30 anos sem François Truffaut

Top dúzia, então: 1- Uma Mulher para Dois (Jules et Jim, 1962) 2- Os Incompreendidos (Les quatre cents coups, 1959) 3- A Noite Americana (La nuit américaine, 1973) 4- A Sereia do Mississipi (La sirène du Mississipi, 1969) 5- Beijos Proibidos (Baisers Volés, 1968) 6- A Noiva estava de Preto (La Mariée Était en Noir,Continuar lendo “30 anos sem François Truffaut”

Centenário de Bernard Herrmann

Top 5 Hitchcock 1- Um Corpo que Cai (Vertigo, 1958) 2- Psicose (Psycho, 1960) 3- Intriga Internacional (North by Northwest, 1959) 4- O Homem Errado (The Wrong Man, 1956) 5- Confissões de uma Ladra (Marnie, 1964) Top-dúzia demais diretores. 1- Taxi Driver (Martin Scorsese, 1976) 2- Cidadão Kane (Citizen Kane, Orson Welles, 1941) 3- AContinuar lendo “Centenário de Bernard Herrmann”

Marie-France Pisier (1944 – 2011)

Isso foi um susto, de repente você começa a pensar que Karina, Adjani, Huppert, Deneuve vão morrer um dia. Belmondo vai morrer, meu deus! Top-dúzia, então: Nota: Deveras peculiar ela estar naquela específica sequência de Fantasmas da Liberdade e anos mais tarde encarnar Madame Verdurin no Proust do Ruiz, a idéia que permeia ambas personagensContinuar lendo “Marie-France Pisier (1944 – 2011)”

Welles – Truffaut

Mas o ponto alto de O Processo também é a montagem. Foi nessa época que Welles declarou sem rodeios: “Pra mim, a montagem não é um dos aspectos do cinema, é o aspecto.” Hitchcock e Bresson diriam ou dizem a mesma coisa, embora em intenção e execução, suas idéias divirjam bastante. Para caprichar à vontadeContinuar lendo “Welles – Truffaut”

Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1962

Now Hear This (Chuck Jones/Maurice Noble) Nota: Tenho que mencionar o quanto Lawrence da Arábia foi importante no meu desabrochar como cinéfila, assistir aquele filme pela primeira vez foi de tal forma impactante que certamente está entre os três maiores momentos que me fizeram amar o cinema. A comunhão de Maurice Jarre, Freddie Young, PeterContinuar lendo “Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1962”

Hawks

Cahiers: What period of work do you prefer? Script, shooting, editing? Hawks: I hate editing. Cahiers: But you do the editing of your films? Hawks: Oh, yes! Simultaneously with the shooting, if possible. When I started out in this profession, the producers were all afraid that I made a film too short because I didn’tContinuar lendo “Hawks”

Filmes bacanas de cada ano que o cinema viveu: 1968

1- O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla)Cara, que absurdo! Eu era muito nova quando assisti pela primeira vez este filme e nem sabia exatamente o que estava vendo, mas totalmente enfeitiçada e adorando. Depois de algumas revisões na fase adulta, a conclusão a que se chega é de fato ser um dos meus filmesContinuar lendo “Filmes bacanas de cada ano que o cinema viveu: 1968”

Filmes bacanas de cada ano que o cinema viveu: 1969

1- Um Beatle no Paraíso (The Magic Christian, Joseph McGrath)Yul Brynner é uma drag cantando para um Roman Polanki bêbado, Laurence Harvey faz um show de striptease representando Hamlet, Richard Attenborough treina Graham Chapman em Oxford, Christopher Lee é um vampiro, Raquel Welch é a gostosa habitual, Spike Milligan é um guarda e Graham StarkContinuar lendo “Filmes bacanas de cada ano que o cinema viveu: 1969”