Quixotando

O Gato Preto

Publicado em ANOS 70, GATOS, HORROR por Georgina Spiggott em Setembro 22, 2009

Il tuo vizio è una stanza chiusa e solo io ne ho la chiaveYour Vice Is a Locked Room and Only I Have the Key - CATI wish I could write as mysterious as a cat. – Edgar Allan Poe

*Your Vice is a Closed Room and Only I Have the Key (Il tuo Vizio è una Stanza Chiusa e Solo io ne ho la Chiave, Sergio Martino, 1972)

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Peter Newbrook (1920 – 2009)

Publicado em ANOS 70, FILMES B, HORROR, SCREENSHOT por Georgina Spiggott em Junho 19, 2009

The Asphyx (Peter Newbrook, 1973)

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O Coração Delator (The Tell-Tale Heart, 1953)

Publicado em ANIMAÇÃO, ANOS 50, CURTAS, HORROR, LEGENDADO, VIDEOS por Georgina Spiggott em Maio 14, 2009

Ninguém estremece ao som da voz de Mr Mason.

Centenário de Riccardo Freda

Publicado em ANOS 50, GATOS, HORROR, SCREENSHOT por Georgina Spiggott em Fevereiro 24, 2009

I Vampiri (1956)I Vampiri (1956) GATOI Vampiri (1956)I Vampiri (1956)I Vampiri (1956)I Vampiri (1956)I Vampiri (1956)I Vampiri (1956)I Vampiri (1956)I Vampiri (1956)Olha aí o Freda passando o cetro para Mario Bava em Os Vampiros (I Vampiri, 1956). Bava foi por algum tempo o diretor de fotografia dos filmes de Freda, se este lucrou com o sempre óbvio talento fotográfico daquele, Bava também pode aprender muito sobre clima do cinema de horror com Freda. Se Bava é o pai do Giallo da forma que conhecemos, certamente seu avô é Riccardo Freda.
I Vampiri teve uma espécie de refilmagem feita pela Hammer uns 15 anos depois com a Ingrid Pitt no papel principal, A Condessa Drácula, mas a semelhança vem apenas da inspiração comum: Elizabeth Báthory, aquela maluquete que curtia tomar banho de sangue achando que ficaria eternamente jovem (cada coisa e lugar tem o vampiro que merece). Enquanto o filme da Hammer mantêm a cronologia histórica da real Bathóry, o de Freda é transposto para os anos 50 do século XX e dá margem a certa ficção científica.

Nota updeitada: Lá vou eu com posts de gente morta de novo… exatamente quando postei isso olhei para o feed ao lado e vi um post do I’m in a Jess Franco State of Mind avisando que Gianna Maria Canale havia morrido. Gianna é a protagonista de I Vampiri e mais uma vez por coincidência posto alguma coisa relativa a alguém que recentemente morrera. Há tempos não me acontecia isso.

Gatto di Cosa Avete Fatto a Solange?

Publicado em ANOS 70, GATOS, HORROR por Georgina Spiggott em Fevereiro 17, 2009

Cosa Avete Fatto a Solange?Giallo que é giallo tem que ter gato.

Nota: Esta imagem não é aleatória, hoje na Itália se comemora o Dia do Gato, data escolhida especialmente por ainda estar sob a constelação de Aquarius, muito associada à personalidade felina e que também coincide com o período associado à deusa gata Bastet no Egito. É a cultura egípcia ainda a influenciar os italianos muito além dos boquetes da tia Cléo.

