Quixotando

Centenário de Laszlo Willinger

Posted in ANOS 40, FOTOGRAFIA, MUSAS, MUSOS by Baronesa de Charlus on April 6, 2009
LENA HORNE by Willinger

Lena Horne, 1945

Vivien Leigh and Robert Taylor from Waterloo Bridge by Laszlo Willinger

Vivien Leigh & Robert Taylor, 1940

Lucille Ball: Chiffon Gown

Lucille Ball, 1945

Anita Louise by Laszlo Willinger Marie Antoinette (1938)

Anita Louise, 1938

Clark Gable and Norma Shearer in Idiot's Delight by Laszlo Willinger (1939)

Clark Gable & Norma Shearer, 1939

Marlene Dietrich on the set of 'Manpower'

Marlene Dietrich, 1941

Donna Reed for 'See Here, Private Hargrove'

Donna Reed, 1944

Myrna Loy and William Powell in I Love You Again by Laszlo Willinger (1940)

Myrna Loy & William Powell, 1940

Hedy Lamarr by Willinger

Hedy Lamarr, 1944

dolores del rio 1940 - by laszlo willinger - pub shot for the man from dakota

Dolores Del Rio, 1940

STRANGE CARGO by Willinger

Clark Gable & Joan Crawford, 1940

LASZLO WILLINGER,  ANN SOTHERN, 1943

Ann Sothern, 1943

Marilyn Monroe

Marilyn Monroe, 1949

Norma Shearer and Tyrone Power by Laszlo Willinger from Marie Antoinette (1938)

Norma Shearer & Tyrone Power, 1938

Joan Collins rehearsing dance routines for 'Seven Thieves'

Joan Collins, 1959

Vivien Leigh portrait by Laszlo Willinger from That Hamilton Woman

Vivien Leigh, 1941

25 atrizes

Posted in CHEESECAKE, FOTOGRAFIA, MUSAS by Georgina Spiggott on December 11, 2008

Tá rolando um meme nos blogs pelo mundo de atrizes favoritas, quem quiser que também o faça, as minhas não estão em ordem de preferência porque não sou louca de fazer uma coisa dessas, entre parenteses está meu filme favorito de cada uma delas e cujas fotos não tem a ver com os mesmos. São mulheres que aos meus olhos sobrepôem o nome de qualquer cineasta na minha ânsia por vê-las.

Glenda Jackson

Glenda Jackson (Mulheres Apaixonadas/Women in Love, Ken Russell, 1969)

Isabelle Huppert

Isabelle Huppert (A Professora de Piano/La Pianiste, Michael Haneke, 2001)

Louise Brooks

Louise Brooks (A Caixa de Pandora/Die Büchse der Pandora, GW Pabst, 1929)

Barbara Stanwyck

Barbara Stanwyck (As Três Noites de Eva/The Lady Eve, Preston Sturges, 1941)

Anna Karina

Anna Karina (Bande à Part, Jean Luc Godard, 1964)

Miriam Hopkins

Miriam Hopkins (Ladrão de Alcova/Trouble in Paradise, Ernst Lubitsch, 1932)

Julie Christie

Julie Christie (Petulia/Um Demônio de Mulher, Richard Lester, 1968)

(Deserto Vermelho)

Monica Vitti (Deserto Vermelho/Il Deserto Rosso, Michelangelo Antonioni, 1964)

Helena Ignez

Helena Ignez (A Mulher de Todos, Rogério Sganzerla, 1969)

Pam Grier (Foxy Brown, Jack Hill, 1974)

Pam Grier (Foxy Brown, Jack Hill, 1974)

Carole Lombard by Otto Dyar

Carole Lombard (Irene, A Teimosa/My Man Godfrey, Gregory La Cava, 1936)

Liv Ullman

Liv Ullman (Persona, Ingmar Bergman, 1966)

Agnes Moorehead

Agnes Moorehead (Soberba/The Magnificent Ambersons, Orson Welles, 1942)

Marlene Dietrich (O Diabo Feito Mulher/Rancho Notorious, Fritz Lang, 1952)

Marlene Dietrich (O Diabo Feito Mulher/Rancho Notorious, Fritz Lang, 1952)

Sasori, Shunya Ito, 1972)

Meiko Kaji (Joshuu 701-gô: Sasori, Shunya Ito, 1972)

