Mary Ellen Mark: Seen Behind the Scene #4
International Talk Like a Pirate Day
Arrr! Damn ye, yellow-bellied sapsuckers, I’m a better man than all of ye milksops put together.

Johnny Depp em Piratas do Caribe (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl, Gore Verbinski, 2003)
Anthony Michael Hall em Piratas da Informática/Piratas do Vale do Silício (Pirates of Silicon Valley, 1999)
Oops! Estilo errado.
Mary Ellen Mark: Seen Behind the Scene #2

Edward Furlong e as Irmãs da Perpétua Indulgência no set de Nada a Perder (American Heart) - Seattle, EUA, 1991

Catherine Deneuve no set de A Sereia do Mississippi (La Sirène du Mississipi) - Grenoble, França, 1969
Public Enemies (2009)







Só em julho.
Nota: Só avisando que Super Léo (que de inimigo não tem nada!) deu um bico no blogger e mudou de casa, agora estará recebendo o povo bacana e sem frescura no {[TRESH]}.
Feliz dia do Bigode
Para comemorar, alguns dos preferidos que estarão devidamente abigodados nas telonas em breve:
George Clooney para Men Who Stare at Goats
Brad Pitt para Inglourious Basterds
Johnny Depp para Public Enemies
Nessas quem saiu ganhando foi o Clooney que além de tudo roubou a peruca do Javier Bardem do armário dos Coen, mas sem o efeito chapinha. Se bem que ele poderia emprestá-la ao Jude Law, aliás, talvez a cara de pervertido do Law ganhe daquela peruca. Mas pensando melhor sobre tudo isso, bigode master é o Pitt porque o filme é de guerra e do Tarantino. Peraí de novo, já anunciando que o filme mais esperado por mim para 2009 é o Public Enemies, quem vai chutar todas as bundas de verdade é o Depp porque tá com Michael Mann e ponto final.
Para mais bigodes de todos os formatos, idades e profissões vá até o indispensável Ídolos de Bigode
Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1990
1- Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands – Tim Burton)
E tem início a uma das mais férteis parcerias ator-diretor que se tem notícia. Pura poesia.
2- O Poderoso Chefão 3 (Godfather: Part III – Francis Ford Coppola)
Tudo morre, só o Eli Wallach que não.
3- Cry Baby (John Waters)
É John Waters saindo do gueto e Johnny Depp saindo da tv para virar o talentoso excêntrico (é, eu assistia Anjos da Lei só por causa dele). Waters já tinha ensaiado uma veia mais popular com Hairspray, mas este ainda tinha Divine a tira colo e aqui a lacuna de sua morte caiu nas costas de Traci Lords e Iggy Pop. Até Joe Dallesandro e habituais Mink Stole, Ricki Lake e Patty Hearst dão as caras.
4- Coração Selvagem (Wild at Heart – David Lynch)
Fiquei anos querendo que alguém cantasse Love me Tender para mim, hoje me contento com Don’t Be Cruel.
5- De Volta para o Futuro 3 (Back to the Future Part III – Robert Zemeckis)
O filme é protagonizado por Clint Eastwood. Basta. Ficção científica spaghetti é o que há!
Menção inevitável: Twin Peaks (David Lynch)
Meu, isso passava todo domingo depois do Fantástico, ou seja, todo mundo ficava falando da maldita Laura Palmer. Seria picareta colocar um seriado-seriado que nem ao menos é uma minissérie nesta lista, mas foi marcante pra mim e Dale Cooper é o melhor personagem da tv mundial desde sempre. Putz, que ano difícil.
Real Melhor Filme do Ano: Os Bons Companheiros (Goodfellas – Martin Scorsese)
Aprendi a cortar alho com o tio Sorvino! Ah, também é o melhor filme da década.
Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1994
1- Priscilla – A Rainha do Deserto (The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert)Minha gente, não há nem como dizer o quão importante esse filme foi para mim, é o Rocky Horror Show dos anos 90 em termos de adoração pessoal, na minha fase drunk master era religioso colocar o filme quando chegava em casa encachaçada. A cena de nojinho de lady Terence Stamp a respeito do “cocô do ABBA” é uma das coisas mais engraçadas já colocadas numa tela de cinema, não tem Fellini ou Pasolini que tenha dado todo este estado de glória a Stamp, enquanto Guy Pearce (pedaçudo que só) e Hugo Weaving apresentam todo seu esplendor para o mundo. Deus, como amo dolorosamente este filme.
2- Ciúme – O Inferno do Amor Possessivo (L’ Enfer)
O mais próximo que o cinema chegou ao tratar das comiserações humanas sobre o ciúme, Chabrol faz um tratado digno de Machado de Assis e da própria tradição literária francesa.
3- O Casamento de Muriel (Muriel’s Wedding)E viva a Austrália dos anos 90! Muito cinema, ABBA e breguice altamente deliciosa! Numa tacada só nós, o povo pretensioso do Atlântico, fomos apresentados a PJ Hogan, Toni Collette e Rachel Griffiths. Sem fotos aqui também, pois a cena de Waterloo vale mais do que qualquer outra coisa.
4- O Balconista (Clerks)
E o nerdmaster conquista os festivais independentes do mundo, lembro que nessa época Kevin Smith era objeto de culto tanto quanto Tarantino. É Smith nos dando um sentido filosófico à necrofilia e ao auto-felatio.
