiro e único filme baseado na personagem 007 (oficial ou não) que eu ainda não tinha visto: o Casino Royale que fora um episódio televisivo de Clímax! em 1954.
Quem acha que o Lazenby (ou o Dalton) foi o pior é porque não conhece o tal de Barry Nelson que estava mais com cara de Baby Face Nelson do que de James Bond. Nem é preciso falar que a melhor coisa desse episódio é o Peter Lorre, como um Le Chiffre pré-Orson Welles e Mads Mikkelsen. E fique mesmo com aquele que ainda está passando nos cinemas ou a divertida versão de 67.

Nota 1: Tenho que esclarecer algumas questões sobre eventuais peripaques que venha a ter quando alguém coloca o Daniel Craig no mesmo patamar que o Connery (parece impossível, mas eu tenho visto muito isso). Tenho visto muitas confusões quanto à qualidade do filme do Campbell relacionada à capacidade de Craig ser um 007, é inegável que Casino Royale é um dos melhores filmes de ação dos últimos anos, mas o Bond de Craig não é um herói inglês, é um herói americanizado. Certo, a desculpa para isso poderia ser a de que ele acabou de se tornar 00, é um diamante bruto, não tinha sofrido a famosa tortura do Le Chiffre e nem tinha quebrado a cara com a Vesper Lynd ainda e esse patamar Craig só poderá galgar depois do seu segundo filme, mas alguma coisa no Craig me leva a crer que isso não acontecerá, não apenas por ele, mas por toda a disposição da equipe do filme (com Paul Haggis mexendo no roteiro queria o quê? Não que eu tenha algo contra o Haggis, ele é cumpadi do Clint, oras), embora o Richard Curtis tenha sido sondado para escrever o roteiro do próximo filme, o que poderia revitalizar a fleuma britânica classuda que esteve em falta neste último. E na boa, antes do Craig prefiro até o Peter Sellers.

Nota 2: Ou tudo isso é mera birra da minha parte por que o Craig não faz meu tipo?Eva Green by Ellen Von UnwerthSou muito mais a Eva Green.Mas nenhuma bond-girl ganha do Connery ou do Brosnan…

Top 5 créditos iniciais 007

Publicado em ANOS 60, ANOS 70, MUSOS, MÚSICA, PETISCO ESCOCÊS, VIDEOS por Adriana Scarpin em Janeiro 27, 2007

1- The Spy Who Loved Me (Carly Simon)

2- Live and Let Die (Paul McCartney)

3- Goldfinger (Shirley Bassey)

4- Dr. No (John Barry)

5- Diamonds are Forever (Shirley Bassey)

Onde foi parar a Carly Simon? Ela fez a música-tema de n filmes, era a típica cantora cujas músicas grudavam e não queriam desgrudar mais, particularmente sou maluca por essa canção dela (do tipo cantando pela casa à lá Bridget Jones berrando no sofá). O Radiohead regravou essa canção que caiu como uma luva para o Thom Yorke. L-U-X-O.

Nota 1: Faltou You Only Live Twice da Nancy Sinatra, e quem assistiu Só se Vive Duas Vezes sabe que não é mera coincidência os créditos iniciais de Kill Bill serem aos som da mesma Sinatra. E o pobre do Tarantino queria tanto dirigir Casino Royale…

Nota 2: Tanto Só Se Vive Duas Vezes (com o Connery) quanto O Espião Que Me Amava foram dirigidos pelo Lewis Gilbert, um dos melhores diretores britânicos dos anos 60/70 (apesar da soma dos melhores 007 terem sido dirigidos pelo Terence Young), Michael Caine que o diga. Mas Goldfinger (do Guy Hamilton) ainda é de longe o meu filme preferido da série (vai me dizer que você não ama o jeito que o Connery pronuncia Pussy?) e dane-se todo mundo que não é Sean Connery.