Está para estreiar minha coluna na sessão de cinema do OPS (é, já estou cansando de blog e de tudo que resta na vida blá blá blá), convido todos a dar uma passada por lá de vez em quando, pois alí estarei a escrever umas coisas menos ruins do que escrevo por aqui e menos pessoais (querendo ou não essa purrinha é um blog pessoal). Meu primeiro assunto é o quase-desconhecido animador franco-russo-polonês Wladyslaw Starewicz (Ladislas Starevitch, Starewicz, Ladislaw Starewitch, Starewitsch etc tetc…) quando ele deveria estar no top 5 dos maiores e mais importantes cineastas das primeiras décadas da sétima arte.
Pessoas conceituadas como Terry Gilliam clamam por seu nome ao citar os maiores animadores de todos os tempos, mas clamá-lo-ei não como um dos melhores, mas como o melhor num puro estado singular.
A Vingança do Cameraman (Mest Kinematograficheskogo Operatora, 1912)
E alguns de seus outros filmes que podem ser encontrados online:
O Natal dos Insetos (Rozhdestvo Obitatelei Lesa, 1913)
A Cigarra e a Formiga (Strekoza i muravey, 1913)
A Voz do Rouxinol (La Voix du Rossignol, 1923)
As Rãs à Procura de um Rei (Les Grenouilles qui Demandent un Roi, 1923)
O Rato da Cidade e o Rato do Campo (Le Rat de Ville et le Rat des Champs, 1927)
O Leão Decrépito (Le Lion Devenu Vieux, 1932)
O Navegador (Fétiche en Noyage de Noces, 1936)
Flor de Samambaia (Fleur de fougère, 1949)
E os que são encontrados no Emule:
Lírio da Bélgica (Liliya Belgii, 1915)
O Conto da Raposa (Le Roman de Renard,1930)
Carrossel Boreal (Carrousel Boréal, 1958)
Contos do Relógio Mágico (Les Contes De L’horloge Magique, 2003)