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Morreu Robert Mulligan (1925 – 2008)

Publicado em ANOS 70, HORROR, SCREENSHOT por Georgina Spiggott em Dezembro 20, 2008

A Inocente Face do Terror (The Other, 1972)A Inocente Face do Terror (The Other, 1972)A Inocente Face do Terror (The Other, 1972)A Inocente Face do Terror (The Other, 1972)A Inocente Face do Terror (The Other, 1972)A Inocente Face do Terror (The Other, 1972)A Inocente Face do Terror (The Other, 1972)

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Morreu Forrest J Ackerman (1916 – 2008)

Publicado em FANTASIA, FICÇÃO CIENTÍFICA, FOTOGRAFIA, HORROR por Georgina Spiggott em Dezembro 4, 2008

Forrest Ackerman

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Centenário de Carole Lombard – Parte 5

Publicado em ANOS 30, AÇÃO, COMÉDIA, DRAMA, GUERRA, HORROR, IMPRESSÕES, MUSAS, MUSICAL, PRE-CODE, ROMANCE, SCREWBALL, SUSPENSE por Adriana Scarpin em Outubro 6, 2008

16- Suprema Conquista (Twentieth Century, Howard Hawks, 1934)Filme responsável por minha paixão simultânea e avassaladora por John Barrymore e Carole Lombard, primeiro filme que assisti de ambos, embora já conhecesse o trabalho do primo de Carole, Mr Howard Hawks. Não só é meu filme preferido com Lombard e seu primeiro grande papel, como é considerado a primeira comédia screwball do cinema e o melhor filme que fez segundo o próprio Barrymore. Também pudera, com esse elenco, roteirização de Ben Hecht, Charles MacArthur e Preston Sturges e batuta de Hawks, seria inadmissível não pecar pela excelência.

17- Cupido Ao Leme (We’re Not Dressing, Norman Taurog, 1934)Esse filme é um pé no meu saquinho. Veículo absoluto para o Bing Crosby sair cantando e ir com a Lombard para uma ilha deserta, alguma ou outra cena divertida mas nada muito relevante. Menção honrosa ao casal George Burns e Gracie Allen quando estavam no auge e um Ray Milland em início de carreira no papel de um dos príncipes a disputar a bela náufraga Lombard com o marinheiro Crosby.

18- Bolero (Wesley Ruggles / Mitchell Leisen,1934)Outro filme realmente ruim e veículo para que George Raft saísse do estigma de gangster tornando-se aos olhos do público o que realmente era: um dançarino. Neste filme tentaram transformar Carole numa espécie de Jean Harlow, com o cabelo platinado e uma maquiagem que tirava toda sua natural beleza classuda. O filme só é realmente sensacional em seu momento derradeiro, a famosa cena do Bolero de Ravel em que Lombard e Raft dançam lindamente uma coreografia que só podia ser vista num filme pre-code. A curiosidade fica por conta de algumas semelhanças da personagem de Raft com a vida de Rodolfo Valentino, especialmente quanto ao vislumbre gigolô-dançarino e morte prematura.

19- Supernatural (Victor Halperin, 1933)Ótimo horror do início dos anos 30 orquestrado pelo mesmo realizador de White Zombie, um dos primeiros classicaços sobre zumbis que se tem notícia. Aqui Halperin flerta com zumbizagem, possessão e charlatanismo num quase-precursor de Brinquedo Assassino. Carole é a atriz principal e tem a primeira grande mostra de seu talento nas cenas em que sua personagem é possuída por uma maníaca, mas os méritos também devem ser dados especialmente ao Alan Dinehart (o espiritualista), Vivienne Osborne (a condenada à morte) e, especialmente, Beryl Mercer (a vizinha chantagista). Randolph Scott aparece aqui num dos seus primeiros papéis de certa notoriedade.

20- Os Dragões da Noite / A Águia e o Gavião (The Eagle and the Hawk, Stuart Walker, 1933)No ano anterior quando Carole e Cary fizeram um filme juntos, mal se notava Grant nos créditos e em cena, aqui é o nome dela que diminiu nos letreiros e o de Grant equiparou-se com o do astro consumado Fredric March. Um grande filme de macho e antibelicista em que Carole só é enfeite.

