Nine (2009)

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Publicado por Adriana Scarpin

Bibliófila, ailurófila, cinéfila e anarcafeminista. Really. Podem me encontrar também aqui: https://linktr.ee/adrianascarpin

8 comentários em “Nine (2009)

  1. Essa última imagem aí deve ser do momento em que ele pensa: “Não vou deixar ninguém mais chegar perto desse meu harém! Ninguém! I want no one else to succeed…”

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    1. KKKKKKKK Esse frame é um exemplo nato de Efeito Kuleshov e que não importa o quão ruim é o ator (o que não é o caso do Sr Lewis, é claro) pois na sala de montagem tudo se resolve (ou não). Vai ver é por isso que gosto tanto de colocar no blog screencaps espalhados e não sequenciais.

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  2. Efeito Kuleshov é uma das bases do cinema e parece que muita gente ainda não sacou isso (ou subestimam consideravelmente). Porra, só assim pra uma lâmpada vermelha virar o melhor personagem de 2001 e o Bresson transformar um burrico em santo!

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    1. Sei não quanto esse negócio de “esquecer” se até aquele povo que faz reality show tem plena consciência disso. Mesmo para os “supostos esquecidos” há espaço, é só olhar o que o Hitchcock fez em Rope. Tá bom que ele não gostou do resultado, mas eu gosto e gosto principalmente por ele ter tido a coragem de jogar na lata do lixo tudo que mais prezava. O único defeito que vejo em Rope é a escalação do Jimmy Stewart, que está perfeito em Rear Window pelos mesmos motivos que Hal está em 2001, porque mesmo o Hitch sendo brilhante em enquadrar pessoas e objetos suspeitos num mesmo plano em Rope, fazendo um jogo de ação e reação cru e teatral, a falta de edição escancarada pedia outro tipo de ator.

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  3. Po, mas o Hitchcock é o Hitchcock. Se ele subestima qualquer coisa, é pra fazer aqueles filmes lá, e aí ainda é válido. O que eu acho ruim é, por exemplo, injetar teatro incansavelmente (e de qualquer jeito) e achar que é só isso – tem a ver com aquilo de preferir um método de atuação também. E depois ver um Barry Lyndon da vida e falar que o filme não tem sentimentos, quando tem e até demais: só que é tudo projetado, tudo aparece nos espaços. Alguns filmes respeitam o espectador, a contribuição que ele dá à experiência de ver o filme, e acabam sendo criticados por um motivo louco desses. E isso já deve ser a regra há muitos anos, certo?

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