Freud – Dalí – Zweig

Dear Stefan Zweig I really have reason to thank you for the introduction which brought me yesterday’s visitors. For until then I was inclined to look upon surrealists, who have apparently chosen me for their patron saint, as absolute (let us say 95 per cent, like alcohol) cranks. The young Spaniard, however, with his candidContinuar lendo “Freud – Dalí – Zweig”

Dalí e os Gatos Voadores

Dalí tinha o desesperante costume de projetar gatos no ar para depois os poder fotografar, em pose surreal, ou seja, sem terem qualquer hipótese de chegar inteiros ao chão. …Ao contrário de Picasso, Dalí não gostava de gatos, e fazia gala nisso. E Gala também, essa que já fora mulher e musa de Éluard, poetaContinuar lendo “Dalí e os Gatos Voadores”

Luis Buñuel e seu dry martini

“Num bar, para provocar e entreter um devaneio, é preciso gim inglês. Minha bebida predileta é o dry-martini. Considerando o papel que o dry-martini representou nesta vida que relato, devo dedicar-lhe uma ou duas páginas. Como todos os coquetéis, o dry-martini é provavelmente uma invenção americana. Compõe-se, essencialmente de gim e de algumas gotas deContinuar lendo “Luis Buñuel e seu dry martini”