Arquivo X: Jose Chung’s From Outer Space (The X-Files, 1993-2002)

Depois da decepcionante volta aos cinemas do meu, do seu, do nosso “Spooky” Mulder, nada mais prazeroso do que lembrar os melhores momentos do mais sensacional episódio do seriado, o totalmente alucinado e cômico Jose Chung’s From Outer Space. O que mais me deixa frustada quanto ao seriado, foi o fato do roteirista deste entre outros dos melhores episódios, Darin Morgan, ter escrito tão pouco. O meu segundo episódio em preferência é o não menos infame e também escrito por Morgan, War of the Coprophages, no melhor estilo “O ataque das baratas assassinas do espaço sideral”. Há outros do Morgan de que gosto bastante como aquele com a participação impagável de Peter Boyle, Clyde Bruckman’s Final Repose, uma outra grande homenagem ao cinema só que agora pendendo mais para o cinema mudo, ou ainda aquela declaração de amor a Tod Browning no episódio Humbug com direito àquele maldito anão de Twin Peaks e Carnivale.GILLIAN ANDERSON - THE X FILES - ROLLING STONE
Ok, Dana é ótima, mas não preciso pensar duas vezes para entender que sempre fora meu companheirinho arquetípico a chamar minha atenção e que Fox Mulder é o segundo melhor agente do FBI da cultura pop, só perdendo para o eternamente inatingível Dale Cooper de você-sabe-qual-série. O complemento de Scully e Mulder não é só necessário para arrematar a narrativa, como foi essencial para que a série fizesse sucesso com a perfeita união do manter os pés no chão de Dana para com Fox e o abrir de mentes de Fox para com Dana, algo que deveria ser mais comum no nosso dia-a-dia, mas que infelizmente pouco acontece por mero preconceito, superficialismo e crença em verdades absolutas.
Arquivo X foi uma das pouquíssimas séries que conseguiu prender a atenção do meu irrequieto espírito juvenil, não a ponto de acompanhá-la religiosamente, mas ao menos de lembrar de ligar a tv para assistí-la nas noites em que era exibida na Rede Record. É também o segundo melhor seriado americano dos anos 90, só perdendo para aquele você-sabe-qual e com lugar cativo naquela galeria seleta de culto de ficção científica ao lado de Jornada nas Estrelas no passado ou atualmente Lost. Seriados de grande sucesso hoje como Heroes, Lost, 4400, Supernatural muito devem a Arquivo X, este seria quase como o objeto de transição entre tais seriados e coisas passadas como Twilight Zone, Invaders, Kolchak (o original) e Alfred Hitchcock Presents.
Arquixo X estruturou-se de forma peculiar, alternando episódios que seguiam uma lineariedade factual sobre alienígenas e outros episódios isolados sobre outros mitos como pé grande, vampiros, lobisomens, zumbis, bruxas etc, mas o grande mistério essencial da série girava mesmo em torno dos alienígenas e a invasão dos mesmos no Planeta Terra. O seriado é uma grande homenagem ao cinema B de ficção científica e horror, o clima de constante paranóia que assolou o gênero nos anos 50, de Don Siegel a Jack Arnold até o mais puro e delicioso trash a lá Gerardo de Leon, Bert Gordon, Roger Corman e Kurt Neumann, não deixando de avançar em homenagens claras à John Carpenter, Steven Spielberg, Tod Browning, James Whale (no também sensacional The Post-Modern Prometheus), Alfred Hitchcock, Nicolas Roeg, e Ridley Scott dos bons tempos, entre outros, especialmente em torno de Silêncio dos Inocentes, cujo personagem de Jodie Foster serviu como molde para o de Gillian Anderson, com sobras até para o melhor cinema conspiratório como Todos os Homens do Presidente, JFK, Sob o Somínio do Mal, A Conversação, Blow Out e Up. Até A Última Tentação de Cristo e Rashomon acabam por ter o seu pedaço desso bolo gigante, no caso do último através do vampiresco e ótimo Bad Blood.
O que me faz gostar tanto do Mulder é sua mente aberta sem nunca deixar de ser desconfiado e lógico, muito de qualquer tipo de iconoclastia é vulgar e irracional, pelo simples fato de tentar “debunkar” algo, de que é necessário uma prova irrefutável, mas tal prova não é encontrada também do contrário, muitas vezes esses mesmos que se proclamam tão racionais são os de atitude mais ilógicas e beirando ao fanatismo, particularmente não vejo distinção alguma entre um fanático religioso e um fanático cético, ambos estão tão imersos em suas próprias verdades que não conseguem ver nada além de seus umbigos, cá entre nós não dá para chamar de racional e lógico alguém que defente ferrenhamente a inexistencia de qualquer coisa sem as mesmas provas que este tipo de mentalidade tanto proclama. O Mulder é lógico, mas para os padrões gerais ele é um “spooky” porque não ousa fechar sua mente para possiblidade alguma, acredita em tudo até que lhe provem o contrário, porque apesar da verdade estar lá fora, é bem difícil conseguir enxergá-la.

