O Bye Bye Life de Roy Scheider

Morreu no hospital, é claro.

Publicado por Adriana Scarpin

Bibliófila, ailurófila, cinéfila e anarcafeminista. Really. Podem me encontrar também aqui: https://linktr.ee/adrianascarpin

7 comentários em “O Bye Bye Life de Roy Scheider

  1. Definitivamente não gosto da estética dos anos 70, mas esse filme tem as manhas.
    Pode espalhar as boas novas, o tempo do sarcasmo já passou.

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  2. Vixe Morelli, pra mim a estética dos 70 é o ápice dos ápices, mas esse filme tem as manhas de qualquer forma, Bob Fosse é ídolo.
    E já não era sem tempo, uma coisa é usar sarcasmo como arte, a outra é ser intragável e usar isso no dia a dia. E eu era visionária e não sabia! hehehe

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  3. Não sei a porcentagem exata, mas que talvez seja minha década preferida do cinema, isso é fato, especialmente pelos subgêneros característicos da década, como os exploitations em todos os seguimentos, musicais kitsch e filmes culhônicos de macho em geral. Já música até uns anos atrás anos 60 e 70 eram imbatíveis, mas na minha atual condição raramente ouço músicas com menos de 50 anos…

    Adendo: O lance do sarcasmo que entrou no papo do nada com o Morelli vem de um texto excelente que ele escreveu aqui: http://www.laboratorio.blog.br/?p=21 e me fez pensar uma coisa, se os anos 90 era a tempo dos tipinhos sarcásticos, os 80 dos almofadinhas yuppies, os 60 do Paz e Amor, que diabos de bandeira tinha os anos 70? Não consegui chegar a nenhuma conclusão de que diabos de perfil tinha os anos 70.

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  4. Definitivamente está morrendo gente que nunca havia morrido antes. :P E com a subida ao telhado do Roy Scheider, lá se vai mais um ícone da minha infância, um cara que estrelou alguns dos filmes mais bacanas que assisti em minhas madrugadas insones em frente à TV, como “A Maratona da Morte”, “Operação França” e “Tubarão”. Pena que seu final de carreira foi macambuziamente melancólico, estrelando seriados meia-boca como “Seaquest” ou fazendo pontas em outros como “Third Watch” e “Law & Order”.

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  5. Poxa, Inagaki o cara esteve presente em filmes preferidos de muita gente, só este três que você citou já quebram qualquer banca, não há dúvidas que ele foi um dos símbolos do cinema dos anos 70 e a sua carreira contemporânea fazia jus àquela expressão “fim de carreira”, acho que a última coisa realmente boa que ele fez foi o filme RKO 281 sobre a produção de Cidadão Kane, embora um filme feito para TV, tinha um elenco luminoso e foi um bom filme.

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