Ulysses (1967)

O que é o cinema, hein? Aparentemente não há lista de livros dos mais infilmáveis que não deveria constar o Ulysses de James Joyce. Pelo menos era o que pensava eu até assistir essa versão dirigida por Joseph Strick em 1967. Não vou dizer que As Alucinações de Ulisses (o título no Brasil) beira aContinuar lendo “Ulysses (1967)”

The L Word

Finalmente lançaram The L Word em DVD no Brasil e finalmente pude assistir e me esbaldar. Ainda acho que a série foi feita para o deleite dos fetichistas de plantão com seu lesbianismo de boutique e visual à lá Aaron Spelling, mas aparências à parte, é um grande e inteligente seriado dramático, principalmente por tratarContinuar lendo “The L Word”

Da série musas: Natalie Barney

“Não posso dar-me a quem não me sabe prender.” Natalie Clifford Barney tinha uns 20 e tantos anos quando deixou a América na virada do século para instalar-se definitivamente em Paris. Se Washington D.C. era muito provinciana para abrigar uma jovem herdeira que pregava o amor livre, a Cidade-Luz parecia ser o paraíso. Natalie talvezContinuar lendo “Da série musas: Natalie Barney”

Cartas de Amor à Nora Barnacle

“To NORA 8 December 1909 44 Fontenoy Street, Dublin My sweet little whorish Nora I did as you told me, you dirty little girl, and pulled myself off twice when I read your letter. I am delighted to see that you do like being fucked arseways. Yes, now I can remember that night when IContinuar lendo “Cartas de Amor à Nora Barnacle”

Renascido das Trevas (The Resurrected, 1992)

“Os sais essenciais dos animais podem ser preparados de que um homem engenhoso pode ter toda a Arca de Noé em seu próprio escritório e fazer surgir a bela forma de um animal das cinzas deste a seu bel-prazer; e, pelo mesmo método, dos sais essenciais do pó humano, sem criminosa necromancia, um filósofo podeContinuar lendo “Renascido das Trevas (The Resurrected, 1992)”

O Moinho Negro (The Black Windmill, 1974)

Don Siegel indo pra Inglaterra e se unindo a Michael Caine só podia dar coisa boa, não? De qualquer forma valeria a pena só com a piada a respeito de um agente secreto comunista chamado Sean Connery que é de se contorcer de rir. Mas como ainda há muita beleza nessa vida, o filme nãoContinuar lendo “O Moinho Negro (The Black Windmill, 1974)”