Top dúzia: Joan Bennett

Homenagem ao centenário da moça, digamos que ela foi musa de um pessoal razoavelmente bom, não? Dentre seus méritos, o mais notório é fato de ter trabalhado tantas vezes com Fritz Lang, pois a lenda reza que era raro alguém ter paciência em travar uma parceria mais longeva com o senhor Fritz – parceria esta que terminou com os constantes atritos e retumbante bagunça durante as filmagens do seu pseudo-Rebecca-pseudo-Jane Eyre.

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1- Suspiria (Dario Argento, 1977)
2- O Homem que quis Matar Hitler (Man Hunt, Fritz Lang, 1941)
3- Chamas Que Não se Apagam (There's Always Tomorrow, Douglas Sirk, 1956)
4- Um Retrato de Mulher (The Woman in the Window, Fritz Lang, 1944)
5- Na Teia do Destino (The Reckless Moment, Max Ophüls, 1949)
6- A Mulher Desejada (The Woman on the Beach, Jean Renoir, 1947)
7- Almas Perversas (Scarlet Street, Fritz Lang, 1945)
8- Quatro Irmãs (Little Women, George Cukor, 1933)
9- O Segredo Atrá da Porta (Secret Beyond the Door… Fritz Lang, 1948)
10- O Pai da Noiva (Father of the Bride, Vincente Minnelli, 1950)
11- O Máscara de Ferro (The Man in the Iron Mask, James Whale, 1939)
12- Eu e Minha Pequena (Me and My Gal, Raoul Walsh, 1932)

Nota 1: Miss Bennett foi um dos raros exemplos de loira natural que pintou os cabelos de preto na Hollywood dos anos 30 – depois do sucesso de Hedy Lamarr, notou-se que não era necessário ser blonde para se tornar bombshell, daí surgiu uma nova era de lindas morenas de olhos claros tais como Joan Bennett, Paulette Goddard e Vivien Leigh. Miss Bennett inclusive passou toda a sua vida dizendo que as coisas só começaram a acontecer na sua carreira depois que ela mudou o tom das madeixas, aparentemente morena ela era levada mais a sério.

Nota 2: Por que todo top que faço tem pelo menos um filme com a Barbara Stanwyck no elenco? Já está na hora dela ganhar o seu próprio top – não faço segredo dela ser uma das minhas mais queridas (ao lado de Dietrich e Lombard), mas acho que ela foi a maior e mais versátil atriz da história de Hollywood e não estranharia se alguém a considerasse até a mais estupenda atriz do cinema mundial. Ela conseguia fazer de tudo e fazia tudo muito bem.

Publicado por Adriana Scarpin

Bibliófila, ailurófila, cinéfila e anarcafeminista. Really. Podem me encontrar também aqui: https://linktr.ee/adrianascarpin

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