Lizabeth Scott (1922 – 2015)

Top 5, então: 1- Tormento de uma Glória (Easy Living, Jacques Tourneur, 1949) 2- O Tempo não Apaga (The Strange Love of Martha Ivers, Lewis Milestone, 1946) 3- A Estrada dos Homens sem Lei (The Racket, John Cromwell/Mel Ferrer/Tay Garnett/Nicholas Ray/Sherman Todd, 1951) 4- Pulp (Mike Hodges, 1972) 5- O Caminho da Tentação (Pitfall. AndréContinuar lendo “Lizabeth Scott (1922 – 2015)”

Dino De Laurentiis (1919 – 2010)

Não há a mínima condição de fazer um Top-dúzia qualitativo desse homem com três milhões de filmes no currículo, mas vale um de filmes que tiveram o nome de Laurentiis atrelado a eles e faltamente sempre estarão no meu coração:

Jill Clayburgh (1944- 2010)

Top 5: Fato 1: Jill Clayburgh nos anos 70/80 tinha o mesmo poder de fogo de gente como Meryl Streep, Glenda Jackson e Diane Keaton, o problema é que ele nunca fez um filme que se tornou verdadeiramente clássico, mesmo tendo trabalhado com gente como De Palma, Mazursky, Costa-Gavras, Hodges, Bertolucci, Konchalovsky ou Neame. FatoContinuar lendo “Jill Clayburgh (1944- 2010)”

O Diário de um Gângster (Pulp, 1972)

A parceria do Mike Hodges com Michael Caine deu tão certo com Get Carter que no ano seguinte resolveram se unir novamente em Pulp. Não chegaram à excelência de Carter, mas tampouco não fizeram de Pulp um filme digno de ser assistido com prazer, muito pelo contrário, satisfação é o que não falta ao assistí-lo.Continuar lendo “O Diário de um Gângster (Pulp, 1972)”

Alguns filmes mimosos…

O que descubro ao assistir Vampiros de Almas outro dia? Sam Peckinpah fazendo figuração para o Don “Dirty Harry” Siegel nos anos 50! Como eu fui deixar uma coisa dessas passar batido na minha vida até agora? Amante do cinema de merda que eu sou.Por falar em Peckinpah, quando terão a decência de lançar Tragam-meContinuar lendo “Alguns filmes mimosos…”