Centenário de Nicholas Ray – Parte 1

Não tem muito o que dizer não, já tem gente suficiente puxando o saco dele. E definitivamente não tenho a mínima idéia de como fazer um top, pra isso teria que rever tantos filmes que há séculos não vejo, mesmo assim vai uma impressão, top-dúzia:

1- Cinzas que Queiman (On Dangerous Ground, Ray/Lupino, 1952)
2- Delírio de Loucura (Bigger Than Life, 1956)
3- Johnny Guitar (1954)
4- A Bela do Bas-Fond (Party Girl, Nicholas Ray, 1958)
5- Amarga Esperança (They Live by Night, 1948)
6- Amargo Triunfo (Bitter Victory, 1957)
7- Juventude Transviada (Rebel Without a Cause, 1955)
8- No Silêncio da Noite (In a Lonely Place, 1950)
9- Rei dos Reis (King of Kings, 1961)
10- Sangue Sobre a Neve (The Savage Innocents, 1960)
11- Jornada Tétrica (Wind Across the Everglades, Ray/Schulberg, 1958)
12- Sangue Ardente (Hot Blood, 1956)

Nota 1: Olhando para a foto do Lonely Place, Ray parece o Elia Kazan de perfil. Os desgraçados tem o mesmo cabelo, furo no queixo e quase o mesmo nariz!

Nota 2: Este mês os 24 Frames são especiais do Ray (a não ser que o Ken Russell morra, é claro), começa amanhã com Party Girl para comemorar a dobradinha Taylor & Ray deste fim de semana.

Publicado por Adriana Scarpin

Bibliófila, ailurófila, cinéfila e anarcafeminista. Really. Podem me encontrar também aqui: https://linktr.ee/adrianascarpin

3 comentários em “Centenário de Nicholas Ray – Parte 1

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