Nota 1: Sabe o que é mais estranho ao ver aquele longa praticamente uma década depois? É que justamente agora quando finalmente David Duchovny havia sublimado a aura de Fox para o público e se convertido no inesquecível Hanky Moody, o desgraçado volta ao Spooky. Por falar em Hank Moody, cadê a segunda temporada de Californication, jesuis?

Nota 2: O número do apartamento em que Mulder morava era 42. Claro.

Nota 3: Também nunca é tarde para relembrar a união dos dois melhores agentes do FBI dos anos 90 em Twin Peaks: Dale Cooper e Fox Mulder, no caso do último, ele ainda era da Narcóticos, travesti e dava uns apertos na Laura Palmer, o que não deixa de ser ainda mais memorável.

Nota 4: Eu juro que vi o John Locke e o Benjamin Linus em Arquivo-X. Eu Juro. Terry O’Quinn teve a petulância de interpretar 3 personagens diferentes durante a série, todos devidamente abigodados, incluso no longa de 1998 quando descobrimos onde arranjou aquela mania estranha de explodir tudo para um “bem maior”. E, céus, Michael Emerson foi um telecinético. O bacana é que o Locke é uma espécie de Fox Mulder de Lost, enquanto o Ben é tão memorável quanto o até então melhor vilão dos seriados de sempre: o Canceroso. Vai ver por isso são os meus preferidos.

Nota 5: Darin Morgan, o roteirista dos melhores episódios do seriado não foi apenas o mais inesquecível na escrita, ele também encarnou o tipinho mais repugnante e impressionante das nove temporadas: o Homem-Platelminto Mutante. Depois Morgan acabou voltando como ator no ótimo Small Potatoes, onde passava a perna no Fox e chegou mais perto da Scully do que ele em todos aqueles anos.

Nota 6: E um dos melhores episódios dos Simpsons, The Springfield Files, contém além das literais participações de Fox e Dana, foi apresentado por ninguém menos que Leonard Nimoy e com direito a participação velada do Canceroso. Ambos os seriados iam ao ar nas noites de sexta na Fox e a homenagem foi retribuída em Arquivo X na forma de um empregado de uma Usina Nuclear que ficava dormindo no serviço e atendia pelo distintíssimo nome de Homer.

John Carpenter: Fear Is Just the Beginning… The Man and His Movies (2004)

Publicado em ANOS 00, ANOS 70, ANOS 80, ANOS 90, DOCUMENTÁRIO, FICÇÃO CIENTÍFICA, FILMES B, HORROR, LONGAS, VIDEOS por Georgina Spiggott em Agosto 11, 2008

Pesadelo Mortal (John Carpenter’s Cigarette Burns, 2005)

Publicado em ANOS 00, HORROR, MASTERS OF HORROR, SERIADOS, VIDEOS por Georgina Spiggott em Julho 31, 2008


Melhor coisa que o Carpenter fez desde os anos 80 e o melhor episódio de Mestres do Horror.

