Top Ten Authors I Would DIE to meet .

*Momento Proust – Segunda Fase*:  Nenhum. Eu só quero ficar na minha cama, bebendo chá e ouvindo um quarteto de cordas.

Agora, sério:

1- Marcel Proust, pra ficar na cama com ele, bebendo chá e ouvindo um quarteto de cordas enquanto definhamos lentamente

2- Lord Byron, pra ficar na cama com ele, bebendo vinho e mandar o quarteto de cordas à merda enquanto temos uma overdose de ópio

3- Johann Wolfgang von Goethe, pra ficarmos chorando e metermos uma bala na cabeça

4- Virginia Woolf, pra ficarmos no rio e enchermos o bolso de pedras

5- Aldous Huxley, pra casar! E morrermos entupidos de ácido lisérgico

6- Emily Brontë, pra cavalgarmos em meio a névoa e sucumbirmos pela tuberculose

7- João Guimarães Rosa, pra nos instalarmos no interior de Minas Gerais e morrermos pelas mãos de um chifrudo

8- William Burroughs, pra dividirmos todos os gatos do mundo enquanto nos envenenamos com inseticida

9- Mikhail Lermontov, pra morrermos sozinhos na terra, sem amor e esperança

10- Oscar Wilde, pra colhermos uns cravos, dividirmos o mesmo alfaiate e, quiçá, também uns mocinhos que nos levarão à morte

A Literary Odyssey

Nota: Cada vez que faço um post desses fico a rezar para que não apareçam aqui paraquedistas fazendo algum comentário tal como “mas o Goethe não se matou com um tiro na cabeça, foi o Werther!”. Ó céus, isso faz mais mal ao meus neurônios do que se ficasse uma tarde inteira fumando crack.

Publicado por Adriana Scarpin

Bibliófila, ailurófila, cinéfila e anarcafeminista. Really. Podem me encontrar também aqui: https://linktr.ee/adrianascarpin

7 comentários em “Top Ten Authors I Would DIE to meet .

  1. Não imaginava que citaria tantos românticos. E alguns já foram praticamente ressuscitados aqui no blog, de tanto que dão as caras!

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    1. Nem eu, a lista nem sequer está em ordem de preferência, está exatamente na ordem em que as pessoas foram aparecendo na minha cabeça, é um resultado puramente fluído, embora não sem sentido, pois passei a vida inteira em torno desse povo, provavelmente o livro que mais li na vida foi o Werther do Goethe, passei toda a minha adolescência e parte da minha vida adulta o lendo pelo menos uma vez ao ano. O problema é que há uns 10 anos acabei trocando os românticos primordiais pelos neo-românticos que são um pouco mais “mudernos” e menos suicidas, hehehe. A verdade é que também não desprezaria uma rodada de cerveja num pub com os Inklings Lewis & Tolkien ou a prática do tantra com Snyder & Kerouac.

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