Marcel Proust por Man Ray

Foi Man Ray a quem Jean Cocteau chamou em 19 de novembro de 1922 para tirar uma fotografia de Marcel Proust, da qual se deveria fazer apenas duas cópias: uma para a família e outra para o próprio Cocteau. Se desejasse, Man Ray também poderia ficar com uma cópia para si. O fotógrafo concordou. CocteauContinuar lendo “Marcel Proust por Man Ray”

Top-dúzia: Ernst Lubitsch

Pois não tinha mais o que fazer e quando não se tem mais o que fazer acabamos por pensar na única coisa que importa. Tem gente que reza, tem gente que sonha, eu particularmente penso no Lubitsch e hoje é aniversário dele. A man of pure cinema. – Alfred Hitchcock Lubitsch was a prince. –Continuar lendo “Top-dúzia: Ernst Lubitsch”

Top-dúzia: Ernst Lubitsch (parte 2!)

Impressionante, para conseguir chegar nos filmes “mais-ou-menos” dele, só depois do Top 30. Então, que fique o top-resto: 25- Em Paris É Assim (So This Is Paris, 1926) 26- Czarina (A Royal Scandal, Ernst Lubitsch/Otto Preminger, 1945) 27- A Filha do Cervejeiro (Kohlhiesels Töchter, 1920) 28- Romeu e Julieta na Neve (Romeo und Julia imContinuar lendo “Top-dúzia: Ernst Lubitsch (parte 2!)”

Rosita (1923)

“I parted company with him as soon as I could. I thought he was very unispired director. He as a director of doors. Everybody came in and out of doors… He’s a good man’s director – good for Jannings and people like that. But for me he was terrible. To tell the truth, I neverContinuar lendo “Rosita (1923)”

Gente foda usa tapa-olho: James Joyce

Trovejou Polifemo: “Encheu-se o agouro Ah! de Telemo Eurímides, profeta. Que envelheceu famoso entre os Ciclopes! Apagar-se-me a vista às mãos de Ulisses Vaticinou-me: um forte e ingente e belo Varão sempre cuidei que Ulisses fosse; Mas, falso embriagando-me, a pupila Furou-me um pífio imbele e pequenino! Hóspede, eis os presentes, vem tomá-los; Meu genitorContinuar lendo “Gente foda usa tapa-olho: James Joyce”

A Serpente Emplumada

Estou enojado com a humanidade e a vontade humana, inclusive a minha. Compreendo que minha vontade, por mais inteligente que eu seja, não passa de mais uma irritação na face da terra, quando começo a exercê-la. E a vontade dos outros é ainda pior, cada ser humano exercendo constantemente a sua vontade contra as outrasContinuar lendo “A Serpente Emplumada”

Centenário de Carole Lombard – Parte 6

21- Casar por Azar (No Man of Her Own, Wesley Ruggles, 1932)Mais um filme chatinho do Wesley Ruggles que bem pouco sal colocou em seus filmes, aliás, pimenta pois bem gosto de comida sem sal e com muita pimenta. Nem é preciso dizer que o interesse aqui é Miss Lombard formando um casal com MrContinuar lendo “Centenário de Carole Lombard – Parte 6”

Centenário de Carole Lombard – Parte 7

26- Alta Voltagem (High Voltage, Howard Higgin, 1929)Típico filme de transição do cinema mudo para o falado onde ninguém sabia ao certo o que estava fazendo, o mote é bacana, uma espécie de “Lost das Neves” onde algumas pessoas ficam ilhadas numa cabana na neve e com o passar do filme as personalidades vão seContinuar lendo “Centenário de Carole Lombard – Parte 7”