Dame Elizabeth Taylor (1932 – 2011)

Há muito isso já era esperado, mas não deixou de rolar aquele calafrio na espinha de quem está presenciando o fim de uma era. Top-dúzia, então:

1- Quem tem Medo de Virginia Woolf? (Who's Afraid of Virginia Woolf? Mike Nichols, 1966)
2- O Homem Que Veio de Longe (Boom, Joseph Losey, 1968)
3- Um Lugar ao Sol (A Place in the Sun, George Stevens, 1951)
4- O Pecado de Todos Nós (Reflections in a Golden Eye, John Huston, 1967)
5- Cerimônia Secreta (Secret Ceremony, Joseph Losey, 1968)
6- De Repente, no Último Verão (Suddenly, Last Summer, Joseph L. Mankiewicz, 1959)
7- Assim Caminha a Humanidade (Giant, George Stevens, 1956)
8- Morte no Inverno (Winter Kills, William Richert, 1979)
9- Jane Eyre (Robert Stevenson, 1944)
10- Gata em Teto de Zinco Quente (Cat on a Hot Tin Roof, Richard Brooks, 1958)
11- Minha Filha Vai se Casar (Father of the Bride, Vincente Minnelli, 1950)
12- A Megera Domada (The Taming of the Shrew, Franco Zeffirelli, 1967)

E que agora ela case com Richard Burton pela terceira vez, ora pois, não dá para imaginar um casal mais interessante em toda história do cinema.

Publicado por Adriana Scarpin

Bibliófila, ailurófila, cinéfila e anarcafeminista. Really. Podem me encontrar também aqui: https://linktr.ee/adrianascarpin

3 comentários em “Dame Elizabeth Taylor (1932 – 2011)

  1. Restam poucos (Kirk Douglas, Lauren Bacall…)
    Logo que soube da notícia pensei exatamente isso: imaginar um hipotético reencontro dela com Burton. Dos filmes que estão na lista, fico surpreso e feliz com a ótima colocação do Boom, que é um filme no qual volta e meia me pego pensando a respeito, que é uma baita alegoria e desafio que todos os envolvidos (Losey, Tenesse, Liz e Taylor) conseguiram vencer (ainda que não seja um filme muito popular), e que também tem a minha frase preferida em todo cinema (junto com uma bem famosa de No Silêncio da Noite do Ray). Por outro lado, sempre tive a impressão de que preciso rever Cerimônia Secreta, devo ter assistido sonado.
    Mas o meu predileto dos que ela trabalhou é Um Lugar ao Sol, curto os filmes dessa época dirigidos pelo Stevens, que é um cineasta bem menosprezado pelos que defendem a teoria do autor, mas justiçado por outros grandes diretores (Chaplin e Monte Hellman sempre tiveram Um lugar ao sol entre os filmes favoritos, e Zurlini citava o americano como um dos diretores que mais o influenciaram).

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    1. Ainda me surpreendo que alguns respeitem tão cegamente a teoria do autor, ela é válida, é claro, mas transformar isso num dogma a ser seguido é quase criminoso, como de fato é quando muito desses defensores tentam apagar a importância dos que não se enquadram (os artesões de estúdios) ou viram do avesso (meu cineasta favorito) tal conceito.

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