Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1983

1- Trocando as Bolas (Trading Places, John Landis)Uma das melhores coisas da carreira de John Landis foi ter colocado Ralph Bellamy e Don Ameche (lindo!), dois ícones do screwball dos anos 30 e 40, como antagonistas aqui. Ameche foi um dos mais fofos que passaram pela época de ouro de Hollywood e tanto ele quanto Bellamy acabaram voltando às mesmas personagens naquela ponta engraçadíssima de Um Príncipe em Nova York. Certamente uma das mais deliciosas comédias dos anos 80.

2- O Retorno de Jedi (Return of the Jedi, Richard Marquand)Darth Vader morreu! Peraí, jedis não morrem, jedis viram purpurina! Nós, os budistas, também. L-U-X-O.

3- Monty Python e o Sentido da Vida (The Meaning of Life, Terry Jones/Gilliam)Fish, oras.

4- Negócio Arriscado (Risky Business, Paul Brickman)Um dos primeiros clássicos adolescentes da década, fantasia de Tom Cruise com meia e cueca virou quase uma obrigação. O que aconteceu a Paul Brickman? Ele era bom.

5- O Casal Osterman (The Osterman Weekend, Sam Peckinpah)E daí que quase ninguém gosta do último Bloody Sam? Eu gosto, ué.

Ultra Plus: Thriller de Michael Jackson (John Landis) Vodpod videos no longer available.

Picaretagem do videoclipe no meu post, mas só não é a obra prima de Landis porque os Blues Brothers vêm aí.

Real Melhor Filme do Ano: Zelig (Woody Allen)Forrest Gump nada, fodão mesmo é o Zelig.

2 thoughts on “Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1983

  1. Eu não acreditei quando descobri que o ator que fez o Darth Vader era aquele halterofilista do Laranja Mecânica. Como aquele cara coube nessa armadura?

    O Sentido da Vida é sem noção, acho que ali tem os quadros mais “ahn?” deles, como aquele do gordão que come até explodir, os caras que vão buscar o fígado na casa do sujeito, etc.

    Zelig ainda não vi, mas O Casal Osterman é bom mesmo. Baita elenco bacana, e a VADIA DE OLHOS VERDES (chamam ela assim no filme) acertando flechas em slow motion!

  2. O Sentido da Vida é quase que uma versão mais elaborada dos sketches do Flying Circus, não tem um roteiro de verdade e bonitinho como tinham A Vida de Brian ou O Cálice Sagrado. Esse “quadro” que você citou do Terry Jones explodindo é o meu favorito no filme, embora o Dias Gomes tinha escrito algo bem parecido uns anos antes para a novela Saramamdaia. Outros momentos que muito me apetecem é a galera do fish fish fish e o lance de católicos e protestantes que a Ju bem lembrou aqui

    Quanto ao Darth Farmer (era assim que o povo da produção de SW o chamava por conta do sotaque caipirosca), qual é daquela roupa ridícula que ele usa em Laranja Mecânica?

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