5- Crumb
Qualquer pessoa que acredita na desordem de sua própria família mudará de opinião ao assistir o filme de Terry Zwigoff. Nenhuma família do mundo se equipara a de Robert Crumb, é quase um A Quadrilha de Sádicos ou Deliverance documental.
Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1995
1- Uma Jornada Pessoal Através do Cinema Americano (A Personal Journey with Martin Scorsese Through American Movies, 1995)
E tio Martin nos cem anos de cinema dividindo sua sabedoria conosco, os reles mortais, lembro de ter assistido isso na finada rede Manchete, onde era exibido um episódio por domingo. Nem é preciso dizer que é a inspiração desses meus tops 5’s pessoais em detrimento ao que deveria ser os melhores filmes.
2- Barrados no Shopping (Mallrats)
Céus, há como não amar Jason Lee? Obrigado Kevin Smith por ter tirado este homem de cima do skate, se Mallrats não existisse é provável que nem o bigode do Earl. Ah, para quem está perdido com este título nacional podre, é porque a Brenda Walsh também está no elenco.
3- Napoleon (1995)
Tenho meio que pavor desses filmes com cachorro que passam na Sessão da Tarde (com excessão de Milo & Otis, é claro), mas pqp o Napoleon, ele é diferente! Primeiro lugar, não é uma daquelas tosquices da Disney e sim uma produção australiana (ó o bom gosto do povo de novo), em segundo lugar é que ele é o Apocalypse Now dos filmes de cachorro, é o Sullivan’s Travels dos filmes infantis!!! Soberbo.
4- Razão e Sensibilidade (Sense and Sensibility, 1995)
Tem Hugh Laurie e Alan Rickman dividindo a mesma cena com cara de nojinho para um bebê. Basta.
5- Don Juan DeMarco (1995)
Alguém faz idéia de quantas dezenas de vezes assisti este filme por causa do Johnny Depp de capa, espada e máscara? Puta que pariu Johnny Depp.
Real Melhor Filme do Ano: The Beatles Anthology (1995)
(Lembra a loucura que foi quando lançaram os cds e este documentário?)
Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1998
1- O Grande Lebowski (The Big Lebowski)
The Dude é ídolo.
2- Medo e Delírio (Fear and Loathing in Las Vegas)
Mais gente biruta perdida no tempo e no espaço. Thompson, Gilliam, Depp e Del Toro – basta.
3- Irresistível Paixão (Out of Sight)
Filme policial sexy e classudo que deixa claro o porquê Soderbergh é um dos cineastas mais sofisticados da atualidade, nem a J.Lo conseguiu estragar este filme, talvez George Clooney de cueca samba-canção compense qualquer coisa.
4- Três é Demais (Rushmore)
E nasce Jason Schwartzman. Além de fazer com que Wes Anderson vire diretor cult neste seu segundo longa, revitaliza a carreira do Bill Murray passando a tocha para seu pupilo cômico mais brilhante que nunca chegou mesmo a ser conhecido como filho-da-Talia-Shire-sobrinho-do-Coppola.
5- Velvet Goldmine
Meyers é Bowie, McGregor é Iggy, Bale é todo mundo. Mais uma biografia artística de Haynes, muito glitter, sexo, drogas e rock and roll.
Sweeney Todd – The Demon Barber Of Fleet Street Deluxe Complete Edition
Download da trilha sonora de Sweeney Todd: o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet AQUI
Lost in La Mancha (2002)
Lost in La Mancha é um filme em que ele próprio acabou se tornando quixotesco e não chegando aos fins de suas intenções. Aliás, existe praticamente uma maldição em torno de anglo-saxões adaptando a obra máxima de Cervantes (aquela ótima adaptação para tv do Peter Yates com o John Lithgow não conta, era para tv oras) que o diga aquele rebu que acabou virando o Don Quixote do Orson Welles que foi editado com o dedo do Jess Franco. Existem zilhões de adaptações desde o cinema mudo, mas as que ficaram mais famosas foram as amaldiçoadas produções de Terry Gilliam e Orson Welles mesmo. Eu levava fé na versão do Gilliam, mas a verdade é que o mito Quixote é mesmo a cara do Gilliam e dava até para imaginar como ele faria certas cenas antes mesmo de ter assistido esse documentário, mesmo criando uma versão totalmente alternativa e com uma visão bem original do romance de Cervantes.
Esse documentário é muito interessante porque ele se desenrola com clima de suspense ficcional, nós sabemos que no fim tudo vai acabar em merda, mas a tensão da produção que vai resvalando num caos com direito à reviravoltas e tudo mais, nos deixa mais e mais desesperados, sem falar no enorme sentimento de compaixão e cumplicidade pelo Terry Gilliam que vê um sonho preparado durante dez anos sendo interrompido por um safanão na cara. E falando sinceramente, cheguei a chorar vendo esse filme. Uma tristeza só para quem ama cinema.
Nota: O que é Johnny Depp natural? Não existe ser mais sensual quando está sendo ele mesmo. PUTA QUE PARIU. É praticamente um Don Juan De Marco só que sem sotaque. Cruzes.






































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