Cem anos Nicholas Ray – Parte 2

Top “resto”:

13- Nick's Film (Lightning Over Water, Wenders/Ray, 1980)

14- Paixão de Bravo (The Lusty Men, 1952)

15- O Crime não Compensa (Knock on Any Door, 1949)

16- A Verdadeira História de Jesse James (The True Story of Jesse James, 1957)

17- Wet Dreams (Segmento The Janitor, 1974)

18- 55 Dias em Pequim (55 Days at Peking, Ray/Green/Marton, 1963)

19- Fora das Grades (Run for Cover, 1955)

20- Nascida para o Mal (Born to Be Bad, 1950)

21- A Vida Íntima de uma Mulher (A Woman's Secret, 1949)

22- We Can't Go Home Again (1976)

23- Horizonte de Glórias (Flying Leathernecks, 1951)

Top “Uncredited”, cortesia Howard “fucking nuts” Hughes:
1- Macao (Josef von Sternberg/Mel Ferrer/Nicholas Ray/Robert Stevenson, 1952)
2- A Estrada dos Homens sem Lei (The Racket, John Cromwell/Mel Ferrer/Tay Garnett/Nicholas Ray/Sherman Todd, 1951)
3- Andrócles e o Leão (Androcles and the Lion, Chester Erskine/Nicholas Ray, 1952)
4- Roseanna McCoy (Irving Reis/Nicholas Ray, 1949)

Não, não vou fazer top dele como ator (rá!), mas é bem legal o Ray no Hair e n'O Amigo Americano (o Fuller também, ué).

Nota 1: Lembrando que não assisti nem High Green Wall ou Marco. E que os filmes dele nos anos 70 não deveriam estar mesclados com os demais, porque não tem como haver remotamente qualquer critério de comparação entre um período e o outro.

Nota 2: Uma das memórias mais antigas que tenho de cinema é a cena inicial de Juventude Transviada, o Dean na calçada com seu brinquedinho. Essa cena, o holograma da Princesa Léia em Star Wars e o cara morto saindo do lamaçal em Krull são as coisas mais antigas que posso me lembrar sobre cinema. As duas primeiras envolvem brinquedos (um robozinho com holograma na mente de uma criança, é um brinquedo) e é fácil ver porque foram marcantes, mas a de Krull é uma cena que causa horror, a de um doppelganger morto. De alguma forma esses três momentos foram mais marcantes do que ET ou Indiana Jones que me dão uma impressão maior de atemporalidade, de não estarem presos a um determinado tempo, mas de sempre estarem presentes na minha vida e isso reside o maior motivo para se estudar o Spielberg muito seriamente, não é qualquer cineasta que tem essa capacidade de manuseio do atemporal.

One thought on “Cem anos Nicholas Ray – Parte 2

  1. Pingback: 24 Frames: 55 Dias em Pequim (55 Days at Peking, Ray/Green/Marton, 1963) | Quixotando

Leave a Reply

Please log in using one of these methods to post your comment:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google photo

You are commenting using your Google account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: