Wild Horses… again.

Lawrence writes only that Connie “had recurrent violent dreams, of horses, of a mare which had been feeding quietly, and suddenly went mad” and later that “there was a group of horses, and a mare that would go mad and lash at the others with her heels and tear them with her teeth!”
Russell’s version of the horse dream is more exaggerated. Connie, now dressed in full riding habit, sits astride a black horse and passes through a colonnade filled with the corpses of soldiers, all bare-chested (as Mellors will be in the washing scene) and decorated with flowers (as Mellors and Connie will eventually decorate one another). The dream suddenly shifts to a scene of Clifford swimming. Connie joins him and realizes that he is really drowning. As she tries to save him, Clifford grasps her and begins to pull her under along with him. All the while, Mellors has been watching from the bank but makes no move to help.

D.H. Lawrence: Fifty Years on Film (Louis K. Greiff)

Lady Chatterley’s best moment, however, is a dream scene that occurs earlier in the story: Lady Chatterley rides the dark horse of passion, along a path adorned with naked male soldiers covered in ivy. For years, Derek Jarman had made cinematic nods to Russell in some of his films, but in this instance of male idolatry bordering on camp, Russell returns the favor.

Phallic Frenzy: Ken Russell and His Films (Joseph Lanza)

Nota: Creio que essa foi a primeira coisa que vi do Ken Russell (corre o risco de ter visto Crimes de Paixão antes disso), ainda adolescente, logo que saiu (o Mellors do Sean Bean – também roubado do Derek Jarman – foi um dos meus primeiros crushs cinematográficos), nem sequer havia lido o livro ainda em nenhuma de suas versões, o que acabei fazendo só quando entrei na faculdade, uns anos depois. Depois de ler aí sim revi, mas era a versão condensada que saiu em VHS no Brasil, cheguei a comprá-la e tudo, mas só agora voltei a ver a versão estendida como minissérie tal qual tinha visto pela primeira vez, com excessão da trilha sonora que teve de ser substituída por conta de problemas com direitos autorais.
Aliás, os filmes do Russell vivem com essa pendenga de direitos autorais, o Dance of the Seven Veils (obra prima! obra prima!) por exemplo, só não saiu no box da BBC por conta da trilha sonora e naquele caso não tem jeito mesmo, não há como fazer um filme sobre Richard Strauss sem a música de Richard Strauss, especialmente se cada segmento é baseado diretamente em composições específicas.

Publicado por Adriana Scarpin

Bibliófila, ailurófila, cinéfila e anarcafeminista. Really. Podem me encontrar também aqui: https://linktr.ee/adrianascarpin

Um comentário em “Wild Horses… again.

  1. Crimes de Paixão foi o primeiro que vi, era exibido com alguma frequência na Globo no começo da década de 1990, creio que foi o primeiro filme erótico que conheci (e China Blue minha primeira musa cinematográfica provavelmente), tinha o VHS também, mas que só fui encontrar bem depois. O Lady Chatterley eu lembro de ter visto também na TV, num daqueles festivais de inverno em 97 ou 98 (a versão condensada, se não estou enganado). Em VHS até que existia pelo menos uma meia dúzia de títulos deles (a maioria dentre os mais recentes á época).

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