Centenário de Carole Lombard – Parte 3

6- Nada é Sagrado (Nothing Sacred, William A. Wellman, 1937)

Nada é Sagrado é tido não só como um dos melhores filmes de Carole, como um das melhores comédias de sempre, por pecado meu ou não, este é um filme que não significa muito para mim. Apesar de ser fã de Carole e Fredric March, tendo eles uma química incrível em cena e mesmo com aquela famosa sequência de espancamento, não é um filme que coloque nem no meu top 5 de Miss Lombard.

7- Começou no Trópico (Swing High, Swing Low, Mitchell Leisen, 1937)Mais um filme de Mitchell Leisen com seu muso-mor MacMurray e novamente ao lado de Lombard. Miss Carole arrasa de novo com aquelas oscilações do cômico para o dramático como só ela sabia fazer com a classe que lhe era natural, embora seja um filme menor de sua filmografia e a de Leisen, ganha pontos por ter MacMurray tocando trompete enquanto Carole finge que sabe cantar.

8- Confissão de Mulher (True Confession, Wesley Ruggles, 1937)O que acontece quando colocam a Carole no papel de uma mentirosa compulsiva com a Una Merkel como sua melhor amiga, Fred MacMurray como o marido honestíssimo e John Barrymore como um bêbado (!!!) escroque? Coisas impensáveis, oras. Gosto desse filme particularmente pelo tique de Carole ao mentir, algo que ela faz com a boca como prenúncio de mais uma daquelas barbaridades absurdas que sua personagem deixava fluir na imaginação. Não é um grande filme, mas Carole me fez rir com gosto.

9- Irene – A Teimosa (My Man Godfrey, Gregory La Cava, 1936)Sério candidato a melhor filme protagonizado por Carole, onde todos os personagens são completamente malucos e nos dando a concreta impressão que nada alí faz qualquer sentido. Um dos mais contundentes exemplos do quão nonsense e genial o gênero screwball pôde chegar nos anos 30, Carole volta a contracenar com o ex-marido William Powell e chega mesmo a bater a doidivanas da Katharine Hepbun em Levada da Breca como melhor personagem cômica feminina da década. Afinal, Godfrey loves me! He put me in the shower!

10- A Princesa do Brooklyn (The Princess Comes Across, William K. Howard, 1936)A graça desce filme reside única e exclusivamente na performance de Carole, que presta uma “homenagem” a Greta Garbo, só de lembrar o sotaque e as caras e bocas que Miss Lombard faz, já me dá vontade de rir. Ah, o par romântico é Fred MacMurray… again.

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