Vai me dizer que não foi lindo?

Estive me segurando pra não dizer nada, mas não deu… Fiquei emocionada com o Clint como tradudor do tio Ennio. E me desculpem os outros compositores, mas o tio Ennio é o maior do cinema. Afinal, quantos compositores fazem as trilhas antes dos filmes serem rodados para que o cineasta rode as cenas de acordoContinuar lendo “Vai me dizer que não foi lindo?”

Os 300 de Esparta (The 300 Spartans, 1962)

Com o bagulho digital do Snyder baseado no Miller estreando mês que vem, haverá uma corrida dos mais curiosos para ver a versão da batalha de Termópilas moldada pela enxurrada de épicos dos anos 60 e obviamente não fiquei para trás. O 300 de Esparta do Maté é mais um senhor épico que tem aContinuar lendo “Os 300 de Esparta (The 300 Spartans, 1962)”

O que é que há, tigresa? (What’s Up, Tiger Lily? 1966)

What’s Up, Tiger Lily? é o primeiro filme dirigido oficialmente por Woody Allen. Ou melhor, co-dirigido. Ou melhor ainda, não foi dirigido por ele! Ele simplesmente comprou os direitos de um filme b japonês de espionagem (Kokusai himitsu keisatsu: Kagi no kagi de Senkichi Taniguchi) , redublou com diálogos absurdos e inseriu umas poucas cenasContinuar lendo “O que é que há, tigresa? (What’s Up, Tiger Lily? 1966)”

Sexy e Marginal (Boxcar Bertha, 1972)

Às vezes deixamos passar batido nas nossas vidas filmes que nem sabemos o porquê tivemos a audácia de não ter corrido atrás antes. A minha pérola do dia é um inevitável Scorsese de 1972 pré-Caminhos Perigosos: Sexy e Marginal ou, se preferir, Boxcar Bertha, baseado no livro escrito por Ben Reitman sobre a tal BerthaContinuar lendo “Sexy e Marginal (Boxcar Bertha, 1972)”

O Diário de um Gângster (Pulp, 1972)

A parceria do Mike Hodges com Michael Caine deu tão certo com Get Carter que no ano seguinte resolveram se unir novamente em Pulp. Não chegaram à excelência de Carter, mas tampouco não fizeram de Pulp um filme digno de ser assistido com prazer, muito pelo contrário, satisfação é o que não falta ao assistí-lo.Continuar lendo “O Diário de um Gângster (Pulp, 1972)”