Centenário do tio João (e nem é o arroz)

JOÃO GUIMARÃES ROSA - GATOSÉ claro que um dos meus verdadeiros xodós literários não passaria batido, o homem é uma loucura e todo mundo devia saber disso, bata uma coisa chamada Oswald de Andrade com outra chamada James Joyce e dá noutra de nome Guimarães Rosa. Além de tudo, o homem que não era bobo nem nada, foi obcecado por gatos e eu realmente gostaria de ter encontado uma foto dele que vi certa vez em que o tio Guima tinha gatos subindo até pela cabeça.

Que fique aqui a seleção de curtas documentais ou adaptações de sua obra para deleite dos rosamaníacos, pois se há algum escritor brasileiro que nos dá vontade de largar a própria vida para estudá-lo, certamente atenderá pelo nome de João Guimarães Rosa.

A João Guimarães Rosa (1968) de Roberto Santos

Desenredo (2001) de Raquel de Almeida Prado

Rio de Janeiro, Minas (1991) de Marily da Cunha Bezerra

Famigerado (1991) de Aluizio Salles Júnior

Do Sertão ao Beco da Lapa (1973) de Mauricio Capovilla

Veredas de Minas (1975) de David Neves e Fernando Sabino

A Criação Literária de João Guimarães Rosa (1969) de Paulo Thiago

Cordisburgo Roseana: A Cidade Recriada (2001) de Vitor Borysow

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2 thoughts on “Centenário do tio João (e nem é o arroz)

  1. oi Dri

    Fico pensando o trabalho que deve ser adaptar um texto do Velho rosa para o cinema.

    Esses dias li a 3 margem do rio e fiquei pensando: Será possível? Sei que há uma versão do conto, mas mesmo assim, será possível?!

    abs

  2. Putz, sabe que não via a versão para o cinema da Terceira Margem do Rio ainda? Mas não sei, algumas coisas dele são altamente cienmatográficas, por exemplo, O Campo Geral inteiro nasceu para ser filmado. Eu sou daquelas pessoas doentes que imaginam todo e qualquer adaptação ao ler certos livros e os contos do Campo Geral nasceram para serem filmados. Agora, Primeiras e Outras Estórias tenho lá as minha dúvidas, assim como Sagarana, apesar de terem rendido uma ou outra boa adaptação pelo caminho. Agora do recente Miguilim não falo nada, pois ainda não o vi e tenho receio de vê-lo, pois Miguilim é uma das coisas mais perfeitas que já li na vida, só perde em preferência literária para a saga completa de Em Busca do Tempo Perdido, aliás, Miguilim é como se fosse o primeiro volume da saga de Proust.
    Nem vou falar nada de Grande Sertão, porque aí fode tudo. hehehe Mas vi uma adaptação decente do Ulysses do Joyce feita em 1967 e se conseguiram fazer algo decente do Ulysses, dá para fazer algo decente com o Grande Sertão…

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