Bette Davis (O que terá Acontecido a Baby Jane?/What Ever Happened to Baby Jane?, Robert Aldrich, 1962)

Bette Davis (O que terá Acontecido a Baby Jane?/What Ever Happened to Baby Jane?, Robert Aldrich, 1962)

Joan Crawford (Johnny Guitar, Nicholas Ray, 1954)

Joan Crawford (Johnny Guitar, Nicholas Ray, 1954)

Faye Dunaway (Rede de Intrigas/Network, 1976)

Faye Dunaway (Rede de Intrigas/Network, Sidney Lumet, 1976)

Catherine Deneuve (Repulsa ao Sexo/Repulsion, Roman Polanski, 1965)

Catherine Deneuve (Repulsa ao Sexo/Repulsion, Roman Polanski, 1965)

Vanessa Redgrave (Blow-Up, Michelangelo Antonioni, 1966)

Vanessa Redgrave (Blow-Up, Michelangelo Antonioni, 1966)

Jeanne Moreau (Jules et Jim, François Truffaut, 1962)

Jeanne Moreau (Jules et Jim, François Truffaut, 1962)

Cate Blanchett (Não Estou Lá/I'm Not There, Todd Haynes, 2007)

Cate Blanchett (Não Estou Lá/I'm Not There, Todd Haynes, 2007)

Florinda Bolkan (Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita/Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto, Elio Petri, 1970)

Florinda Bolkan (Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita/Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto, Elio Petri, 1970)

Julianne Moore (O Grande Lebowski/The Big Lebowski, Coen Brothers, 1998)

Julianne Moore (O Grande Lebowski/The Big Lebowski, Coen Brothers, 1998)

Shirley MacLaine (Se Meu Apartamento Falasse/The Apartment, Billy Wilder, 1960)

Shirley MacLaine (Se Meu Apartamento Falasse/The Apartment, Billy Wilder, 1960)

Nota 1: Nem é preciso mencionar que cometi uns pecados cabeludos ao deixar muita gente de fora, para ficar satisfeita só 40.

Nota 2: Algumas outras listas bacanas que podem ser encontradas por aí: Self-Styled Siren, 1416 and Counting, Film Experience Blog, Video WatchBlog, Coffee, Coffee and More Coffee , Cinebeats, Stinky Lulu, Flickhead, You Can’t Eat the Venetian Blinds, Cinema Styles

Exils: de Hitler à Holywood / Exiles in Hollywood (2006)

Posted in ANOS 30, ANOS 40, DOCUMENTÁRIO, GUERRA, IMPRESSÕES, LEGENDADO, LONGAS, VIDEOS by Adriana Scarpin on November 4, 2008

Ótimo documentário sobre o pessoal de cinema que teve de sair corrido da Europa em tempos de Hitler, seja por serem judeus, homossexuais ou simplesmente por não tolerarem viverem no mesmo continente que o tipinho de bigode caricatural. Não é segredo para ninguém que esses fugitivos foram os responsáveis por boa parte do que há de melhor no cinema americano dos anos 30 e 40, o gênero noir, por exemplo, foi moldado predominantemente por artistas exilados. Hitler praticamente destruiu o cinema alemão, tudo que havia de melhor na UFA era de ascendência judaica ou meramente de antipatizantes do nazismo, de que adianta se para cada Leni Riefenstahl ele impediu centenas de trabalharem e sabe-se deus quantos de nascerem.
Claro que muitos alemães e austro-hungaros já estavam em Hollywood antes da ascensão de Hitler, como Erich Von Stroheim e Ernst Lubitsch, mas nem por isso deixaram de lado seu passado na Alemanha, como é o caso do judeu Lubitsch que talvez tenha construído a maior das sátiras sócio-políticas com o seu Ser ou Não Ser exatamente sobre a atmosfera insana em que se transformara parte da Europa, embora nenhum filme do período tenha abrigado mais artistas anti-nazismo do que Casablanca de Michael Curtiz, este é outro que já curtia Hollywood há algum tempo.
Tanto Lubitsch quanto Marlene Dietrich foram abertamente contrários ao regime hitleriano desde o início e ativamente participantes na ajuda de refugiados migrados para os EUA, incluindo a fundação de uma organização secreta de ajuda onde conseguiam dinheiro para que os judeus fugissem através da Suiça, Lubitsch lotava seus filmes com técnicos e artistas expatriados de guerra, já que não era fácil para todo mundo conseguir emprego durante essa diáspora hollywoodiana. A própria Dietrich estava na lista negra pessoal de Hitler, não que fosse judia, mas porque ela era simplesmente foda mesmo.