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Mortos que Matam / O Último Homem da Terra (The Last Man on Earth, 1964)

Publicado em ANOS 60, FICÇÃO CIENTÍFICA, FILMES B, HORROR, LONGAS, SUSPENSE, VIDEOS por Georgina Spiggott em Julho 20, 2008

Grindhouse TV: O Ataque vem do Polo ( The Giant Claw, 1957 ) / Riki-Oh:A História de Rick (Lik Wong, 1991)

Publicado em ANOS 50, ANOS 90, FICÇÃO CIENTÍFICA, FILMES B, HORROR, VIDEOS por Georgina Spiggott em Julho 18, 2008

Danse macabre (1922)

Publicado em ANOS 20, CLÁSSICO, CURTAS, FANTASIA, HORROR, MUDOS, MÚSICA, POESIA, VIDEOS por Georgina Spiggott em Junho 1, 2008

DANÇA MACABRA (Charles Baudelaire)

A Ernest Christophe

Emproada como viva, orgulhosa a estatura,
Com seu grande buquê, mais as luvas e o lenço,
Possui a languidez como a desenvoltura
De uma coquete magra e de ar de sonho imenso.

Viu-se um dia num baile um porte assim delgado?
O vestido abundante e de real esplendor
Tão excessivo rui sobre um pé apertado
Por escarpim galante e lindo como flor.

Estes fofos que tem aos bordos das clavículas,
Como um lascivo arroio a ir de encontro ao rochedo,
Vedam pudicamente, e das vistas ridículas,
O fúnebre fulgor que ela guarda em segredo.

Tem o vazio e a treva a morar na pupila,
E seu crânio, de flor sabiamente toucado,
Sobre as vértebras tão molemente vacila,
- Ó fascínio do nada em loucura ataviado!

Alguns te fitarão como a caricatura.
Nunca há de compreender amante material,
O garbo singular desta humana armadura.
Tu, meu grande esqueleto, és meu único ideal.

Vens agora turbar, com feição zombeteira,
A festa desta Vida? Algo em ti deve arder
Para esporear assim tua viva caveira,
Levando-a ingenuamente ao sabá do Prazer?

Ao canto do violino, às candeias tão frias,
Esperas expulsar teu pesadelo então?
Para após suplicar à torrente de orgias
Que este inferno refresque a arder no coração?

Inesgotável poço e de culpa e defeito!
Da sempiterna dor eternal alambique!
As costelas, que são as grades de teu peito,
O insaciável réptil deixam que eu verifique.

Vivo sempre a temer que os teus airados ares
Não encontrem jamais um preço ao seu valor;
Que coração mortal te entende se zombares?
Só embriagam quem é forte os encantos do horror!

- Do fundo deste olhar, cheio de horríveis vôos,
Nasce a vertigem: e os dançarinos prudentes
Nunca irão contemplar, sem amargos enjôos,
O sorriso eternal dos seus trinta e dois dentes.

Mas quem nunca abraçou um esqueleto, em suma,
E quem não se nutriu de ares de campo santo?
O que importa o que veste, orna, pinta ou perfuma?
Como posso pensar que te olhem com espanto?

Cortesã sem nariz, baiadeira patética,
Dizes a estes que a dançar te miram ofuscados:
- “Casquilhos, apesar de toda a arte cosmética
Cheirais a Morte, ó Esqueletos perfumados!

Mirrados Antinoés, dândis de face glabra,
Defuntos de verniz, D. Joãos encanecidos,
O abalo universal desta dança macabra
Vos atrai a outros sóis sempre desconhecidos!

Do cais frio do Sena ao do Ganges inquieto,
Salta e desmaia agora o rebanho mortal
Ignorando a trombeta do anjo que, do teto,
Soa, sinistra e aberta, um trabuco fatal.

E sob todos os céus sempre a Morte te admira
Em tuas contorções, atroz humanidade,
E às vezes como tu, perfumada de mirra,
Sua ironia junta à tua insanidade”.

The Dark Side of Porn: Does Snuff Exist? (2006)

Publicado em ANOS 00, DOCUMENTÁRIO, EXPLOITATION, FILMES B, HORROR, LONGAS, SERIADOS, VIDEOS por Georgina Spiggott em Maio 25, 2008

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