I am a sadistic pig, a pervert and a rapist

So now you’d better stop And rebuild all your ruins For peace and trust can win the day Despite of all you’re losing Tá bom, tá bom. Miss Salander não tatuou aquela frase em Miss Piggy. Mas Poderia. Nota: Existe música mais perfeita para ser associada ao livro do que Immigrant Song? Fincher tem umContinuar lendo “I am a sadistic pig, a pervert and a rapist”

(not so) Happy Michaelmas!

Not every man has gentians in his house in soft September, at slow, sad Michaelmas. Bavarian gentians, big and dark, only dark darkening the daytime, torch-like, with the smoking blueness of Pluto’s gloom, ribbed and torch-like, with their blaze of darkness spread blue down flattening into points, flattened under the sweep of white day torch-flowerContinuar lendo “(not so) Happy Michaelmas!”

That Crazy Cat Faggy

*William S Burroughs: Um Retrato Íntimo (William S. Burroughs: A Man Within, Yony Leyser, 2010) Nota: Sério que o Viggo Mortensen é o Burroughs do Walter Salles em On the Road? YEAH! Ao menos isso é um ponto positivo, sabe como é, não levo muita fé num cineasta mauricinho adaptando Kerouac, não pelo fato deContinuar lendo “That Crazy Cat Faggy”

Cinema is just a form of masturbation.

Fiquei intrigada porque diabos essa frase aparecia em todos os lugares como se fosse algum ensinamento profundo e queria saber o real contexto em que foi dita. Então, descobri a tal afirmação do Dirk Bogarde numa edição-coletânea da Penthouse (ah, a ironia!) que constava tal entrevista. Penthouse: Have you had this attitude all along, orContinuar lendo “Cinema is just a form of masturbation.”

Greg time!

YEAH! É por isso que naquele episódio Pulp Fiction-Thomas Crown-Thunderbolt & Lightfoot Greg constatou ser melhor que Don Drapper. E sim aquela piscina não é suficientemente funda para a altura que Greg pulou, mas como diria Wilson, não importa como e sim porque ele fez. A further appeal of Buddhism lay in its emphasis onContinuar lendo “Greg time!”

24 Frames: Fausto (Gounod’s Faust, Ken Russell, 1985)

In 1985, Russell complemented the demigods and monsters in his upcoming feature Gothic with a production of Charles Gounod’s Faust. Staged at the Vienna State Opera with Erich Binder conducting the Wiener Staatsoper Orchestra and Choir, Russell’s treatment seemed relatively tame. It still has some of Russell’s trademark touches: devils, damnation, redemption, and the choreographyContinuar lendo “24 Frames: Fausto (Gounod’s Faust, Ken Russell, 1985)”

Shearer & Fonteyn

Bitches. *Atenas do Norte – Edimburgo, Escócia, 1948 por Mark Kauffman Curiosidade: Fonteyn é na verdade uma corruptela de Fontes, seu avô materno era brasileiro. Ou seja, Dame Fonteyn é mais uma das grandes personalidades na arte internacional com ascendência brasileira, tal qual Dario Argento e Thomas Mann. Related articles Margot Fonteyn versus Moira ShearerContinuar lendo “Shearer & Fonteyn”

Ludwig Josef Johann Wittgenstein – Michael Derek Elworthy Jarman

Jarman may take on the Wittgenstein script only to distance himself from his subject, but Wittgenstein also leads to a crisis in Jarman’s own aesthetic sensibility. Jarman likes to assemble cinematic elements through half-conscious and seemingly random association. For example, when the narrator tells us of Wittgenstein’s going to Manchester University to study aeronautics, theContinuar lendo “Ludwig Josef Johann Wittgenstein – Michael Derek Elworthy Jarman”

You broke my heart. You killed me.

Arrepiei agora, hein. É por isso que de cinco em cinco anos alguém tem que fazer adaptações das Brontë, sempre há algo distinto a ser adicionado. O que também não quer dizer que vou gostar, sabe como é, minha versão favorita do Morro ainda é o videoclipe da Kate Bush. Puta, essa mulher é umContinuar lendo “You broke my heart. You killed me.”

Wild Horses… again.

Lawrence writes only that Connie “had recurrent violent dreams, of horses, of a mare which had been feeding quietly, and suddenly went mad” and later that “there was a group of horses, and a mare that would go mad and lash at the others with her heels and tear them with her teeth!” Russell’s versionContinuar lendo “Wild Horses… again.”

Lullaby of Broadway

Perdão, Vincente Minelli, Walt Disney, Michael Powell, Gene Kelly e Bob Fosse, mas esta é a melhor sequência de um musical no cinema – não se poderia esperar outra coisa de Busby Berkeley. Pena que o resto do filme, salvo as demais cenas de dança, não esteja à altura. Muita coisa do que se precisaContinuar lendo “Lullaby of Broadway”

24 Frames: A Nota Azul (La Note Bleue, Andrzej Zulawski, 1991)

Ninguém duvida que o homem seja modificado pelos seus sentidos, mas, por não podermos distinguir tais modificações, confundimos-lhes as causas. Reconhecemos um domínio excessivo, mas também insuficiente das sensações, não percebendo que freqüentemente não só nos afetam como sensações mas ainda como sinais e imagens, e que seus efeitos morais também possuem causas morais. TalContinuar lendo “24 Frames: A Nota Azul (La Note Bleue, Andrzej Zulawski, 1991)”

I feel naked without a moustache.

Major Patrick Leigh Fermor versão Bogarde-Lord Byron ‘Kissing a man without a moustache was like eating an egg without salt.’ The seductive and priapic major’s moustaches had been long, curly and waxed. Point Counter Point – Aldous Huxley, 1928 The seductive and priapic major’s moustaches had been long, curly and waxed. foi a frase maisContinuar lendo “I feel naked without a moustache.”

Tudo que é bom vem aos pares: Fassbender & McAvoy

*Momento Supremacia Celta* Quem não ama esses dois juntos não tem coração. Eles são os verdadeiros pais dessa série, foi pensando neles que a iniciei. (viu? nada tão edificante quanto Russell & Wittgenstein, Huxley & Lawrence, Gross & Jung ou Powell & Pressburger, rá!) Bom, há O Trio: *Momento I’d still hit that* Ou GingersContinuar lendo “Tudo que é bom vem aos pares: Fassbender & McAvoy”

Ouvindo Morricone nos olhos dos gatos

Vejo esse tipo de coisa todo dia e muitas vezes penso justamente em Sergio Leone. Perfeito. Em casa a situação varia entre Era Uma Vez no Oeste, The Good, The Bad and the Ugly e Kill Bill, dependendo dos envolvidos, mas neste video a coisa é mais Tarantino participando do Dogma 95.

Tudo que é bom vem aos pares: Pete ‘n’ Dud

Like Lennon and McCartney, whom they knew and in some respects resembled, Cook’s caustic wit was balanced by Moore’s softer, homespun humour. Cook, like Lennon, could be too acerbic to appease mainstream opinion, while Moore, like McCartney, was sometimes too saccharine to win critical acclaim. Yet as long as they stayed together, audiences had someoneContinuar lendo “Tudo que é bom vem aos pares: Pete ‘n’ Dud”