Marlene Dietrich e Ernst Lubitsch durante as filmagens de Angel (1937) quando há muito já se preocupavam com a ascensão do nazismo

Marlene Dietrich e Ernst Lubitsch durante as filmagens de Angel (1937) quando há muito já se preocupavam com a ascensão do nazismo

O que muito me espanta é a ausência de Max Ophuls neste documentário que, como muitos de seus compatriotas, fez a habitual escala cinematográfica na França antes de ir para os EUA quando Paris já não mais apresentava a segurança de outrora. Outro que não foi citado foi Otto Preminger, um protegido de Lubitsch desde o início.
Mas claro, nem tudo são rosas na terra do sol, os americanos não gostavam muito dessa invasão germânica e todos os empregos que eles supostamente tirariam e embora ninguém estivesse nem aí para o fato de ser judeu, católico ou protestante, o fato de ser alemão não era visto com bons olhos, mesmo antes de Pearl Harbor e a entrada dos EUA na guerra. Enfim, hoje nada mudou muito em qualquer lugar do mundo.

Nota: Sempre me causa alegria ver como Billy Wilder se refere a Lubitsch, é de um sentimento de adoração tão imenso que parece não haver nada mais grande e elevado na face da terra do que o tio Ernst. E é sempre assim, Wilder nunca perdeu a oportunidade em todas as suas entrevistas de dizer que Lubitsch era o maior de todos. Wilder, pode ser mais famoso e respeitado pelo público de hoje, mas pessoalmente ainda prefiro o cinema de Lubitsch, mesmo porque sem ele Wilder não seria Wilder.

Anjo (Angel, 1937)

Posted in ANOS 30, LONGAS, ROMANCE, VIDEOS by Georgina Spiggott on June 23, 2008

Ah… Marlene!

Posted in ANOS 30, MUSAS by Georgina Spiggott on March 30, 2008

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Sex is much better with a woman, but then one can’t live with a woman! – Marlene Dietrich

Nota: Nada como a sabedoria infinita de Fräulein Dietrich…

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O Julgamento em Nuremberg (Judgment at Nuremberg, 1961)

Posted in ANOS 60, DRAMA, GUERRA, LONGAS, VIDEOS by Georgina Spiggott on February 21, 2008

Paixão Fatal (The Flame of New Orleans, 1941)

Posted in ANOS 40, COMÉDIA, IMPRESSÕES, MUSAS, SCREENSHOT by Adriana Scarpin on January 30, 2008

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Ah René Clair, como és adorável! Todos temos fases onde um ou outro cineasta nos cai melhor e vira objeto de verdadeira obsessão, isso pode ser apenas uma fase ou até amor para toda vida. Há alguns meses minha paixão recaiu dividida entre René Clair e Ernst Lubitsch e não mais cessou.
O Clair da vez foi Paixão Fatal que se encontra na sua nem-tão-brilhante fase americana, pois René Clair, ao contrário de muitos dos seus colegos europeus fugidios da guerra, não encontrou o esplendor que já encontrara em solo francês para o seu inegável talento de rara classe. Mas um René Clair inferior é ainda um filme invulgar, menos ainda se conta com a presença de Marlene Dietrich, especialmente se esta nos brinda com um de seus papéis mais “sapecas” longe daquela iluminação e angulação sternberguiana que a deixava quase inumana.
Aqui Dietrich vive uma “pistoleira” no sentido poético da palavra, fingindo ser uma dama que finge ser uma pistoleira, mais ou menos como Barbara Stanwyck em Lady Eve, inclusive algumas coisas foram feitas masgistralmente para burlar o Código Hayes, não da maneira insana que Preston Sturges fizera, mas com grande resultado, deixando-nos boquiabertos por certas alusões mais picantes terem passado pela censura.
Uma comédia romântica singular para Dietrich e um momento razoavelmente feliz na filmografia de Clair.

