Top-dúzia: David Niven

The hardest thing in the world to do, for a director, is a comedy. If you do a drama, that doesn’t quite come off, you may still have a fairly good drama, but if a comedy does not come off, you’ve got a disaster. There’s no covering up with a comedy. They’re frightfully hard to write, very difficult to direct, and they’re not at all easy to act, as a matter of fact.

Top-dúzia: Ernst Lubitsch (parte 2!)

Impressionante, para conseguir chegar nos filmes “mais-ou-menos” dele, só depois do Top 30. Então, que fique o top-resto: 25- Em Paris É Assim (So This Is Paris, 1926) 26- Czarina (A Royal Scandal, Ernst Lubitsch/Otto Preminger, 1945) 27- A Filha do Cervejeiro (Kohlhiesels Töchter, 1920) 28- Romeu e Julieta na Neve (Romeo und Julia imContinuar lendo “Top-dúzia: Ernst Lubitsch (parte 2!)”

Cary Grant, Groucho Marx, Carole Lombard, Chico Marx e Ronald Colman

Aquele tio alí do fundo não conheço, deve ser o apresentador do programa de rádio. Esta foto muito me intriga. O que é este olhar de Cary para Groucho com a mão pronta para quebrar-lhe o pescoço? Imagino as barbaridades que saíram das bocas de Carole e Groucho juntos. Foto roubada daqui

A Queda da Bastilha (A Tale of Two Cities, 1935)

“É uma ação muito melhor do que qualquer coisa que já fiz. E um descanso muito melhor me espera do que qualquer repouso que já conheci.” – Sydney Carton em A Tale of Two Cities de Charles Dickens Agora que entramos em mais umas bem merecidas férias daquela desgraça viciante (diga-se Lost), posso fazer algumasContinuar lendo “A Queda da Bastilha (A Tale of Two Cities, 1935)”