Marlene Dietrich

Posted in ANOS 30, MUSAS by Georgina Spiggott on January 1, 2008

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Gosto de como Dietrich se move em cena, ela adota uma postura máscula sem deixar de ser inegavelmente fêmea. O cinema dramático dos anos 30 transformava suas musas em seres inalcançáveis, a câmera era usada para tranformá-las em seres além da carne, quase etéreos. Stenberg foi o que melhor tirou proveito desse ar de criatura intocável que Dietrich jamais deixou de passar, dá uma sensção de sacrilégio ver alguém ser seduzido por ela, no melhor exemplo do pensar de como esse reles mortal pode cogitar tocá-la. Nenhuma outra estrela jamais se apresentou tão intocável, nem mesmo Greta Garbo.

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Desonrada (Dishonored / Agent X-27, 1931)

Posted in ANOS 30, GATOS, MUSAS, SCREENSHOT by Georgina Spiggott on December 30, 2007

O Diabo Feito Mulher (Rancho Notorius, 1952)

Posted in ANOS 50, IMPRESSÕES, MUSAS, WESTERN by Adriana Scarpin on March 13, 2007

Poster - Rancho NotoriousFritz Lang é aquele tipo que conseguiu fazer pelo menos uma obra-prima em cada gênero, no western essa missão foi cumprida com O Diabo Feito Mulher (embora ele tenha feito outros faroestes), filme antecessor a Johnny Guitar de Nicholas Ray que deu definitivamente um papel de impacto às mulheres num gênero avidamente misógino com as estupendas personagens e interpretações de Joan Crawford e Mercedes McCambridge (curiosamente o filme levou o nome da personagem de Sterling Hayden, mas ele desaparece entre essas duas), mas Fritz Lang e a mega-bombástica Marlene Dietrich contribuíram de maneira bastante incisiva nesse caminho tortuoso.
Diria eu que Marlene Dietrich foi mais relevante com sua carreira cinematográfica para a expansão da posição social da mulher do que qualquer panfletário movimento feminista do século XX e não estou falando especificamente da mão de ferro que sua personagem em Rancho Notorious apresenta num ambiente e num gênero predominantemente masculino, estou falando de toda a carreira dela desde o início na Alemanha até o declínio nos EUA (incluindo o mísero fato dela ter sido a primeira mulher a usar calças publicamente nos anos 20), não há dúvidas que Dietrich foi uma das mulheres mais sensuais do cinema, mas sempre esteve bem longe de uma Betty Boop, Monroe ou Bardot, o lance dela não era fazer biquinho e se fingir de boba (não que eu não goste de biquinho e não o faça quando me convém), ela fazia e acontecia sem precisar ao menos sorrir (não que ela não o fizesse, é claro).
No elenco ainda estão Mel Ferrer (que hoje em dia é mais conhecido o ex-marido da Audrey Heburn que foi trocado pelo William Holden, mas era um grande ator) e Arthur Kennedy que deveriam dividir as atenções com Marlene em seus papéis, mas não conseguem, a tela é dela, seja pela sua presença carismática e atuação forte, seja pela sua infinita beleza no alto dos seus 50 anos na época das filmagens. O superman George Reeves também está no elenco e, para deleite dos fãs do gênero, ainda há a presença de Jack Elam.
A história tem obviamente o dedo de uma mulher, Silvia Richards, que já tinha colocado o dedo na história da transtornada personagem de Joan Crawford em Possessed do Kurt Bernhardt (que trabalhara com Dietrich na Alemanha) que já comentei por aqui e que já trabalhara com Lang no roteiro de O Segredo da Porta Cerrada de 1948. Fritz geralmente é citado como grande diretor do cinema mudo, mas foi um dos grandes especialistas do cinema noir americano. E com Rancho Notorious Lang fez de novo, só que com um western. E fez bem, oras.

Marlene Dietrich (Rancho Notorious)“Gosto de homens que não acreditam no que uma mulher diz”
- Marlene Dietrich como Altar Keane em Rancho Notorious

John Bryson (1923 – 2005)

Posted in FOTOGRAFIA by Georgina Spiggott on October 12, 2005

A Volta ao Mundo em 80 Dias (Around the World in 80 Days, 1956)

Posted in ANOS 50, AVENTURA, COMÉDIA, LONGAS, VIDEOS by Georgina Spiggott on January 28, 2005